
A mídia cinema sempre foi uma das minhas favoritas. Uma mídia razoavelmente barata frente aos veículos tradicionais e que também possui uma taxa de atenção à publicidade super elevadas por parte do consumidor. E não paramos por aí. Recentemente foi publicado pelo Grupo Cinema Advertising Council (CAC), que possuí 81% das telas dos EUA, que esta mídia cresceu 15% perante o ano de 2006. Considerando cinco anos atrás, os anúncios na telona quase triplicaram de 2003 para cá. Isto se da porque os anunciantes estão cada vez mais procurando por lugares onde o seu público alvo pode estar, tentando fugir do plano de mídia mais convencional. O cinema, que antigamente era apenas uma mídia experimentada pelos clientes, se tornou um must buy (compra obrigatória) pelas agências. Segundo Clifford Marks, presidente-chairman do CAC, “Os anunciantes estão procurando novas oportunidades altamente eficazes e de target preciso para atrair os consumidores que se afastam cada vez mais das plataformas tradicionais de mídia”.Outro fator que possibilita o crescimento desta mídia é que o cinema permite diversas ações em seu ponto de venda. Seja merchandising sobre algum filme, uma panfletagem, brindes, ou até mesmo, alguma interatividade maior na própria sala de cinema. É o caso da Volvo, que lançou a umas 2 semanas atrás na Inglaterra uma peça onde o público era convidado a pilotar um carro através de movimentos com os braços dentro do próprio cinema. O mais interessante é que no final da brincadeira a Volvo comparava o desempenho daquela sala com as das outras 11 salas onde a peça foi veiculada. Confiram:
Aí esta uma ação bem planejada que, com ajuda do veículo, conseguiu se diferenciar dos outros anunciantes. Será que algum dia vamos presenciar ações assim aqui no cinemark?Fontes: Meio e Mensagem e Paula Rizzo
O consumidor jovem sempre foi foco de diversas pesquisas. O fato de este consumidor ser o mais propício a incorporar novas tendências o torna uma fonte muito rica na busca de informações por parte dos marketeiros. E diversas empresas lançam, constantemente, produtos novos para este público-alvo. Uma pesquisa nos EUA mostrou que os adolescentes estão gastando menos dinheiro em roupas (25% menos comparado ao ano passado) e mais da sua mesada em aparelhos tecnológicos. O que acontece hoje é que os aparelhos como celulares, mp3 players, ipods e etc, estão competindo com o vestuário, antigamente fonte de diferenciação entre a juventude. Se antes um jovem expressava a tribo a qual pertencia através da roupa, hoje ele assume sua identidade através de seus aparelhos tecnológicos, cada vez mais sofisticados, com design arrojado e personalizáveis.
Vendo está tendência, a VIVO acaba de lançar o W200 Sony Eriksson Walkman, celular desenvolvido especialmente para crianças entre 7 e 13 anos, mercado que cresceu 33% entre 2005 e 2006. O celular é fruto de uma parceria entre a Sony Ericsson e a Disney Mobile, divisão de telefonia móvel da Walt Disney Company, ele já vem com canções, imagens e vídeos do filme High School Music 2. O modelo executa até 18 horas de música e tem memória expansiva de 256MB. Para facilitar a compra dos baixinhos, o celular custa apenas R$10 (menos que uma seção de cinema) se comprado pela loja virtual da VIVO, no plano Vivo Escolha 90 é claro.
A iniciativa da VIVO é a primeira grande prova dos resultados das pesquisas na prática, segundo Fábio Freitas, gerente de oferta premium da Vivo. Mostrando também que cada vez mais as empresas estão de olho nas nossas crianças, e se antes o consumo começava por volta dos 10 anos de idade, hoje ele começa a partir do momento em que nascemos.
Tá bom, exagerei um pouco, mas quem se interessou pelo assunto sugiro uns links para leitura:
Depois do Facebook, os caras lançaram agora o Hatebook ( livro de ódios ) em inglês.
A parada é a seguinte:
Vc cria seu perfil para arranjar inimigos, podendo publicar mentiras, descobrir fofocas
e fazer uploads de imagens comprometedoras.
Quanto mais você enche o saco de outras pessoas, mais hate points você pode ganhar.
Inútil ??? Nem tanto…com certeza vai ter gente experta usando isso para causar muita polêmica.
Mais uma q promete virar mania na rede.
http://hatebook.org/
Dica no Twitter do Bruno Altieri
Mto Bom!
As ciências em torno da estruturação e processos do cérebro humano vêm avançando em rítmo acelerado, e isso é fato. Bom para nós que trabalhamos com comunicação, não acham???
São esses novos desenvolvimentos tecnológicos que permitem sondar os territórios cerebrais e compreender muitas das suas atividades.
Particularmente, sempre acreditei na utilização de técnicas neurológicas e médicas em geral para englobar questões e ações de marketing. Felizmente encontrei um artigo no Guerrillha Sushi que trata muito bem sobre isso, e um novo lance que está começando a pegar na Europa, um tal de Neuromarketing ( mais uma nomenclatura para algo novo ).
