Postado em (Print) por Gabriel Jacob em 25-07-2008
Lindas paisagens sempre inspiraram grandes criativos. Existe até os que são contra a todas aquelas artes que de certa forma recriam a cena de uma cidade. Mas no caso dessas peças criadas pela Publicis Conseil, da França, para a campanha intitulada “For a Fresher World” / “Por um mundo mais fresco“, não tem como ser contraditório. Mais um exemplo que mostra como a a boa direção de arte ainda faz a diferença.
Olhem de novo o poder de viralização de uma mensagem. Pra viralizar a sua nova música, o cantor Chris Blake fez um video clipe com montagens de frases que ele pegou na internet. O legal foi que ele googleou apenas por maiores arrependimentos (Biggest Regrets). O resultado é um misto de coisas engraçadas, tristes, deprimentes, sem nexo, etc. Confiram:
Postado em (Tv Films) por Gabriel Jacob em 24-07-2008
O sucesso de Batman, The Dark Knight foi tanto, que até a famosa rede de fast food americana Burger King criou um lanche exclusivo que homenageia a super produção de Christopher Nolan.
Black catchup, dark sauce, entre outros ingredientes que parecem ser bem picantes, fazem parte do lanche.
Confiram o anúncio criado pela Crispin Porter + Bogusky:
Nem sempre se apropriar de mídias alternativas é um fato inteligente. A idéia tem que ser boa, bem como a sua execução.
E como um bom exemplo para essa linha, trago um novo serviço lançado nos EUA, no início desse ano, que recria a forma de anunciar publicidade em automóveis.
A proposta criada pela companhia de mídia exterior Sonofro, em parceria com a Ecoaware, chama-se Gas For Free, e sugere que os condutores dos carros cedam um espaço do seu automóvel para que se possa inserir publicidade em troca de gasolina gratuíta.
Anunciantes obtém através do site do projeto, alternativas para poder usufruir desse serviço e, ao mesmo tempo, os motoristas que, no caso, seriam os futuros “donos da mídia”, contam também com opções de formatos de espaço para serem escolhidos, e assim, colocados em seus automóveis.
Toda a inscrição é gratuíta, e oferece a máxima quantidade de alternativas para os interessados.
A idéia, que surgiu nos EUA, veio após pesquisas relevantes que associavam o projeto com a demanda dos motoristas locais:
Foram mais de 1.500 motoristas entrevistados.
| 70% dos entrevistados afirmaram que gastam mais tempo no trânsito do que um ano atrás.
| Americanos gastam 39% mais tempo no seu carro do que um ano atrás.
| Em média, as pessoas gastam mais do que 15 horas por semana em seu carro.
| A grande massa percorre cerca de 300 milhas por semana.
| 96% dos americanos dizem ter viajado em um veículo pelo menos uma vez por semana, quer como condutor ou como passageiro.
| A média de percursos habituais dos americanos é de 27,4 minutos.
Concluindo através dessa enquete, o projeto tomou fôlego e hoje já faz parte de mais um case de environmentinternacional.
Até agora é a idéia mais inteligente que eu já vi em transtormar o veículo propriamente dito, em “veículo de comunicação”.
Aliás, costumo dizer sempre que tudo é mídia. Não há necessidades de mais provas.
“Nós precisamos mais da moda do que das roupas, não para cobrir nossa nudez, mas para vestir nossa auto-estima”.Collin McDowell
A roupa ajuda o individuo a ser mais confiante, expressa sua personalidade, e o mais importante, em meio a um grupo de convivência, ajuda o individuo a se diferenciar. Tentamos nos diferenciar de várias maneiras. Fazemos tatuagens, usamos roupas que nos incluem em algum tipo de grupo (tribos), fazemos nosso visual exatamente para tentar pertencer algum grupo. Porém, com a fabricação de produtos em massa, fica cada vez mais difícil se diferenciar, visto que tudo é praticamente igual. É ai que entra a customização.
