2008
Brasil tem 64,5 milhões de internautas
Postado em (Pesquisa, Web 2.0/Internet) por Gabriel Jacob em 01-12-2008

Lendo o caderno de Economia do jornal Estado de São Paulo, nesta manhã, me deparo com mais uma pesquisa que mostra o aumento da audiência na internet brasileira. Não é só mais uma pesquisa que apenas reafirma tudo aquilo que já sabemos: “Brasileiro é o usuário que mais acessa a internet e blá blá blá…”
Segundo a mais nova pesquisa, encomendada pela F/Nazca para o Instituto Datafolha, o Brasil tem 64,5 milhões de internautas.
Um dado significativo, levando em conta que as estratégias e propostas de comunicação, terão uma fonte de argumentos muito maior e mais impactante. Sem falar no que nós, publicitários, sabemos, o público da internet é muito mais participativo. É na web que está a chance do anunciante “conversar” e interagir com seu target, de forma efetiva.
A pesquisa, feita com 3 mil brasileiros, concluiu que mais de 53% da população já incluiu algum conteúdo na rede, alguma vez na vida. Outros 26% publicaram opiniões sobre algum assunto específico e 20% fizeram reclamações de empresas.
Foi revelado também, que 48% dos internautas levam em consideração a opinião de outros internautas antes da compra.
Em relação os motivos de acesso, a grande maioria entra na internet para buscar informações (51%).Para relacionamento (23%), para entretenimento (20%) e apenas (3%) para trabalhar.
Opa, dá para clientes e agências refletirem bastante sobre isso, não?
Por essas e outras, empresas como Petrobrás e Penalty, criaram áreas específicas somente para monitorar o que está sendo falado deles na internet.
“As redes sociais são hoje em dia relevantes e tiram do nosso controle a dinâmica do processo de comunicação. A nossa equipe acompanha sites como YouTube, Facebook, Orkut, entre outros, para ver como as notícias da companhia repercutem. Ficamos atentos para qualquer ação de neutralização em caso de críticas ou notas negativas” disse a gerente de Multimeios da Petro, Patrícia Fraga.
Leia a matéria completa (aqui).






NOS BASTIDORES DA MÍDIA
Luiz Domingos de Luna
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Penso que a mídia brasileira vem crescendo de forma positiva, ágil, versátil, informatizada; seu poder de informação é amplo, irrestrito, sem fronteiras; os noticiosos são bem aprimorados, toda uma programação que de fato e de direito se posiciona muito bem num Estado Democrático de Direito cumprindo a sua função primeira que é informar a sociedade, mantê-la sempre vigilante e atuante no processo continuo de aprimoramento dos seres humanos no espaço social. Sempre uma luz a pairar no presente, problematizado o nascedouro do futuro e abrindo novas facetas para novas problematizações.
Esta força desenvolvimentista é um imperativo para o crescer harmonicamente em sociedade, e de maior valia para a unidade social Brasileira. Porém, com este processo acelerativo do momento presente, onde novas ferramentas são diariamente oferecidas e que tudo deve ser atualizado, pois a informática é um dos setores que está sendo privilegiada, por aprimoramento de instrumentos que agilizam todo o processo como um todo, o que é uma forma de aprimoramento contínuo, facilitando a vida de todos os cidadãos brasileiros, talvez pela versatilidade da informática, alguns setores que formam a base da estrutura da liga social vem de certa forma, ainda que talvez sem querer, o por não ter a dimensão de seu poder, esquecendo ou não priorizando para o momento e que de certa forma vem causado uma falta para a sociedade, pois, se não Vejamos: Todos os demais paises têm um grande orgulho em mostrar para o mundo seus grandes escritores, poetas, contistas e principalmente os agentes culturais do país. Os Fomentadores da cultura sejam: regional ou nacional.
Os grandes Veículos de comunicação do Brasil durante o século XIX e até meados do século XX traziam em seu bojo, romance, contos, referencial dos grandes vultos da literatura nacional e a poesia sempre presente.
Creio que a juventude precisa ser oportunizada para leituras de poesias, incentivadas para a leitura dos clássicos nacionais e o fomento as manifestações artísticas e culturais de uma região, do país. A iniciativa de projetar para os jovens esta vontade de focar o gosto pela cultura arte e literatura {…} iria com certeza facilitar o trabalho dos educadores em sala de aula, o relacionamento familiar, empresarial e um fluir de uma nova betumação social com certeza iria nascer, onde todos seriam beneficiados, e a sociedade à luz do por vir sempre na esperança, na fé e no pulsar de um novo horizonte, visto a estrutura está alicerçada nas bases culturais que foram responsáveis pelo processo civilizatório da humanidade.
A idiotização da Juventude
Luiz Domingos de Luna
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A indústria Cultural Brasileira, alimentada pelo capitalismo selvagem e direcionador, está diariamente bombardeando a sociedade com uma massificação cultural alienante, no incentivo constante ao consumismo desenfreado a uma cultura alheia a realidade do espaço tempo das manifestações artísticas e regionais, do talento, da arte, da literatura, da música, e da relação histórico raízes por um modelo que prioriza um modismo falso e enganoso na sede insaciável pelo lucro fácil tendo como ferramenta basilar uma mídia cordata que projeta no universo social o lixo podre do vazio navegando eternamente nas ondas no nada.
Praza Deus que a Internet, à luz da civilidade possa direcionar e resgatar estas riquezas regionais do patrimônio imaterial de nossa gente, bem como o fomento por parte de sites de busca priorizando este manancial da epistemologia genética regional no repasse para o mundo on-line, passando para os olhos das futuras gerações o legado das preciosidades destiladas ao longo da história do homem, numa tentativa de regatar a identidade cultural do homem para a busca do compreender da nossa presença e da nossa atuação no espaço social.
Creio que desta forma estaremos contribuindo para a formação de uma juventude consciente, responsável, globalizada nos conhecimentos, na visão de mundo, na liberdade de expressão, na compreensão da heterogenia social. Este fluir do conhecimento e no incentivo a manifestação regionais é com certeza o antídoto para a idiotização da juventude, quando da aplicação do veneno destruidor da luz da vida no convívio social que é a cultura massificada do nada para chegar a lugar algum.
Um Giro no Cariri.
