
Essa imagem acima é um printscreen do meu msn. Tá, mas que que tem demais nela? Observem na figura abaixo:
Fabricio é um cara normal. Meu amigo há anos, tem 19 anos, faz cursinho pra tentar passar em odonto na federal, bom nível social, etc. Esse é um simples fato que poderia até passar batido. Mas esse fato também mostra o poder de influência da propaganda nas nossas vidas.
Cada vez é mais comum a propaganda, ou melhor, a linguagem da propaganda entrar no nosso dia a dia. E as vezes nem percebemos. Pra ser sincero, adorei essa nova campanha da Skol. Já achava legal o primeiro vídeo, o do elevador. Vamos armar um boteco? Redondamente… E esse último mostrou mais humor justamente nesta frase da imagem.
Agora me digam: qual é o fator que motiva uma frase dessa cair no nick de msn de uma pessoa? As marcas estão tão presentes nas nossas vidas que as vezes nem percebemos o quanto elas fazem parte da gente. Complicado? Quantos slogans não se tornaram parte da cultura e da lingua portuguesa?
Bonita camisa fernandinho! Está toma Coscarque! Ou seja, cerveja! Só amanhã (tchá tchá), etc. Esses são só alguns exemplos que eu lembrei agora.
Então fica aqui a brincadeira principal do post de hoje: listarmos os pincipais slogans no qual vocês em algum momento da vida já se pegaram falando em uma conversa. Vocês postam nos comentários as sugestões, e sexta feira eu atualizo o post com nomes e links. Topam? Combinado!
Update: Como o combinado aqui em cima, vamos colocar todos os slogans que o pessoal indicou nos comentários. Quem participou da brincadeira foi a Gisele do giseleh.com, o Luís do Le Nouveaux, o Rodrigo do Nova mídia - Novo marketing, o Jaime do Uau!, e os leitores Joe, Walderico, Rafael Silveira e Gabriel Semper.
E os slogans lembrados são:
Existem mil maneiras de preparar Neston, invente uma;
1001 utilidades;
Não esqueça minha Caloi;
Não é assim uma Brastemp;
Tem coisas [tumm], que só [o nome da pessoa aqui] faz por você;
Não é uma Brastemp, mas tudo bem;
like.no.other;
just do it;
Que dureza! Deu duro? Tome um Dreher;
[alguma coisa] não tem preço. Para todas as outras existe Mastercard;
Mas isso não é importante! O importante é que o real tem real master, que dá 10 dias no cheque especial sem juros;
Porque se sujar faz bem;
Desce redondo;
Na real no BIG é mais barato;
Quer pagar quanto?
Tomou doril, a dor sumiu;
nós viemos aqui pra beber ou conversar;
Nem a pau, Juvenal.
Parabéns para essas marcas que conseguiram fixar seus slogans em nossas cabeças!

