Uma tecnologia criada para servir de demonstração em inovações áudio-tecnológicas.
Hørbar/Audiobar é um ambiente criado para explorar uma coleção enorme da Áudio-Arte. Você interage com os sons usando uma relação tangível: Colocando garrafas em uma mesa especial. Ao se colocar as tais garrafas com tags codificadas por meio de rádio-frequência de identificação(RFID)… não me pergunte o que é isso !!!
The sounds in the Hørbar/Audiobar fizeram parte da coleção Museu da Contemporary Art em Roskilde, Dinamarca. O museu conta com uma imensa coleção de audio-art international desde 1890.
A maior parte desta coleção foi digitalizada em alta qualidade de 320 Kbit/s MP3.
Uma idéia inovadora para lounges e eventos que queiram se destacar.
Outro diferencial é a possibilidade de interãção que o cara vai passar durante todo tempo que estiver naquele local.
Fonte: Guerrilha Inovation
Um coreografia sensacional que reflete alguns movimentos e ações realizadas por um computador, só que feita por coreógrafos muito bem treinados.
Perceba bem os detalhes.
Dica do Hilson ” The update man “ aqui da agência e também de Matão.
No último Sábado rolou uma ação da Petrobras relacionada à campanha da gasolina podium, que mostra um ET assustado com a tecnologia usada pela estatal.
Nos classificados do jornal O Globo, havia um anúncio “TROCO - Nave espacial por carro da Stock Car que seja movido a uma energia superor. Tratar com ET em 225115S 431401W.”
Para quem não sabe, as coordenadas apontam para o CENPES, centro de pesquisas da Petrobras, no Rio de Janeiro. Também é o complemento para a URL http://www.petrobras.com.br/225115S431401W que leva ao hot site da campanha.
Dica do Ian Black
Sobre Web ( 1.0, 2.0 e 3.0 ) “o que muda não é a web, mas a forma com que as pessoas se relacionam com ela. “
Muitas pessoas falam sobre a evolução do ambiente digital, mas poucos sabem concluir uma definição em cima do tema.
O site Ci9, no qual tenho uma grande admiração, e que recentemente se tornou um de nossos parceiros, escreveu um artigo muito bom sobre as básicas definições sobre a Web.
Intitulada Web 3.0, o texto postado lá pode ser algo muito valioso para todos aqueles que queiram tirar suas principais dúvidas sobre o assunto. Vou resumir em partes o artigo publicado pelo pessoal do Ci9…
A web 1.0 (ligando o motor)
Para o usuário final, pode-se dizer que a internet começa aqui, embora ela já existisse anteriormente de forma “militar”, usada principalmente na Guerra Fria para transferência de arquivos importantes (não podemos deixar de perceber a ironia da falta de segurança que muitas vezes vemos no dia-a-dia da web).
A web 1.0 (se é que é possível chamá-la assim, já que existem milhares de teóricos, cada um com sua idéia de rede), tinha por premissa impressionar mais do que informar os usuários sobre as possibilidades digitais, ou seja, se auto divulgar.
Na época em que ela foi expandida e difundida, existia uma grande cultura de cd-rom, onde o conceito multimídia era muito utilizado. Web 2.0 (acelerando…)
A web 2.0 está ligada a forma com que as pessoas relacionam-se, o maior uso de comunidades, sites de relacionamento, listas de discusses etc.
O site Orkut talvez seja o primeiro a converter e usar esse conceito, onde é possível se conectar mais facilmente com amigos e talvez gerar possíveis negócios. Mas como todo o serviço gratuito, em alguns momentos ele se disvirtua e passa a se tornar um “espaço de spam”, daí entra a ética an web, que deve ser pensada pelas grandes empresas em todos os trabalhos, seja 3.0, 4.0…
Além do Orkut, podemos citar G-Mail, Youtube, Wikipedia, Flickr e o aumento do uso dos blogs, que se tornou ferramenta indispensável de marketing on-line. O site Youtube é um dos mais usados para a exploração de marketing, pois a inserção de vídeos, ou “postagem” é gratuita e a “viralização” é grande.