Luiz Domingos de Luna
http://www.colunadomignos.blogspot.com
A História da humanidade foi toda baseada na destruição do espaço geográfico para a preservação da espécie humana, milhares de espécies foram extintas pela ação contínua, dos seres racionais. O Ato destruidor do homo Sapiens está impregnado no DNA biológico e cultural; conscientizar o humano de que são desumanas suas ações para com a sua própria existência civilizatória é tarefa de gigante. Inconcebível à luz do pensar existencial e de sua carga genética cultural, advinda desde a era cenozóica no período do pleistoceno. Um grito isolado de defesa ambiental no meio da multidão soa como ridículo esdrúxulo. Creio que os devoradores do planeta são os grandes grupos empresariais, porém, eles fazem isto porque a vida no modelo atual exige isto, o qual é uma cadeia alimentar, social, política, econômica {…}, o padrão; parar isto seria parar o desenvolvimento da sociedade dentro do foco que conhecemos. Logo a questão ambiental está ligada à linha de consumo, hábitos que foram bem elaborados no processo histórico civilizatório da humanidade. Ora, O rio salgado no cariri cearense até meados de 1835 era um rio perene e saudável, hoje virou um esgoto do lixo cultural do cariri, porém, sem este esgoto não teria outra forma de desenvolvimento de uma das regiões que mais crescem no interior do Ceará. – Cariri, pela ótica do processo interativo de convívio humano conhecido e vivido, assim: ou se mata o rio ou se mata o cariri. Creio que, assim com os demais seres humanos estamos agindo na lógica da corrente do tempo no processo existencial. A Questão do grande lixão que estamos transformando o planeta terra é conseqüência de todo um processo civilizatório contido na epistemologia genética da humanidade. Mudar o curso da história, para a preservação do planeta terra; seria primeiro: a necessidade de mudar toda a forma de pensar, de agir, de existir - um novo renascimento. Agir isoladamente, com um aplicativo psicológico para amainar consciências as questões ambientais é mero paliativo. Enfrentar a problemática de frente teria que, antes, mudar toda uma mentalidade, toda uma forma de viver, onde todo o processo civilizatório consumista seria jogado no lixo e criado outro padrão humano para dar vida plena ao corpo vivo do planeta terra. É possível conciliar progresso, evolução, desenvolvimento econômico em escala planetária sem lesionar a bola azulada?
Por um Cariri Globalizado
Luiz Domingos de Luna
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No sul do Estado do Ceará pontua uma região que desde os mais remotos tempos carrega em seus ombros todo um conjunto de “habitat humano” característico desde a consolidação da diocese do Crato, ao unificador Padre Cícero Romão Batista; há todo um manancial histórico, artístico, cultural, literário, centrado numa verdadeira fonte de talentos que pulverizam o Brasil nas mais diversos estados.
Sempre esta região foi contemplada por pontos de unificação de sua história que é um modelo de vida para qualquer agrupamento humano.
A chama de integração social deve ser uma constante para a preservação da identidade e da cultura peculiar ao povo caririense. O Ponto de coesão da estrutura social do cariri é um legado que deve ser renovado e repassado para as futuras gerações, para a continuidade do corpo vivo na história sul cearense, creio que, com o advento da internet, a capilarização da unificação desta região é um imperativo para o momento, assim compreendo que o fluxo normativo do pulsar existencial de todas as cidades que integram este eixo geográfico, poderia ter uma concentração mais uniforme e coesa, do contrário, poderemos dissipar pontos etnográficos que foram tão bem betumados, untados e unificados pela liga da religião, da cultura, da literatura, da história e finalmente pela própria arte do existir.
A Unificação da Mídia Caririense, desde o seu eixo central aos pontos tracejados do espaço/tempo na região é uma necessidade para dar continuidade a este corpo vivo, integrado, inteiro a bailar na pisada do poder do estrago temporal da existência do agora para o feixe de luz que haveremos de deixar para as futuras gerações, pois, o alimento intelectual do fazer no momento, com certeza, será o fabrico do tipo do mel que será consumido na história futura.
É dentro deste foco que entendo à necessidade de uma mídia, coesa, forte e integrada nas entranhas da própria história que levou dezenas de anos para a construção deste quadro epistemológico regional.
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A MAGIA CONTAGIANTE DO GOOGLE É A LUZ DA INFORMAÇÃO- RÁPIDA E PRECISA - O PLANETA AGRADECE.
Vejo há mais de 07 anos a seriedade do Site de busca Google, o padrão que oferece a comunidade on-line mundial é de uma precisão técnica aprimorada, penso também que num futuro próximo a maior biblioteca do planeta terra será feita pelo google, visto a sua preocupação até de forma exagerada com o patrimônio da epistemologia genética da humanidade, porém se não existir esta ousadir de ser o melhor, mas o melhor na qualidade de serviços, tudo fica embaçado, pois senão vejamos: as múmias do Egito, reliquias inteiras foram simplismente desaparecidas sem nenhum tombamento histórico, na nossa floresta amazônica muitas espécies vão desaparecer, antes mesmo de serem catalogadas. Penso que o google está ainda muito lento, poderia ser ainda mais ousado, pois creio que o google já deveria ter sua biblioteca de livros digitais, pois é uma exigência dos novos tempos da internet, da globalização e da agilidade da informação. A Ingnorância no planeta terra foi responsável por toda mazela que assola a história da humanidade. Meus trabalhos - poesias - já estão prontos para integrar a biblioteca virtual do Google, nós não podemos legar para as novas geraçãos o peso que carregamos com tando sacrificio deixada pela antecessora, logo toda a gilidade do google ainda é pouco para se retirar o peso da cruz que deixaremos para os nossos descendentes.
Luiz Domingos de Luna. Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz- Penitentes- santa Igreja de Roma forania de aurora no Ceará aos 11 dias do mês de dezembro,2008
O filho Ilustre do Crato é centro gravitacional espiritual de desenvolvimento do cariri cearense. -Pe Cícero Romão Batista-
Luiz Domingos de Luna
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O Filho ilustre do Crato Cícero Romão Batista é centro de discussão na mídia caririense e assim perdurará por muitos anos, séculos (…), Ora a atuação contínua do padre Cícero dentro de parâmetros exclusivos foi responsável pela gravitação da diocese do Crato criada pela Bula “CATHOLICAE ECCESIAE” de sua santidade o papa Bento XV, do dia 20 de Outubro de 1914. Em 07 de março de 1875 o primeiro bispo do Ceará D. Luiz Antonio dos Santos abre o seminário do Crato. No dia 1º de janeiro de 1916, dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva toma posse na diocese do Crato, primeiro bispo do Crato, criando o colégio diocesano, o colégio Santa Teresa de Jesus, o banco do Cariri os informativos da diocese a Região e o Boletim e muitas outros obras. Creio que o triângulo: Seminário, Diocese e Colégio Diocesano, foi a base do desenvolvimento motor primeiro, do Crato e por extensão o Cariri. O Que sem dúvidas foram manifestações desenvolvimentistas da igreja.