Inicialmente, muitos vão achar este post meio off-topic, mas vocês vão ver que na verdade tem muito haver com isso tudo.
Na semana passada, estive realizando um estudo em cima de Crocs - uma marca de calçados alternativos, recém chegada no Brasil, e portanto, ainda não tem muita visibilidade por aqui.
Estou falando daquela típica marca que carrega o mote: “ame ou odeie“. Ou seja, nos deparamos com sentimento
de amor e ódio dos consumidores, por um produto que carrega atributos como, design e conforto, em pleno desequilíbrio.
Mas para analisar e aproveitar mais esse fato, escrevi este artigo que busca entender melhor os benefícios que encontramos
nas críticas. Afinal, todo publicitário sabe que são nos problemas que encontramos a solução. Então, aí vai o artigo:
Opiniões divididas irão existir sempre. Seja de quem ou para quem. Se existe a crítica para um determinado produto, serviço ou alguma pessoa, quer dizer que pelo menos o mercado consumidor percebeu sua aparição. Isso já é o primeiro passo. O que vêm agora, é saber manipular essas opiniões. Saber equilibrar e encontrar todos os benefícios possíveis diante desses comentários: contra ou à favor.
Para retratar melhor isso, colocamos uma imagem acima que diz o seguinte: “they are to yout eyes what second hand smoke is to your lungs” - “eles são para os olhos o que o fumo é para seus pulmões”.
Essa estampa foi criada por um grupo que defende a “extinsão” da marca Crocs.
Os criadores desta peça, possuem até um blog, só para subirem pitacos e alfinetadas nos produtos da marca Crocs ( http://ihatecrocsblog.blogspot.com/ ).
Isso é bom? Sim, por que não?
Se não houvesse críticas, muito provavelmente a marca ainda não tinha sido percebida no ambiente consumidor, o que é ruim.
Agora, só para mudar um pouco de mão, mas não saindo do foco. Quem não se lembra deste filme:
E deste:
Só por curiosidade: Após a veiculação de Farenheint 9/11, um filme/documentário na qual todos se lembram, foi uma crítica acentuada em cima da gestão do Presidente da América, George W. Bush, o cara teve sua candidatura reeleita pela população que viu o filme.
E até mesmo, nenhum dado concreto relatou queda de faturamente no Mc Donnalds após a publicação de Supe Size Me. Eu mesmo, que vos escreve neste momento, acabei tendo uma reação inversa. Fiquei com mais vontade ainda de comer um belo de um sanduiche do Mac, após assistir o filme. Isso tudo, porque Morgan Spurlock, o roteirista e protagonista do documentário anti-junkfood, mostrou algo que o próprio Mc Donnalds preza. Consuma nossos produtos com moderação.
Deu para perceber que as críticas, muitas vezes, só ascendem mais a própria imagem daquele alvo que está recebendo as duras opiniões.
Um filme Farenfeit não existira se a posição política de George W.Bush estivesse em ascenção. E um tal de Morgan Spurlock não andaria comendo comida lixo durante semanas se o Mac Donalds não fosse tão conhecido e adorado por milhões de pessoas.
Vale lembrar também, que os dois documentários foram premiados em festivais internacionais de cinema. Ponto para eles!!!
Com isso, agora o que se tem enfrentado neste momento, é a geração “consumidor conteúdo“. A democracia está aí, e com a web 2.0, e essas “mídias” com conteúdo gerado pelos próprios consumidores, abre ainda mais as portas para uma ampla rede de comentários e opiniões destintas, para um bocado de gente ler, ver e discutir do outro lado.
Assim talvez seja uma das maiores oportunidades para encontrar as brechas e as oportunidades que faltam para serem cobertas pela empresa/marca.
E nesse universo de críticas “mercadológicas”, o velho ditado “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim“, só tem que ser visto com bons olhos por todos nós. Afinal, estão fazendo barulho.
Quem visitou o ADivertido ontem de manhã, viu que postamos sobre o novo comercial do Ipod Touch da Apple. Não demorou muito para aparecer uma paródia deste vídeo no youtube. Neste caso, quem parodiou o comercial foi a Invisible Shield, uma empresa que vende acessórios para Ipods, celulares, notebooks, etc. Esta empresa fabrica uma proteção para que as telas dos aparelhos não arranhem.
Parodiar um comercial famoso sempre é uma boa maneira de conseguir bons acessos. Detalhe: O comercial verdadeiro está no youtube a uns 10 dias e tem 153 mil acessos. A paródia está a 4 dias e tem 195 mil acessos. Confiram o vídeo paródia:
Vi ontem a noite no ótimo Direct Daily, uma ação para WWF afim de criar uma consciência sobre a extinção dos animais liderados pelo homem. A ação da Ogilvy Beijing, foi baseada em uma pergunta simples: E se fosse o contrário? Isto resultou em transformar uma passagem no metrô em um “tiroteio de animais”. Só que, desta vez, os animais estavam com as armas.
Com a tecnologia de infra-vermelho, as armas fictícias disparavam sons de tiros a cada momento que uma pessoa atravessava o corredor.

Dia 27 de fevereiro, a Apple veiculou o novo comercial para o Ipod Touch, no intervalo do American Idol. Fica claro como a Apple sempre consegue vender todos os atributos de seus produtos através de comerciais simples e bem resolvidos. Se bem que se tratando da Apple, os seus produtos conseguem se vender muito bem sozinhos, só indo na onda do boca a boca. Outra característica clássica dos seus comerciais são o uso de boas trilhas sonoras. Ou vocês não se lembram do comercial do Ipod Touch com a trilha sonora da banda Brasileira Cansei de Ser Sexy?
Desta vez a trilha é um trecho da música What I’m Looking For de Brendan Benson. Vou colocar aqui no blog a letra pra quem quiser se arriscar no inglês. Reparem o casamento perfeito entre a trilha, a letra e os atributos do Ipod Touch. Sensacional.
Lyrics for What I’m Looking For
Well I don’t know what I’m looking for
But I know that I just wanna look some more
And I won’t be satisfied
‘Till there’s nothing left that I haven’t tried
For some people it’s an easy choice
But for me there’s a devil and an angel’s voice
Well I don’t know what I am looking for
But I know that I just wanna look some more

Depois de Domino’s, Doritos entre outras marcas, chegou a vez da Hugo Boss mostrar que acredita no potencial do Conteúdo Gerado pelo Consumidor ( CGC ).
Dessa vez, e não muito diferente, o projeto consta em fazer o usuário/consumidor entrar em um site, criar seu próprio “espaço HB” com diversos temas envolvendo a marca.
A personalização do espaço, pode ser baixado como wallpaper, ou até mesmo ser enviado para um amigo.
Mas o melhor é que os mais belos trabalhos serão gratificados com £ 500 Euros em dinheiro.
Por tamanha curiosidade, fui arrisicar a brincadeira para ver como funcionava:)

Caso você queira também participar desta promoção, acesse o site: www.hugocreate.com/en/generator
A promoção criada pela agência de nome interessante , é válida até 1º de Abril. E não é mentira!!!
Primeira dica do ano da nossa parceira Renata “Woman 2.0″
Simplesmente genial esse novo filme criado pela Jung Von Matt para o Smart na Suiça.
Colocar galões de gasolina orquestrando um irônico rítmo de desespero, foi a solução encontrada para mostrar que agora, com a redução do consumo de óleo que o “mini-carro” da Mercedes tem, os galões jamais terão utilidade, a não ser beber a água das chuvas.
Com um tom bastante lúdico, esse filme com certeza fará parte da nossa sessão “Melhor da Semana“.
O final do filme, segue com os dizeres: “Only 3, 31 a 100 km. Sorry”. “Apenas 3, 31 por 100km. Desculpe”