Derrubando Verdades
O meio publicitário é repleto de verdades e mentiras. Existem muitos profissionais falando o que acham sobre o mercado, como vai ser no futuro, quais vão ser as novas tendências e o que temos que fazer agora. Mas o que será que realmente é verdade? O que está realmente por vir? Será que essas teorias não são apenas regrinhas inventadas?
Se aproveitando deste dilema, Fernando Diniz, head de planejamento da F.biz, divulga sua campanha para o prêmio Caboré, onde ele é indicado como Profissional de Planejamento do ano. Uma campanha feita para provocar o mercado e nos fazer pensar.
De forma inovadora, a campanha segue uma alternativa diferenciada ao publicar algumas dessas supostas verdades randomicamente em um Tumblr, o www.derrubandoverdades.com.br. Além dos posts randômicos, a plataforma da campanha também nos convida a decidir e discutir se elas realmente são verdades ou mitos.
Alguns exemplos de supostas verdades encontradas no site:
As pessoas se comunicam no meio digital de forma diferente.
A classe C só está no Orkut.
Quase ninguém usa o celular para navegar na internet.
O total de fás é a principal métrica para o sucesso de uma fan page.
Usar celebridades nas redes sociais é a melhor maneira de gerar engajamento para sua marca.
Agências digitais não sabem fazer estratégia de marca.
Ainda para a campanha, um artigo muito reflexivo escrito pelo Fernando Diniz foi publicado no jornal Meio&Mensagem:Â “Quanto tempo dura uma verdade?” . Vale a leitura!
Para conhecer mais sobre ele, clique aqui! E para votar nele como Profissional de Planejamento no Caboré 2011, clique aqui!
Nós (Bruno Delfino e Gabriel Jacob), como planejadores da F.biz, companheiros de trabalho e amigos do Fernando Diniz, vivenciamos e aprendemos muito tudo isso no nosso dia a dia do trabalho, pensando para o negócio dos nossos clientes, e não para as plataformas digitais, guiados por uma visão estratégica que o Diniz sempre se preocupou em compartilhar com todos nós, da sua equipe. Por isso apoiamos a iniciativa e sentimos orgulho de ser um dos 20 loucos que ele mencionou no artigo do M&M.
Unilever: Experimentar é Vital e muito mais
Nasceu o novo Portal Vital da Unilever!
Para quem não conhece, Vital funciona como uma plataforma de relacionamento com consumidores, através de conteúdos, serviços e experiências.
Além da nova interface mais clean e organizada, e o melhor dinamismo social de Vital, que agora está mais democrático com todo o conteúdo branded e unbranded aberto, outras grandes novidades vão dar frutos importantes para a Unilever.
O programa Experimentar É Vital, por exemplo, é um serviço de Tryvertising onde os usuários podem encomendar produtos da Unilever para os receberem, de graça, em suas casas. Isso mesmo, sem custo algum.
A proposta tem uma importante visão de negócios para a beneficiar não somente o consumidor como também a Unilever, pois junto com o produto que a pessoa receber vai um código que ela tem que cadastrar no Portal para responder uma pesquisa de opinião sobre aquele produto solicitado. Somente assim a pessoa vai conseguir retirar outro produto dessa vitrine virtual. E assim por diante.
Com isso, a Unilever ganha com informações valiosas sobre satisfação dos produtos para poder desenvolver melhor todo o seu portfólio. Vejam abaixo o vÃdeo de apresentação do “Experimentar é Vital”:
E este é só o começo. Ainda estão para acontecer outras grandes novidades, entre eles o TV Vital e o mais importante de todos, Vitais.
Vitais será o grande core de toda a nova concepção do Portal. Os usuários cadastrados vão acumulando pontos de acordo com o engajamento em torno do conteúdo e as ferramentas disponÃveis, sendo recompensados com experiências exclusivas da Unilever (on e off), de acordo com o nÃvel de interação.
Com o novo Portal Vital e todas suas novas propostas que estão nascendo a partir de hoje, a Unilever constrói uma nova e diferenciada relação dos consumidores com uma marca de bens de consumo.