Com Relação ao cratense Cícero Romão Batista, ordenado sacerdote na Igreja da Prainha, em fortaleza, por Dom Luiz Antonio do Santos 1º bispo do Ceará, celebrando sua primeira missa por escolha própria no dia 24 de dezembro de 1871 em juazeiro, sendo entronizado capelão da Capela de N. Senhora das Dores, em Juazeiro no dia 26 de setembro de 1872. Por indicação do primeiro bispo do Ceará D. Luiz Antonio dos Santos Vez que somente no dia 13 de maio de 1881 D. Luiz Antonio do Santos deixou o Ceará onde foi preconizado arcebispo da Bahia.
Pelo que consta até esta data as relações com a Santa Igreja de Roma e o Padre Cícero Romão Batista foram transcorridas de forma natural e espontânea, inclusive no dia 28 de agosto de 1884, D. Joaquim Vieira, 2º bispo de Fortaleza, benze a nova igreja de N. Senhora das Dores e sagra a pedra do Altar-mor, em 22 de abril 1886 é feita a instalação do sacrário permanente da igreja Nossa Senhora das Dores.
“Considerando que a abolição da escravidão no Ceará foi antecipada em 04 anos a nacional, Considerando que não existia uma política estadual de inclusão dos “libertos” entra neste filão em defesa dos excluídos” escravos libertos” como o falecimento do primeiro patrono da Ordem Santa Cruz no Ceará, Padre José Antonio Maria Ibiapina, assume o patronato o Pe Cícero Romão Batista que, como segundo patrono da Ordem Santa Cruz assume toda sorte da problemática social o da exclusão do estado de uma política de integração do homem do campo e os Libertos a vagar em Canudos sob as diretriz de Antonio Vicente Mendes Maciel, que a pisada do Estado federal, os excluídos encontraram guarida em Juazeiro do Norte na pessoa do Patrono da Ordem Santa Cruz – Padre Cícero Romão Batista. A Omissão do Estado à época causou inúmeros problemas para a igreja Secular, principalmente para a diocese do Crato no cariri Cearense, como para a Ordem Santa Cruz – Penitentes - Santa Igreja de Roma.
O Filho ilustre do Crato Cícero Romão Batista assumiu toda dor do nordestino desgarrado, inclusive dando guarida a todos os irmãos da ordem e afins.
Uma diocese recém criada no Crato que precisava de toda uma estrutura de hierarquia para o seu desenvolvimento e integração da região no caldeirão de uma sopa cultural social e religiosa com a cobrança de um estado que nada oferecia, mas tudo cobrava não uma cobrança normal mais uma cobrança opressora e repressiva.
O Que fez a Santa Igreja de Roma diante da opressão do estado brasileiro para com os desvalidos do nordeste brasileiro?
Creio que diante da inoperância do estado a igreja começou a punir os seus, não por vontade ou ódio, mas por força de um estado opressor, ameaçador e selvagem.
O Objetivo deste artigo não é de ser o dono da história ou da verdade, a pretensão única é analisar os fatos históricos, religiosos e sociais com fundamentação teórica para novas problematizações e questionamentos.
Luiz Domingos de Luna. Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz – Penitentes – Santa Igreja de Roma, forania de Aurora aos 27 dias do mês de Janeiro, 2009.
Bibliografia:
O Padre Cícero por ele mesmo, Therezinha Stella Guimarães e Anne Dumoulim, Editor Vozes, 1983, Petrópolis, Rj Brasil.
Álbum Histórico do Seminário Episcopal do Crato, Em comemoração ao cinqüentenário de sua fundação 1875 – 1925 Rio de Janeiro TVP Rvp dos Tribunes-Rua d Carmo, 55.
Histórico da Diocese do Crato - Jubileu de Diamante da diocese Sob o governo de Dom Vicente de Paulo Araújo Matos, Mons. Raimundo Augusto, 1988 Crato Ceará.
Instruções Espirituais do Padre Ibiapina, José Comblin Edições Paulinas, 1984.
Internet a serviço da educação
Luiz Domingos de Luna
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Creio que urge a necessidade da informatização plena na escola pública e privada, penso que os estudantes precisam ser incentivados pelo educadores a fazer pesquisas constantes, diárias, à criação do hábito ao uso da internet, vez que, o volume de infomações e conhecimentos fornecido estão flutuando numa dinâmica muito acelerada, absorver este conteúdo disponível é ponto iniciático para a compreensão deste ritimo intenso, ao tempo de processamentos epistemógicos, de maior valia para a integração dos estudantes aos acervos educacionais diversificados, ao abastecimento de novos modelos mentais, que a pesquisa oferece, vez a diversidades do novos olhares, pluralizados dos vários autores pesquisados, oportunizando aos “alunos pesquisadores” a flexibilidade da contextualização e apreensão dos conteúdos disponíveis, que embora contenham o mesmo certe central, porém com diferença, pois os focos didáticos são sempre heterogênicos e amplos, assim, os estudantes poderão escolher, ou mesmo compilar a sua visão de mundo à luz de novas óticas de conhecimentos em fluxos normativos no aprimoramento dos seres humanos no espaço social e educacional; contudo o material escrito, livros, livros didáticos, científicos, históricos{…} revistas, trabalhos acadêmicos{…} são a base da civilização humana, a pesquisa na internet é uma ferramenta a mais para a elasticidade de campos do conhecimentos que ainda não estão acessíveis, ou em alguns casos, materializados no papel, mas sem acesso a todos os segmentos sociais.
