BlackBerry espalha 10 mil gravatas em Milão
Do dia 25 de fevereiro a 4 de março, o mundo virou seus olhos para Milão, sendo que nesta data a cidade abrigou mais uma edição de seu Milan Fashion Week (Semana de Moda de Milão). Uma oportunidade sem igual para as marcas realizarem suas ações de comunicação mais criativas.
Como é o caso do BlackBerry que, durante a semana da evento, invadiu a cidade espalhando mais de 10 mil gravatas, pelas ruas.
Com o mote “Tire as Gravatas“, a fabricante de Smartphones defende que com um BlackBerry um executivo pode trabalhar de onde estiver e, portanto, não é necessário vestir uma gravata.
As gravatas foram penduradas em semáforos, portas de lojas, guidões de bicicletas e postes, somente em locais onde o fluxo de jovens, executivos e turistas é muito grande, como a Piazza Duomo, por exemplo.

A guerrilha para o Blackberry pretende salientar a importância do lazer e da diversão. Reafirmando a sua vocação como uma ferramenta perfeita para o business e o cotidiano corriqueiro dos clientes e usuários.
:: Via Marketing Journal
8 Respostas Adicione seu Comentário
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Thiago Nascimento 11.03.2009em 6:26 pm
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Cris 11.03.2009em 6:54 pm
Legal tb q a ação tem a ver com moda. Mto legal!!!!
Bjux
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Bruno Luís 11.03.2009em 6:58 pm
Tinha alguma msg no verso das gravatas ou deixavam a malta a adivinhar?
Ou era como teaser para a campanha com esse mote?
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Sylvio 11.03.2009em 7:04 pm
Legal. Mas pelas fotos, a ação me pareceu muito exagerada. Acredito que ficaria muito mais elegante utilizando menos gravatas e com certeza teria o mesmo resultado.
Só no corrimão (da foto) deve ter umas 12 gravatas….
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Sérgio Ladessa 11.03.2009em 7:27 pm
Tb acho que houve um pouco de exagero. Aliás, saber a medida certa pra cada coisa é que são elas né
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Gabriel Jacob 11.03.2009em 8:03 pm
Legal, Bruno!
Acabei não falando, mas no verso de todas as gravatas vinha uma mensagem do BB para mostrar que eram eles q estavam por trás da ação










Porra…massa o conceito e o impacto da ação. Mas será que os caras recolheram essas 10 mil peças depois? Caso não, ficaram nas ruas mesmo?