Portal Vital é um projeto da agência F.biz.
O futuro dos filmes

É impressionante como é grande o número de notÃcias sobre o universo de filmes que tenho visto ultimamente. Não sobre os filmes em sà como Batman, Tropa de Elite ou Gigantes de Aço. Estou falando sobre a forma como assistimos filmes e seriados.
Foi-se o tempo onde Ãamos a locadora, alugávamos uma fita VHS, assistÃamos em casa e depois disso rebobinávamos para entregar no dia seguinte. Hoje em dia existem milhares de canais e meios para se assistir filmes. E isso tem revolucionado o mercado e preocupado muitas as empresas e estúdios. A briga começou.
Quer assistir um filme? Você pode alugar na locadoras do bairro ou pela internet, assistir na TV Paga, ir ao cinema, assistir utilizando o videogame, assistir pelo streaming, baixar filmes, comprar no camelô, assistir no tablet e por aà vai.
Com a chegada da Netflix no Brasil as pessoas estão conhecendo e explorando ainda mais o serviço de streaming de filmes on-line, um mercado que está expandindo muito ultimamente. Aqui no Brasil o serviço também é oferecido pela NetMovies, que também conta com aluguel e delivery de DVDs.
Lá fora, a Netflix perdeu 800 mil assinantes depois de uma tentativa de criar outra marca para o serviço de entrega de DVDs. Isso fez com que outros serviços concorrentes ganhassem mais mercado, entre eles a Amazon Prime Instant Video, Blockbuster On Demand, Hulu e iTunes.

Além dessas grandes movimentações no mercado, duas outras notÃcias me chamaram a atenção essa semana.
Primeiro, o fato de que o Youtube está experimentando uma página de canais com conteúdos exclusivos, em parceria com artistas, cantores e outras empresas de entretenimento. E na minha opinião, se o Youtube entra nessa briga, ele vai destruir todo mundo com uma bomba atômica.
E já não bastasse tudo isso, os estúdios de cinema não querem ficar para trás e estão tomando medidas para não perder mercado. Os estúdios Warner Bros., Lionsgate, Universal, Miramax e Paramount estão criando aplicativos para o Facebook e distribuindo seus filmes de várias formas através da rede social.
A internet mudou a forma como nós assistimos filme. E ainda vai mudar muito. David Hsieh, VP de Marketing, VÃdeo e Tecnologias Emergentes da Cisco disse que os vÃdeos serão responsáveis por 90% do tráfego da internet em 3 anos. Os vÃdeos fazem parte dos usuários de internet do mundo inteiro, e vai ser cada vez mais presente na vida deles.
Nessa nova onda de filmes, tecnologias, canais e serviços, quem não se adaptar e inovar vai ficar para trás. Acredito que muita coisa vai surgir e já está surgindo por aÃ.
Mas as perguntas que ficam são: qual o futuro da industria do entretenimento cinematográfico? O que será que vai acontecer? Quem vai se dar bem? Como os anunciantes podem tirar vantagem disso?
Toda essa história ainda vai dar um filme.
Test-drive interativo no Youtube. E…?
A usabilidade e a própria execução poderiam ser melhores para prover uma experiência ainda mais realista com o carro, mas nem mesmo assim eu acho que este tipo de ideia faz muito sentido enquanto ação de marketing quando a tecnologia/interatividade tem, no contexto, maior importância do que qualquer outra função que poderia, também, exaltar diferenciais do carro.
CrÃticas de lado, aqui está o que a Audi diz ser o primeiro test-drive interativo no Youtube. Tire suas conclusões!
Obrigado, Steve Jobs!

ImpossÃvel não reservar um espaço aqui para homenagear aquele que contribuiu, e muito, para a nossa sociedade, direta ou indiretamente. Um homem simples, porém ambicioso, criativo e inovador.
Diferente do que muitos acreditam e mesmo afirmam, Steve Jobs não mudou a tecnologia. Mudou a nossa vida através da tecnologia. Mais que um pensador, um realizador do século.
Conseguiu o que muito poucos conseguiram até então: Tornou sonhos em realidade, traduzida em produtos e serviços que, de forma mágica, transformam o modo como a gente vê e se relaciona com o mundo.