A Morte do Rio Salgado
Por Luiz Domingos de luna
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É urgente uma política de conscientização sobre a importância da relação entre o homem e seu espaço geográfico, pois, o nível de harmonia entre os seres vivos e o meio ambiente é condição básica para a continuidade da vida no planeta. Este artigo é um sinal de alerta para que as autoridades, as instituições e a sociedade como um todo possam refletir que o progresso, a ocupação humana de forma desordenada e a interatividade social, sem uma preocupação com o meio ambiente, sem uma política consistente de avaliação sobre os ecossistemas, e principalmente, sobre a agressão gratuita ao rio Salgado pode se converter numa situação irreversível e danosa a toda a população da região do Cariri; com implicações devastadoras para todo o sul do Estado do Ceará, Os Impactos ambientais causados pela violência com o rio Salgado, já são visivelmente sentidos pela diminuição e até mesmo extinção da fauna fluvial e da flora ciliar, pois ao primeiro contato com os habitantes mais antigos que viveram toda sua vida ao lado do leito do rio, se observa, um clima de saudosismo, tristeza, onde enumeram inúmeras espécies de peixes, aves e vegetação que já não existem e muitas vezes são raros os exemplares que até bem pouco tempo existiam em abundância. O rio Salgado é uma prova viva da rapidez de destruição deste ecossistema tão importante e vital para a nossa região. As recentes enchentes, onde centenas de casas, pontes e barragens, foram destruídas pelo rio Salgado (janeiro/fevereiro, 2008) é uma reação violenta da natureza, quando esta, é agredida gratuitamente, sem nenhum planejamento, sem nenhum estudo científico prévio, e quando é tratada sem seriedade pelo homem. Enquanto a água está sendo reconhecida mundialmente como o bem mais precioso do século, o rio Salgado está morrendo, pois os dejetos e resíduos doméstico, industriais, hospitalares e públicos estão sendo despejados no rio que corta os municípios de Crato-Ce, Juazeiro do Norte-Ce, Barbalha, Brejo Santo, Mauriti, Missão Velha, Milagres, Caririaçu, Aurora, Lavras da Mangabeira, Cedro e Icó desembocando no Rio Jaguaribe abaixo do açude Orós, {após a ponte de Piquet Carneiro} ao longo deste percurso o Salgado é poluído e como consequencia contamina o lençol freático da região. O Rio Salgado necessita urgentemente de uma limpeza geral e uma despoluição completa, pois além de ser fonte de vida para as comunidades ribeirinhas, é também centro da produção agropecuária no sul do Ceará.
http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
Cultura Sertaneja, oprimida e abandonada.
Por Luiz Domingos de Luna
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Cantada e decantada em verso em prosa, nutrida e destilada na mídia brasileira como a arte pura da criação do sertanejo, comparada ao paraíso perdido, o jardim do Éden, à Canaã, a terra de leite e mel, a pureza encantadora de uma rosa, é assim que é tratada na mídia brasileira, literatura, na história, na vida, seja no plano racional ou emocional, mas esta pobre e amarelada cultura não passa de uma substituição do pleno pelo não pleno, do básico pelo não básico, do total pelo não total, do ideal pelo não ideal, do todo pela parte, senão vejamos:
A geladeira - um pote pingador, Uma cama confortável - uma rede de tear, um almoço digno - um prato de angu, um automóvel - a cangalha de um jumento coiceiro, uma empresa - um tabuleiro improdutivo, uma caneta - uma enxada de três libras, um vigilante - uma cadela cheia de carrapato, um ar condicionado - um abano, um fogão a gás - um fogão de lenha, um rádio - uma gaiola de canário, o telefone - os fogos de artifício, a praia - um açude lamacento, o elevador - um pé de coqueiro, a sauna - é o próprio trabalho. A murada da mansão - uma cerca de faxina, a mansão - Uma tapera de barro cru, o caviar - é ova de curimatã, uma maleta 007 - é saco de nó cego, o avião - é uma pipa voadora, a prancha de surfe - é o couro seco de carregar capim, o teclado - é um pé de pode, o carnaval - é um adjunto de trabalho, Uma missa de gala - é uma novena, uma marcha nupcial -é o miseré, o escritório -é o alertai, o relógio - é um galo gogento no terreiro, ou o jumento, durante o dia, um concerto musical – uma ópera de penitentes ///mas ainda bem que a televisão é a própria televisão e a novela é a própria novela, ainda bem, , pois para quem saiu do sertão nada mais gratificante do que incentivar, louvar e viver as reminiscências do sertão, mas para que não saiu nada melhor do que ver o modo de vida dos egressos sertanejos pela televisão e adeus Sordade!!!.
Cultura Sertaneja, oprimida e abandonada.
Por Luiz Domingos de Luna
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Cantada e decantada em verso em prosa, nutrida e destilada na mídia brasileira como a arte pura da criação do sertanejo, comparada ao paraíso perdido, o jardim do Éden, à Canaã, a terra de leite e mel, a pureza encantadora de uma rosa, é assim que é tratada na mídia brasileira, literatura, na história, na vida, seja no plano racional ou emocional, mas esta pobre e amarelada cultura não passa de uma substituição do pleno pelo não pleno, do básico pelo não básico, do total pelo não total, do ideal pelo não ideal, do todo pela parte, senão vejamos:
A geladeira - um pote pingador, Uma cama confortável - uma rede de tear, um almoço digno - um prato de angu, um automóvel - a cangalha de um jumento coiceiro, uma empresa - um tabuleiro improdutivo, uma caneta - uma enxada de três libras, um vigilante - uma cadela cheia de carrapato, um ar condicionado - um abano, um fogão a gás - um fogão de lenha, um rádio - uma gaiola de canário, o telefone - os fogos de artifício, a praia - um açude lamacento, o elevador - um pé de coqueiro, a sauna - é o próprio trabalho. A murada da mansão - uma cerca de faxina, a mansão - Uma tapera de barro cru, o caviar - é ova de curimatã, uma maleta 007 - é saco de nó cego, o avião - é uma pipa voadora, a prancha de surfe - é o couro seco de carregar capim, o teclado - é um pé de pode, o carnaval - é um adjunto de trabalho, Uma missa de gala - é uma novena, uma marcha nupcial -é o miseré, o escritório -é o alertai, o relógio - é um galo gogento no terreiro, ou o jumento, durante o dia, um concerto musical – uma ópera de penitentes ///mas ainda bem que a televisão é a própria televisão e a novela é a própria novela, ainda bem, , pois para quem saiu do sertão nada mais gratificante do que incentivar, louvar e viver as reminiscências do sertão, mas para que não saiu nada melhor do que ver o modo de vida dos egressos sertanejos pela televisão e adeus Sordade!!!.
O Universo em suas mãos girando no globo do cariri
O Cariri precisa ser Globalizado, esta região, que nasceu da tenacidade dos pioneiros, que conseguiu às duras penas, integrar a unidade cultural num bloco de desenvolvimento no sul do Ceará, precisa urgentemente, de uma coesão de integração das comunicações. O Mundo on-line caririense que devemos construir agora é o legado de uma história que pulsará viva no futuro, na certeza de cumprimos com a missão do repasse do peso histórico do momento para as vindouras gerações, precisamos ter a consciência do referencial histórico do momento, à abertura de um novo mundo que com certeza faremos, deixando a marca de nossa pisada existencial no mapa do mundo virtual,como a pisada gloriosa na Lua, de uma nova fase, uma nova era na forma de comunicaçao do homem, começada na era cenosóica no periodo do pleistoceno aos dias atuais. O Mundo on-line cobra isso de nós. Começamos assim, a contrução do acervo vivo informativo do cariri, um edificio que nunca termina, porém ninguém poderá no futuro nos tachar de omissos. Todos por todos na globalização do Cariri. O Universo em suas mãos girando no Globo do cariri.