Esse grande número de services gratuitos, onde é possível conhecer mais sobre a vida alheia caracteriza a web 2.0, pode-se até chamar de sites “rizomáticos”, que se auto modificam num processo continuo de atualização sem interferência direta do administrador do site.
Do ponto de vista de software, começam as certificações (W3C por exemplo), é possível garantir uma maior facilidade de acesso aos sites devido ao conhecimento existente do que é funcional para uma maioria de usuários. O uso de novas tecnologias como Tableless, Javascript e Ajax têm maior destaque, por deixar mais leve os documentos, além de facilitar a semântica dos objetos. Com o advento da internet banda larga, as animações em Flash puderam ser mais exploradas, e o Flash tornou-se praticamente padrão para sites com uma maior “experience”.
Web 3.0 (velocidade de cruzeiro, piloto automático)
Sistemas colaborativos. Esse é o caminho da web 3.0, os sistemas começam a se voltar para a intersecção dos softwares e dados, fazendo com que as informações sejam partilhadas e modificadas por todos envolvidos no sistema.
A Semântica (que podemos chamar de “significação”) ganha espaço, pois os mecanismos de busca se utilizaram dela para mostrar melhores resultados, pensando pelo usuário, é Inteligência Artifical aplicada. Os padrões como W3C e outros se tornam indispensáveis pois facilitam a navegação do usuário em uma melhor identificação do código.
O significa a semântica nas páginas web? Significa que a página contém “tags” (existem outros tipos de tags), ou seja, contém nomes específicos de suas classificações, que são facilmente entendidas por serem uma linguagem única e catalogada.
Na criação de conteúdo, o uso da taxonomia e da folksonomia permite a criação de tags que são identificadas de melhor forma pelos usuários de acordo com suas preferências, essas tags podem ser chamadas de categorias também (essas são as tags diferentes das tags de programação). Mas isso não significa que será tudo automático, pois segundo alguns especialistas os serviços de busca contam com chats, e essas conversas por chat podem ser inseridas posteriormente em banco de dados para serem acessadas no futuro, definindo mais detalhes sobre o que os usuários buscam.
Os serviços compartilhados permitem mais funções, e documentos podem ser atualizados por diversas pessoas sem a necessidade de um arquivo físico gravado no computador, usando somente arquivos em servidores diversos. Agendas, documentos e vídeo-conferências são comuns no movimentado fluxo de informações.
O conceito básico é de estruturação do conteúdo, dos “bastidores” da web, como dito anteriormente, os sistemas trabalham para a melhoria da navegação, onde seria possível colocar “metadatas”, códigos específicos sobre palavras e frases em textos, que definem melhor sobre o que se fala, como por exemplo (trocando a cidade a que o empresário Nova Spivack, palestrante famoso no Vale do Silício e dono da Radas Networks cita em entrevista para a Folha), “…se o texto for sobre de São Paulo, será possível especificar se é sobre o município ou sobre o estado, e o usuário final não verá isso, somente os mecanismos de busca, o que deixará a pesquisa mais próxima do que o usuário deseja”.
Esse tipo de pesquisa, primariamente é o que acontece por exemplo na Amazon, onde após uma pesquisa o site automaticamente indica produtos similares, de gênero próximo ou com palavras-chave pré-definidas. O próximo passo seria fazer uma segmentação (semântica) que analizasse idade, local de moradia e outros dados pessoais, para que as indicações fossem cada vez mais específicas, e conseqüetemente mais vantajosas.
Por exemplo e de forma resumida, como cita Daniel Gruhl (um dos diretores da Almaden IBM Research Center) em um artigo da Folha Online, a rede é uma lista telefônica com bilhões de páginas onde por exemplo você pesquisa todos os “Silva”, o resultado, em uma busca avançada seria no máximo “todos os Silva de São Paulo”. Em uma pesquisa da web 3.0, ela diria quais Silva são corintianos, votaram no PSDB e são alérgicos a frutos-do-mar. É um aumento de possibilidades a ser explorado.
Para fechar, a usabilidade é fator importante, já que contamos com uma melhor classificação dos dados, e assim sairá na frente que conseguir integrar flash com contéudo que o brownser e softwares específicos possam, deixando a web ainda mais abrangente.