Vocês todos sabem o quanto os publicitários são capazes de transformar e mudar seu comportamento, principalmente quando falamos de compra e consumo, fazendo agente ter água na boca, inspirando nosso subconsciente, marcar lealdade e outras coisas atraindo a nossa atenção. Isso tudo promete ser apenas o início. O neuromarketing é uma técnica emergente que usa varreduras do cérebro para medir as respostas dos humanos com a ressonância magnética a partir de mensagens promocionais, podendo assim, criar maior eficácia nos resultados de campanhas publicitárias.
Imagine só o quanto os anunciantes não iriam economizar, recebendo o retorno exato e até mesmo superior ao esperado, sem errar o alvo de maneira alguma, e mesmo para utilizar essa técnica de defender os nossos planos de comunicação para os clientes.
E não para por aí. Com a utilização do neuromarketing, de forma legal e ética, receberíamos novas fontes para inovação, desenvolvimento de projetos , produtos e serviços que satisfaçam ainda mais os consumidores.
E todo esse processo trará toda a razão na qual vemos pessoas dizendo “Quando o cérebro decide”. Afinal, Entrar na cabeça do consumidor e ver como o cérebro reage ao estímulo de um anúncio publicitário, ao sabor de um novo alimento ou perceber o que está por traz da escolha de um entre vários produtos que enchem a mesma prateleira do supermercado, é o sonho dos profissionais do ‘marketing’ e publicidade.
Com certeza os estudos ainda são muito recentes, mas assim que eu for captando novos detalhes sobre essa ferramente trarei para todos os leitores do blog.
Ahh…e quem souber mais informações importantes sobre esse tema mandem pra gente ou comentem aqui.
Abs,
Gabriel
Semana que vêm estaremos com a seção ‘marcadores’ de todo o arquivo do blog em plena disponibilidade de acesso e maior praticidade para pesquisas de nossos leitores. Aguarde!
No meu último post, comentei sobre a interação mensagem/meio e tentei ilustrar para vcs o quanto está combinação pode vir a ser construtiva para sua marca. Hoje, venho mostrar a interação entre mensagem e receptor, ou o que chamamos de interatividade. Através do bluebus, vi que o Balé Nacional da Holanda criou uma ação interessante usando está interação. Foram projetadas imagens em fachadas de prédios, onde o receptor interagia por celular. As imagens eram de Romeu, ou da Julieta. Sim, aqueles personagens da história de Shakespeare. Quando o receptor vê a imagem é orientado a ligar para um telefone, onde vai receber um recado de um dos personagens. Caso você veja o Romeu projetado, ele lhe indicará um número onde vc vai receber um recado dele perguntando onde ele poderia encontrar a sua bela Julieta. Nisso, você recebe as informações sobre o espetáculo do Balé Nacional da Holanda. E caso você saiba onde está projetada a Julieta, pode responder para o Romeu e, de quebra, ganhar ingressos para a estréia! 
Em um primeiro momento pode parecer complicado, mas a ação em si é muito boa, atraindo os curiosos na rua e interagindo via celular. Fica apenas uma dúvida: Vocês interagiriam com uma projeção como esta, ou ela só é bonita em blogs de publicidade?
Se vocês pararem para pensar, são poucos os museus que se dão ao luxo de gastar suas verbas em publicidade. Fora raras exceções, só vemos alguma divulgação dos museus quando acontece alguma exposição nova.
Já o Museu Naval de Alberta, no Canadá, pensou diferente e criou uma bela campanha para se auto divulgar. Sempre achei as melhores peças as que interagiam com o meio, e o Museu Naval conseguiu realizar este feito de forma interessantíssima:
Todas as peças estão boas, mesmo assim, na minha opinião, a do outdoor está excelente! Ela consegue chamar a atenção devido a interação que a peça tem com meio onde ela está veiculada. Detalhe nas pedras amontoadas na base do outdoor, dando ainda mais realismo ao contexto. Mais um exemplo de que não precisamos de altas verbas para criar ações interessantes, só precisamos usar a cabeça e ter boa vontade para propor alternativas aos nossos clientes!
via: briefblog

O BIG IDEA LITTLE CHAIR é um desafio criado especialmente para estudantes de cursos de publicidade da ESPM, ANHEMBI E PANAMERICANA que acontecerá em paralelo ao prêmio BIG IDEA CHAIR. O objetivo principal é estimular e reconhecer idéias com foco em criatividade e inovação.
O Yahoo! terá instalações equipadas com um computador dentro destas instituições, onde os alunos interessados poderão se inscrever. Os participantes receberão um briefing e deverão criar uma peça publicitária para mídia online em 45 minutos.
As equipes serão compostas por um mínimo de 2 e máximo de 4 participantes. Um shortlist com as 10 peças selecionadas será divulgado aqui no site, dia 26 de outubro.
A peça vencedora receberá o “Troféu Little Chair” no evento de premiação do Big Idea Chair. Cada integrante da equipe também ganhará um contrato de estágio com duração mínima de 06 meses e possibilidade de prorrogação e terá seu nome divulgado na home do Yahoo e no site do Big Idea Chair.
•ESPM: 15, 16 e 17 de outubro
•ANHEMBI: 19, 22 e 23 de outubro
•PANAMERICANA: 24, 25 e 26 de outubro
Serão 8 horas de trabalho por dia, dividido nos turnos mais movimentados de cada faculdade.
Caso vc estude em uma dessas instituições, aconselharia vc
à participar.
Essa foi uma ótima sacada da Yahoo para incentivar a criatividade dos
estudantes de comunicação do Brasil.
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