Luiz Domingos de Luna
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Fanatismo na imprensa
Por Luiz Domingos de Luna
No final da Semana Santa, sempre ocorre na imprensa escrita, reportagens que sem o olhar acurado da ciência social, ou no oportunismo gratuito do momento de oração e vigilância, muitos jornalistas se arvoram no poder de posse dos donos da verdade e no filtro viciado das salas de jornalismo a fazerem reportagens gratuitas e inoportunas, desprovidos de um estudo empírico ou um trabalho sério de campo comprometido com a realidade dos fatos. Neste período é comum a Ordem Santa Cruz – Penitentes- Santa Igreja de Roma ser tratada como um seita de fanáticos, lunáticos, com uma linguagem e um acervo fotográfico que repassa sempre uma visão negativista para o público que, por falta de outro ângulo de observação, sempre cordeiristicamente a absorver todo este lixo de um jornalismo imprudente, mesquinho e oportunista.
Creio que, com a chegada da internet, com o aumento dos sites, blogs e toda estrutura de liberdade do mundo on-line, estes linchadores dos penitentes vão ter menos espaço para injetar na veia da sociedade a sua ira ou sadismo desenfreando, usando o cargo de formador da opinião pública, para desinformar, para confundir e para oprimir uma {categoria} que sempre sofre calada com a ação cada vez mais violenta e virulenta de um jornalismo escrito de um sadismo estarrecedor.
Creio que nesta Semana Santa com o olhar de respeito e liberdade característico dos olhos do mundo on-line, todos nós que participamos da construção deste mundo virtual em benefício da epistemologia genética da humanidade para o bem, não vamos mais aceitar práticas que atacam o estado democrático de direito à liberdade de culto no estado Laico como é o nosso caso.
Nós do mundo oline sempre ficamos a mercê das embromações da imprensa escrita, sempre consumimos o produto e o sub produto do deuses da imprensa escrita, Eu, particularmente, como integrante da Ordem Santa Cruz já fui tachado de todo adjetivo negativista que suja a história da humanidade via imprensa escrita, ainda que não diretamente em citação a minha pessoa, mas a ordem como um todo, porém, com o ataque a Sublime Ordem, sinto-me também atacado, Assim, como todos os irmãos devem se sentir. Nós da ordem Santa Cruz, bem como em todas as nossas oficinas jamais direcionamos um olhar pejorativo ou de desgaste para com as ordens sublimes existentes no Brasil.
Estou convicto de que os meus irmãos, não interessa o credo ou profissão de fé aos olhos do mundo oline, também estarão em alerta para conhecer estes oportunistas de plantão.
Praza Deus, com os ventos de liberdade e da internet nem existam mais, ou não usem o teclado do computador para depreciar e molestar o que não se vive, não se conhece e não responde as provocações de lobos vestidos de cordeiros.
Luiz Domingos de Luna. Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz – Penitentes – Santa Igreja de Roma forania de Aurora aos 7 dias do mês de Abril,2009.
Cidadania a serviço da ética
Por Luiz Domingos de Luna
Com a entrada da internet no cotidiano das pessoas as informações rolam rápido no processo interativo da comunicação, acontecimentos que eram de difícil acesso as camadas mais populares, hoje com a popularização dos computadores conectados no mundo on line, as comunidades mais distantes dos grandes centros urbanos, já estão tendo acesso, o que com certeza forma um farol de conhecimentos que pode servir de esteio para a plenitude do exercício da cidadania plena, ora, o que se vive no Brasil é uma situação vexatória, pois é comum encontrar pessoas com fórmulas mágicas para resolver a problemática da corrupção desenfreada que engessa todas as artérias vivas que pulsam no Brasil.
Tal prática, totalmente lesiva ao estado democrático de direito, é somente em si mesma, um mal, um tumor maligno que dilacera e corrói todo o tecido social, invialibilizando assim, o convívio harmônico, tão necessário para o funcionamento das instituições que formam a base de sustentação da ordem social, político.econômica{…) do país, este clima de inquietude e insegurança no processo eletivo é sempre um peso muito forte e um preço muito alto por uma projeção de insegurança que na verdade, de fato e de direito, nem deveria existir, pois, as normas de funcionalidade do Estado Democrático de Direito; já estão devidamente expressas, aprovadas, inclusive, já estão sendo aplicadas sem nenhum prejuízo para a ordem democrática, podemos dizer que, o processo eletivo no Brasil em nada fica a desejar com relação aos demais países em desenvolvimento ou mesmo desenvolvidos.
Creio que o problema nasce quando as “vivandeiras” de plantão, enfronhadas no poder, seja em democracia, seja em tirania,(….) ou qualquer outro regime, ou mesmo sistema político, entronizadas no poder como numa propriedade privada, tratam o poder público como a extensão de seus interesses mesquinhos e passam a viver como se o estado fosse seu feudo, um questão de segurança de seus bolsos, não interessando se o dinheiro público vem de caixa um, caixa dois, caixa(….) pois, o que interessa para as vivandeiras é eternização do pânico, as mais das vezes causadas por elas s mesmas. Quem são então as vivandeiras ? São os abutres que não se conformam com a lei, a legalidade, a norma, a ordem institucional e partem, geralmente no final do mandato para um terceiro mandato, um quarto, um quinto(….) e se não existir possibilidade legal para o objetivo da vivandeiras o que fazer ? Ora, para as vivandeiras o estado está a serviço delas, em havendo impedimento, o que está errado para elas é a lei, é a normalidade jurídica, é a ordem constitucional e ai elas partem para mudar tudo, pois, para as vivandeiras o que vale é, tudo que atendam aos seus interesses mesquinhos, não interessando os meios, mas os fins propostos por elas mesmas. “Que se lixe a sociedade” é o que pensam as vivandeiras deste país.
me preocupo com a tamanha banalização que se tornou nossos meios de comunicacão, cada vez mais e mais sensacionalismo e rudimentarismo na midia,mas a iginorancia é audaciosa
Nosso sistema capitalista cada vez mais produz um homen corrupito e impiedoso capaz de aniquilar oseu semelhante por não conter seu ego voraz e insaciavel,estamos mergulhados em um mar de ipocresias e mediocridades que acaba sucumbindo de nossos lares a ética e respeito. Levanta-te escressência do nada ergue o teu grito,não fique estático gemendo e chorando no rudimentarismo
Chega de Coronéis !
