O meu amigo Nicholas Bergantin, redator aqui da agência, me enviou essa imagem por e-mail, e que por sinal está gerando uma grande indagação entre os que a observam.
A grande indagação diante dessa imagem, é se ela é mesmo a foto de um protesto ou uma espontânea ação de marketing da Mastercard.
Se for somente o protesto de um anônimo, a Master Card realmente lhe deve muito.

Na verdade, se formos olhar mais profundamente, todas as marcas correm o risco de caírem na boca do povo ou nas situações mais adversas da população em geral, sem mesmo ter que existir um gerente de marketing da empresa analisando ou aprovando a situação.
O ambiente mercadológico é democrático, e está ficando cada vez mais, graças ao nosso espírito de consumidor ativo, que nos fazem estar sempre de olho e com a boca no trombone para podermos protestar, comentar, sugerir ou até mesmo divulgar uma marca, sem que tenha uma agência de propaganda em nossas costas.
E com o avanço da internet, onde todos tem a vez, e a voz da grande massa já é extremamente ativa, as marcas tendem a se acostumar com essa expansão e essa popularização.

Em praticamente todas as partes do mundo, a Master Card trabalha sua publicidade com o sloagan: “Para algumas coisas (como gestos de amor, a amizade e a natureza) não tem preço. Para todas as outras existe Master Card.

Agora, voltando à imagem em destaque neste post - ela pode ser compreendida como uma ação espontânea de um manifestante gay. Ou até mesmo uma estratégia de marketing viral da propria marca de cartões de crédito. Quem sabe!?

O que realmente interessa e é curioso, é estarmos vendo pelo outro lado:
Se milhões de pessoas receberam esta mensagem, por meio de amigos, e-mails, blogs, ou simplesmente se depararem com ela no meio da rua, aí então ele pode ser considerado um marketing de sucesso - seja com uma finalidade involuntária ou não ( viral ).