
O meu amigo Nicholas Bergantin, redator aqui da agência, me enviou essa imagem por e-mail, e que por sinal está gerando uma grande indagação entre os que a observam.
A grande indagação diante dessa imagem, é se ela é mesmo a foto de um protesto ou uma espontânea ação de marketing da Mastercard.
Se for somente o protesto de um anônimo, a Master Card realmente lhe deve muito.
Na verdade, se formos olhar mais profundamente, todas as marcas correm o risco de caírem na boca do povo ou nas situações mais adversas da população em geral, sem mesmo ter que existir um gerente de marketing da empresa analisando ou aprovando a situação.
O ambiente mercadológico é democrático, e está ficando cada vez mais, graças ao nosso espírito de consumidor ativo, que nos fazem estar sempre de olho e com a boca no trombone para podermos protestar, comentar, sugerir ou até mesmo divulgar uma marca, sem que tenha uma agência de propaganda em nossas costas.
E com o avanço da internet, onde todos tem a vez, e a voz da grande massa já é extremamente ativa, as marcas tendem a se acostumar com essa expansão e essa popularização.
Em praticamente todas as partes do mundo, a Master Card trabalha sua publicidade com o sloagan: “Para algumas coisas (como gestos de amor, a amizade e a natureza) não tem preço. Para todas as outras existe Master Card.
Agora, voltando à imagem em destaque neste post - ela pode ser compreendida como uma ação espontânea de um manifestante gay. Ou até mesmo uma estratégia de marketing viral da propria marca de cartões de crédito. Quem sabe!?
O que realmente interessa e é curioso, é estarmos vendo pelo outro lado:
Se milhões de pessoas receberam esta mensagem, por meio de amigos, e-mails, blogs, ou simplesmente se depararem com ela no meio da rua, aí então ele pode ser considerado um marketing de sucesso - seja com uma finalidade involuntária ou não ( viral ).
6 Responses for "A popularização das marcas através do Marketing Viral"
Mais que a marca, nesse caso o slogan tornou-se um viral. Olha quanto a gente recebe de emails do tipo: “bola de futebol 10 reais, ingresso 20, bandeira 30. Ver tal time perder de goleada não tem preço.”
Já se tornou até um clichê, piada velha. Bom questionamento dá margem pra uma discussão bem bacana.
Abraço!
Com ctza, Ziggy!
A consequência de ter um bom sloagan, eh q isso acaba remetendo diretamente à marca tbm…
E esse, eh um dos únicos clichês que se tornam saudáveis para uma marca.
Acredito q o sloagan de Master Card seja um dos maiores cases de sloagans de sucesso das últimas décadas em todo planeta.
Abraços!
Oi Gabriel, tdo bem?
Mais um carnaval hein!?
Muito bom esse seu artigo.
O q eu mais gosto do mkt viral eh a espontaniedade das iniciativas e ações que se dispersam.
É uma publicidade amadora e muito eficaz.
Beijos e ateh o Campus!
Não vejo o marketing viral como “amador”. O Ziggy que o diga.
E quanto ao cartaz, é válido mesmo se for uma estratégia de marketing. Como o objetivo da ação é outro, a marca ganha voluntariamente ou involuntariamente.
Abraços!
Ah, e sobre o slogan, ele foi criado pela McCann-Erikson e lançado em outubro de 1997, se não me engano.
A campanha “Priceless” é veiculada em 106 países, em mais de 50 idiomas.
Abraços!
propaganda da master card ou não, eu gostei. =D
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