Por Luiz Domingos de Luna
É incrível a dependência da história política brasileira dos coronéis que já estiveram no poder, (…) à sombra e conseguem sempre alianças para se manter firmes e atuantes nas esferas administrativas do poder público.
Ao fazer uma avaliação ao longo da história se vê que o coronelismo é ponto de obstrução e de emperramento de desenvolvimento do Brasil, é uma doutrina nefasta que corrói, dilacera, corrompe e destrói todo o foco afirmativo de crescimento político, econômico e social.
É comum dizer que, para se ter uma governabilidade serena, se faz necessária à aliança com os coronéis, e é o que tem sido feito, porém os problemas começam logo nas alianças, os coronéis que são fisiologistas por natureza exigem logo cargos e mais cargos, e o pior, não aceitam os que estão subordinados as normas, a lei, ou seja: que estão sujeitos a hierarquia do segundo ou terceiro escalão, preferem sempre os que tem autonomia financeira própria.
Por que a nossa classe política é tão dependente destes coronéis que tem uma política voltada, unicamente, para o bem estar de seus bolsos, de seus familiares, do fomento a corrupção na especialização de formação de caixas, peritos inclusive, na construção de caixa um, caixa dois, caixa três (…..) São na verdade sangue suga da democracia que conspiraram contra o poder democrático, contra a norma, a ética, a lei e o estado , pois sempre foram e serão caciques de uma aldeia desafiadora ao estado democrático de direito, pois, são filhos legítimos da ditatura, amantes eternos do poder e de preferência do poder em regime de exceção.
É urgente uma política voltada para exterminar todos os males de agentes políticos que alcunham o Brasil como um país relegado eternamente ao país do futuro . Precisamos construir o Brasil que dá certo, que está dando certo, que precisa, tão somente, perder o medo destes abutres da política brasileira os famigerarados coronéis políticos, ou políticos coronéis.
POLITIZAÇÃO JÁ !
Luiz Domingos de Luna
A juventude Brasileira vive num vácuo muito forte, talvez o marasmo juvenil, seja conseqüência de falta de bandeiras, de causas, de uma diretriz, um norte, uma rota, um caminho a ser seguido, pois, é comum os jovens dissolvidos numa rotina escaldante da repetição de uma rotina dura e plástica voltado apenas para o caminhar de seu próprio universo de suas atividades básicas, amorfas, geladas, enquanto o horizonte social e político a esperar a atuação da juventude no alicerce para a formação de novas lideranças, novos movimentos, novas aglutinações, mas não, tudo para. Uma parada inoportuna, cruel e totalmente lesiva para a confecção de um novo olhar social e por extensão uma visão globalizada sobre os interesses do Brasil e da América latina como um todo.
Por que a juventude brasileira está tão dispersa ? Não existe ponto de coesão no pensamento juvenil ? Esta falta de interesse com o bem estar social, político, econômico (…) é sinal de descaso ? De decepção com o quadro existencial, ou simplesmente é falta de iniciativa, de pulsar, de garra para com o futuro que, sem dúvidas para nós, otimistas, sempre foi e será promissor.
É triste saber que essa massa viva que brota no seio da sociedade não esteja preocupada com a qualificação do espaço social em todas as suas arestas, pois os movimentos parcos, quando acontecem, são sempre eventos efêmeros, sem raízes, sem a determinação do engajamento político na consolidação de uma força de coesão afirmativa.
Quando o quadro político se renova, de prontidão, a juventude a disseminar pechas sociais, raposas velhas, os mesmos de sempre e por ai vai… Ora, como mudar a situação se não existe uma consciência do jovem de que a preparação de novos talentos, seja: artísticos, culturais, políticos e sociais são fermentados dentro do próprio espaço social. O Por vir juvenil não pode e não deve ser coisificado, pois a sociedade fica sempre na busca do elo de continuidade existencial, na falta, o ciclo vicioso se repete, mas vale ressaltar que a repetição se dá devido ao vácuo existente.
Dentro deste contexto é mister afirmar que sem uma politização forte, coesa, atuante, diversificada e determinada por parte dos jovens, nós i estamos sempre condenados a viver com os dogmas, a falhas, e todo entulho de uma geração que nasceu com os costumes de um passado obsoleto,viciados em limitações, em conservar um padrão ético que não existe mais, e a sociedade sempre engessada nesta camisa de força de valores cultivados em um mundo que não existe mais.
Chega de sonhar com o mundo projetado pelos nossos pais, nossos avós, nossos (…) precisamos construir já, um novo mundo, um mundo em que o jovem seja de fato e de direto o agente de transformação da sociedade no cumprimento das necessidades tão urgentes de que o Brasil Precisa e que aguarda as propostas dos jovens que nunca chegam ?
Acorda juventude, pois o tempo passa, a vida passa e não dá para viver eternamente em busca de culpados para problemas que nós mesmos contribuímos para a sua existência e na fizemos para eliminar as causas.
Sem invenção da roda
Por Luiz Domingos de Luna*
A Democracia reside na alternância do poder são estes impulsos políticos, nas formas diferenciadas, que vão alimentando todas as tonalidades da sociedade, num rumar afirmativo no processo civilizatório, porém, é insensatez pensar que a cada renovação da gestão púbica tudo deve ser recomeçado, ou iniciado do ponto zero.
É muito comum a cada gestão que se inicia, uma reprovação integral da anterior, uma mudança completa, ou mesmo, uma renovação dos quadros administrativos técnicos por outros com propósitos e metas diversificadas , assim, estamos num eterno recomeço. Existe uma cultura política de que a continuidade do processo anterior é nocivo, é atraso, é copiar… Enfim é continuísmo.
Esta cultura de reprovação completa das ações públicas do antecessor é retrógrada, negativista e conspira com o bem estar da sociedade, pois os projetos que estão dando certo para a solidificação do estado democrático de direito e para o bem estar do povo brasileiro é patrimônio afirmativo da nação e nunca pode ser o legado de um partido político, de um grupo, de uma bandeira, pois qual o ideal político de todos ? Um Brasil que atenda as necessidades dos brasileiros, que trilhe sempre em dias melhores e afirmativos para todos.