Walt Disney dizia: “Se você pode sonhar, você pode fazer“. E está é a frase que, pra mim, melhor representa Steve Jobs.
Ele hoje partiu para outro universo, mas seu legado ficará para sempre, inspirando muita gente a não temer qualquer mudança ou revolução que pode ser muito melhor para todos nós e tudo aquilo que nos envolve.
Muito orgulho de viver no seu tempo.
Obrigado, Steve Jobs!
Engajamento. Modere na expectativa
As marcas e as agências estão vivendo o perÃodo mais experimental de todos os tempos. Um bom cenário para nós que precisamos inovar para construir diferenciação e estar a frente do tempo diante das constantes inovações tecnológicas que transformam naturalmente os hábitos das pessoas.
Mas existe um equÃvoco enorme que ocorre nesse atual momento da comunicação quando o objetivo estratégico é conseguir o engajamento do público, que hoje não mais só recebe conteúdo como também participa dele.
Acontece que muitos profissionais de marketing e comunicação, que aprovam e criam ideias denominadas por eles mesmos como inovadoras, pecam quando crêem que o engajamento das pessoas com uma peça, campanha ou ação é simples de ser adquirido.
As pessoas participam, sim, mas isso acontece apenas quando existe um estÃmulo realmente interessante acompanhado de alguma recompensa, seja ela tangÃvel ou não.
Além do mais, esse grupo de consumidores da “geração upload” é imediatista e gosta daquilo que é simples, portanto, se o call-to-action demandado envolver complexidade, mesmo que pouca, eu me arrisco em afirmar que será nula a participação, e os resultados podem ser fatais para toda a estratégia de marketing.
Mesmo gastando rios de dinheiro com mÃdia para levar as pessoas até aquele ambiente em que o engajamento é proposto, não será esse o estÃmulo que fará com que as pessoas de fato participem. Imagina quanto dinheiro pode ser desaproveitado, então, quando a (falsa) promessa feita ao cliente for gerar mais do que awareness?
O que estou falando é tático, mas muito sério. E, independente de engajar ou não, vale lembrar a comunicação precisa, acima de tudo, conscientizar as pessoas sobre os valores de uma marca empregando à essa comunicação um código que culturalmente fará a sociedade se identificar. A consequência disso será cumprir o papel que o objetivo de comunicação tem como suporte para o objetivo de negócio, que, na maioria dos casos, é conseguir bons resultados no ponto de venda. O engajamento que podemos e devemos sempre buscar, então, é outro: garantir que a comunicação estimule as pessoas a fim de conseguir como resposta o consumo daquele produto ou serviço anunciado. E, no melhor dos casos, fidelizar.
No mais e concluindo, são os objetivos de comunicação que darão sentido a vida de uma campanha ou qualquer proposta de comunicação. A serem definidos no inÃcio de tudo, esses objetivos são mais importantes do que a própria estratégia.
A vending machine conceitual da Lay’s

As melhores ativações não são aquelas que conseguem apenas bons resultados, mas que também estejam muito alinhadas com o real posicionamento do produto.
Quem conseguiu desenvolver uma ativação estratégica assim foi a marca de batatinhas Lay’s, da PepsiCo, em Buenos Aires, Argentina.
O posicionamento global da marca a coloca como uma fabricante que produz batatas de forma natural. E isso a comunicação consegue resolver tranquilamente, destacando, graficamente e textualmente, os diferenciais presentes nos ingredientes e etc.
Na mesma linha, uma vending machine foi colocada em um supermercado que, ao invés de receber uma moeda, pede para que a pessoa deposite ali uma batata crua e veja todo o processo de industrialização, com os ingredientes naturais usados no processo: as próprias batatas 100% naturais, óleo vegetal e uma pitada de sal.
Ao final do processo, o produto é entregue pronto, como aquele do ponto de venda.
É uma forma criativa de transparecer a procedência de um produto que garante um diferencial pouco crÃvel de naturalidade, em uma categoria pouco percebida como saudável.
Via AdLand












