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Essa semana, a Nielsen divulgou um estudo em formato de quizz interativo, sobre a evolução da audiência e as novas tendências dos telespectadores e consumidores nesta época do ano, quando acontecem as Olimpíadas.

Lendo o New York Times na tarde de ontem, descobri esse relatório ( em pdf, baixe aqui ), que trouxe o não tão surpreendente dado que a audiência dos Jogos Olímpicos será muito superior aos anos antecedentes. Clique na imagem do cabeçalho para ampliar.Vale pela certificação dos números.

Lógico, a natalidade não pára e, sem dúvida, essa é uma prova de que estamos no caminho normal e já antecipado pelas leis da natureza humana.

A expectativa é de que mais de 4 bilhões de pessoas assistam os Jogos pela TV; e a NBC, principal canal transmissor do evento nos EUA, deverá cobrir com recorde de mais de 3.600 horas, durante os 17 dias de Olimpíadas.

Embarcando nessa audiência monstruosa, anunciantes se mordem por um lugar ao sol. Com razão, qual marca que não quer aparecer para quase todo o mundo, literalmente?!

Também no NYT, encontrei o ranking que lista os maiores anunciantes das Olimpíadas passadas, em Atenas, na Grécia.

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O mesmo estudo, realizado pelo próprio jornal, revelou que estas marcas na liderança em investimento publicitário, são praticamente as mesmas dos anos anteriores.

Pois é, praticamente já contam com uma “cadeira cativa” nas principais emissoras da América e outros continentes.

Pelo jeito, há não ser o SuperBowl, essa é a época em que os anunciantes sabem muito bem como morrer de inveja de seus concorrentes.