É triste saber que projetos maravilhosos que estão dando certo serão colocados no lixão do esquecimento e da hipocrisia, simplesmente por pertencerem a partidos diferenciados, o que é um grande salto para trás, é uma forma apequenada de ver a política, pois, quando algo está dando certo é conseqüência do processo maior que é o sistema republicano que oportunizou a aprimoração necessária para o fim desejado.
Assim, retroagir o afirmativo, tão somente, porque tem uma afinidade maior com um determinado partido político é uma forma mesquinha e oportunista de conviver com o bem estar da sociedade brasileira, afinal, não dá para viver reinventando eternamente a roda.
* Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.
Planeta grão, para.
Luiz Domingos de Luna*
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Outro dia, eu peguei minha luneta, me afastei bem da terra e fui olhar como é que isto funciona, olhei as cidades, cada uma com seu lindo cemitério, os túmulos bem esculpidos, tudo iluminado - Será que eles amam o mistério ? Olhei bem os espigões verticais, pareciam latas, as pessoas entravam sorridentes nas latas – Seres humanos enlatados ? Ao focar as ruas era um rio em movimento, um rio cheio de automóveis, tinha até os ruídos das cachoeiras, as buzinas ao som de apitos que não paravam mais. Será que eles amam o barulho ? Coloquei uma nova objetiva e vi uma multidão entrando, casas, cubículos, celas – Será que eles amam a prisão ? Ao girar a luneta, um novo mundo uma orla marítima cheia de humanos, trajes bem economizados, muita onda, muita prancha muito surf - Será que eles amam a liberdade ? E ali, bem em frente um parque, cheios de bocas redondas, as bocas sempre a soltar um hálito sulfuroso em forma gasoso - Seria um parque industrial, pelo jeito sim, pois é uma entrada e saída de automóveis que não para nunca – Será que eles amam o movimento ? Ali é um baile, não tenho dúvida, ali é um baile todos com seus corpos untados em movimentos ao som de músicas continuadas, corpos que se juntam e se deslocam em questão de segundos, um ritmo bem cadenciado numa cola que une e separa ao som da harmonia ou desarmonia do choque sonoro – Será que eles se amam entre si ? Ai, bem ai, agora sim, encontrei uma fábrica, uma linda fábrica, tudo bem estruturado, higiênica inclusive, uma fabrica que não produz fumaça, dá muitos empregos, esquenta a economia, dá luz ao progresso, determina o que é um pais desenvolvido ou não, é base que dá sustentação ao que é, e o que não é poder, é uma maravilha da criação humana, obra prima, o poder da inteligência concentrada dos inteligíveis em projeção, um show vivo e imperdível no palco da existência dos seres humanos. Uma linda fábrica de mísseis da última geração, não erra o alvo nunca, pronto para destruir tudo a sua frente, um britador, um demolidor, esperando somente à hora para atacar o inimigo -Que inimigo /eu/. não, - Outros seres humanos. - Será que eles amam a vida ou a morte. - Não sei !
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(* ) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.
Identidade social
Luiz Domingos de Luna*
O Grau de concentração dos seres humanos num ponto geográfico Caracteriza o tipo de sociedade, quando: há uma abertura para a compreensão da heterogenia social, novos valores culturais são adicionados, o respeito às diferenças é base. Incluir todo um patrimônio humano diversificado na formação da identidade do agrupamento social é motor primeiro para a civilidade, progresso e a afirmação do processo interativo e afirmativo do convívio harmônico da tecelagem humana em que está inserido, a que se busca, porém, antes, faz-se necessário um padrão ético aplicado a todos os integrantes da Sociedade, indistintamente. É um grande prejuízo para a sociedade quando o contrato social é privilégio de um grupo ou agrupamento em detrimento da maioria.
A Identidade da sociedade deve ser a congruência de todas as forças afirmativas que definem o espaço maior, daí a necessidade, muitas vezes, renuncia do particular, para o bem estar da conjuntura, da totalidade, sem isso, tem um conjunto de indivíduos, uma sociedade composta de força de coesão do individual, não corresponde ao social, vez que os interesses são norteados para inúmeros vetores individuais, neste caso, o coeficiente da totalidade das partes não define o que é o ser social, pois quanto maior for à concentração do individual, maior será a força individualista na sociedade, não chegando à identidade social, pois, sem a compreensão de que a harmonia do bem estar coletivo é que define o bem estar individual, e não o contrário, é esta abertura de visão de mundo que vai definir o tipo de sociedade que se aspira paras as futuras gerações, pois, quando mais se lutar pelo bem estar da coletividade humana, mais está se fazendo para um por vir de um mundo onde todos possam ser felizes.
(* ) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.
Estado sem Cruz
Luiz Domingos de Luna*
De quando em vez, aparecem defensores de: já que o estado brasileiro é laico não há necessidade de símbolos cristãos em suas repartições. E uma posição muito simplista e descaracterizada da força da cruz na história do Brasil. Pois, senão vejamos: as caravelas que aqui aportaram já continham nas suas velas as cruzes estampadas nos mares bravios.
Com a Chegada dos portugueses o maior acontecimento histórico e cultural foi a missa, e a cruz sempre presente, as localidades de uma forma geral receberam denominações de Santos ou símbolos do cristianismo, valendo também a regra para os primeiros educadores do Brasil, os jesuítas.
O estado brasileiro sempre conviveu pacificamente com os símbolos cristão, presentes em bandeiras, escudos, hinos (…..) o reconhecimento de feriados de fé cristã. Enfim a laicidade do Estado nunca foi prejudicada por uma maioria que professa uma fé religiosas, vez que as nossas cartas magnas são, via de regra, deis tas sem prejuízo para o estado laico.
Muitas cidades brasileiras têm buscado subsídios na religião para formar a sua unidade social e cultural, a regiliosidade do povo brasileiro está bastante amadurecida para o discernimento entre um ato de fé e uma decisão jurídica de um estado laico que forma a unidade da nossa nação.
A Presença de símbolos cristãos nas repartições públicas no Brasil é somente o reconhecimento de um estado laico que convive pacificamente com um povo religioso.
Creio que os símbolos presentes nas repartições publicas do Brasil estão mais direcionados a cultura religiosa entranhada na história do povo brasileiro do que uma apologia a qualquer credo, do contrário teremos que negar ou apagar toda simbologia cristã presente na formação heterogênica do Brasil, ou da identidade do povo brasileiro. Ao se fazer a mudança o primeiro a ser ferido nessa historia não é a religião, ou o credo que se professa, mas a própria história brasileira que foi construída com tanta luta pelos desbravadores e continuadores e dos que, ainda estão para servir ao meu Querido Brasil.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora
/ De Uma base galaxial/:Os seres Humanos não têm consciência cósmica. Para:
Luiz Domingos de Luna
Planeta Terra – Bolinha ainda azulada ?