A palavra customização, que até pouco tempo não existia na língua portuguesa, foi criada para traduzir uma expressão em inglês – custom made - significa então sob medida, e do verbo ” to customize”, que significa “adaptado a gosto pessoal”. Nessa onda, customizar significa reciclar, transformar o básico numa nova peça, única, exclusiva, seja com recortes, apliques, costuras decorativas, lantejoulas, pedrarias, babados, botões, tingimentos, pinturas, dentre outras infinidades de maneiras e materiais utilizáveis. É um verdadeiro “vale tudo” para a obtenção de roupas e acessórios únicos, diferentes daqueles produzidos em série.
Nessa onda entra a cultura Sneaker. Para quem não conhece, Sneakerhead é a denominação dada ao cara que coleciona tênis. Porém não são qualquer tipo de tênis. Além dos clássicos, o sneakerhead sempre tenta adquirir os modelos raros, que tem tiragem limitada. É a constante busca por se diferenciar. Depois de muito tentar se diferenciar pelas roupas, camisas, chapéus, e todo tipo de acessório, agora é o tênis o novo hype do momento para os consumidores mais modernos.
Segundo Ricardo Nunes, um dos principais conhecedores dessa cultura aqui no Brasil, o surgimento da cultura sneaker no mundo não é um fenômeno recente e está relacionado a outros importantes movimentos mundiais, como o reconhecimento da street art (hip-hop, graffiti…), a visibilidade conseguida por alguns modelos de tênis graças a ícones do universo musical, ídolos do esporte e seus contratos com grandes marcas, e a popularização de esportes com uma pegada mais street, como o skate e o basquete de rua.
Alias, o Ricardo é o idealizador do maior site sobre essa cultura aqui no Brasil, oSneakersBR, site que eu sou leitor diário a um bom tempo. Quem está curtindo o assunto eu sugiro a visita no site dele.
Campanha do site SnekersBR criada pela F/Nazca: “Se você daria qualquer coisa por um par de sneakers, esse é o seu lugar”.
Voltando ao assunto, vemos nesses consumidores a possibilidade de um intenso trabalho por parte das marcas de calçados, criando edições comemorativas, limitadas, eventos e ações diferentes com esse público. Vale lembrar que o cara que compra um sneaker está disposto a pagar R$ 300, R$ 500, para não dizer preços mais altos.
O fato é que a cultura sneaker é um nicho de mercado emergente e de alto valor. As marcas de tênis precisam ver o potencial dessa cultura e trabalhar com seus seguidores cada vez melhor. O que vemos hoje é que isso realmente está acontecendo no exterior, porém temos poucas movimentações aqui no Brasil. Ou vai dizer que em uma roda de amigos, esse consumidor que tem um conhecimento superior sobre os produtos, não irá influenciar os amigos?
Hoje venho apresentar o novo comercial do Mc Donalds para divulgar o Jogos Olímpicos de Beijing na China. Como todos sabem, o Mc Donalds é um dos patrocinadores oficiais do evento, e para mostrar seu apoio a ele, a Leo Burnett Chicago criou esse comercial cheio de referências chinesas. A peça mostra 2 crianças travando uma batalha por um nugget. Com uma fotografia pra lá de bonita, o filme traduz todo espírito chinês em volta das olimpíadas. E assina com a seguinte frase: Que os jogos começem. Confiram:
A grande maioria não deve ter reparado, mas a Philips fez sutis mudanças na estrutura do design de seu logotipo, há algumas semanas atrás. É como informou o Cidade dos Logos que, sem dúvida, é um das melhores referências do assunto na internet brasileira.
As mudanças ocorreram sem muito alarde e, para serem identificadas, precisa-se de bons olhos, pois realmente são mudanças quase que imperceptíveis.
Leves curvas nas arestas, principalmente nas letras “L” e “S”, são uma das poucas mudanças efetivadas pela marca.
Um azul um pouco mais sólido e escuro também pode ser percebido.
Clicando na imagem da comparação, acima, você consegue enxergar os maiores detalhes dessa “micro transformação”.