Ao contemplar o emaranhado Cósmico do Universo, todo ser humano se sente impotente diante de tanta existência, satélites, planetas,quasares, galáxias, buracos negros e uma infinitude que o pensamento dos seres humanos, mesmo para os mais brilhantes gênios da humanidade,fica sempre a pergunta para que tudo isto? Que engenharia é esta? Como foi feito? Por que foi feito, como? Existe até os mais audaciosos que perguntam realmente estamos sós? É assustador saber que os seres humanos com todo o conhecimento adquirido ainda não tenham respostas para: De onde viemos? Para onde vamos? Porque estamos aqui? Qual a Missão humana? Diante de tanta beleza inteligível da existência, penso que outros seres universais já ultrapassaram a inteligência humana há muito {de longe}. Pois a morte é algo muito obsoleto, a dependência dos seres humanos com o meio ambiente e muito grande, estes animais “racionais” precisam de água, ar, gravidade, alimento, só sabem viver em grupos, parece que estão sempre assustados. Esta dependência exagerada ao meio ambiente é com certeza um atraso intelectual muito grande. É muita repetição. A dor, o sofrimento e a morte são provas cabais de que a humanidade não está pronta para ter o controle do universo. Porém entendo que outros irmãos nestas alturas já têm a chave do controle universal. Até quando teremos que clamar pela caridade intelectual dos nossos irmãos iluminados, que com certeza estão rindo destes seres racionais, mas que não conhecem a razão da existência do universo em expansão.
Aos Seres Humanos
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
Sedentarismo Contemporâneo – O Mal do século XXI.
Luiz Domingos de Luna*
Com o advento do crescimento das tecnologias e das mudanças repentinas de consumo, toda sorte de mazelas vem assolando o já frágil convívio do tecido social planetário. Pois, à medida que cresce a tecnologia, diminui o campo de trabalho, obrigando as pessoas a ter uma vida ao ritmo das máquinas, isto traz inúmeros prejuízos para a convivência dos seres humanos,a adaptação deste sedentarismo da modernide, falta de tempo, as pessoas hoje em dia não podem escolher o seu cardápio, ou ter um momento para as refeições.
Na falta disto, vão se alimentar nas cadeias de distribuição de alimentos que oferecem às pressas, - refrigerante com hambúrguer - feito tudo a base de gordura saturada, colesterol, além da alta taxa de glicose, razão de estar aumentando em forma de progressão geométrica os casos de crianças com problemas cardíacos, diabetes mellitus, obesidade e outras mazelas como o stress, depressão…
Os seres humanos não são máquinas, não podem responder os interesses dos grandes mercados de capitais com subserviência, como justificativa a pressa com a falta de horário para alimentação.
Estamos entupindo nosso organismo de colesterol, triglicérides e glicose. Iremos pagar um preço alto pela ingestão de alimentos degradadores de nosso próprio organismo, bem como, iremos criar uma geração de obesos, porque não dizer de crianças obesas, stress, depressão; tudo isto, para nutrir a ganância de impor uma cultura alimentar rápida, desprovida de um balanceamento químico compatível com o nível de tolerância do organismo humano, um costume que distrai e destrói a vida humana.
Na verdade é uma bomba química que age interna nas entranhas do organismo como um vírus mortífero esperando a hora para entupir os capilares, veias e artérias, ao primeiro sinal a pressão já está nas alturas, a morte já a espreita, pois, o tratamento requer uma mudança de hábitos alimentares que a sociedade não está preparada para tanta imposição, privações, caminhadas, dietas, é uma exigência tão grande que, já não é exagero dizer que o mal do século XXI é o próprio sedentarismo contemporâneo.
Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra - Aurora
Aurora, um presente da igreja
Luiz Domingos de Luna*
Desfraldando com um facão rabo de Galo, com a batina Moída pelo tempo, nos araçás ainda úmidos na boca quente, os sabiás pulavam de galo em galho, a aurora boreal a registrar o momento, Na manhã de 1825, O cedro, as carnaúbas, os marmeleiros, na brisa da paisagem, a cruz deslocada aos pioneiros, dos irmãos lazaristas, aos missionários, a primeira cabana é erigida, na verdade uma capela, ou mais precisamente, um oratório de um padre, um penitente.
A Contemplar a seara da Messe aos olhares atentos de seus irmãos, seus amigos, familiares e parentes. A Chama de uma lágrima floresce na face daquela fisionomia sofrida e retorna a terra que feliz fica ao ver aquela forte figura cadavérica entregar os pontos, do pensar para o alto, e fazer a ligação entre o humano e o divino.
Sob as palhas do oratório, na prensa de uma cabana, com o cheiro forte da celulose, parava a ciclose e começava missa, batizados e casamentos. A Igreja entrando nas matas, virgens, nuas, e ecológicas ao som do maestro natural de Crato a rumar sertão adentro o ouvir ainda, do Rio Salgado, potável nas águas, a riqueza de uma região em andamento.
O Padre a ouvir a cantilena, de uma sobrinha não contente, haja preces, e mais preces ao casamento, da primeira devota do Menino Deus - Maria Leite dos Santos, no choro da estola aos pés do padre Antonio Leite de Oliveira, a súplica de uma irmã da fé, nascia, naquele momento, pois, em lágrimas rogava e pedia que se um esposo encontrasse, em um tempo ou a um só templo um oratório ergueria.
Do Aracati ao Crato, um tropeiro conduzia, uma condução de burros, todos paramentados na estrada que trazia, nos juazeiros do Cariri, uma nova estrada surgia, na fatiga da poeira da estrada, na orla de um rio parava, o príncipe dos sonhos de Maria.
Quando um burro se afogava, Francisco Xavier de Sousa, gritava, som que penetrou nos suave auvidos de Maria, acudira com precisão, mais no calor da emoção, enquanto o burro saia, o olhar penetrava, o véu ao chão caira, força de uma seta, talvez fosse uma reta, o coração dos dois jovens em calor se ebuliram.
Numa casa de taipa, uma tapera, uns fachos aos jogos e folguedos, o jovem gritava e aplaudia, eram gritos de derrota e de vitória que o jogo lhe trazia, na verdade uma grande paixão, que nasceu no rio e na mesa de Maria.
O Padre que conhecia a história e as preces de Maria, lembrou de seu juramento, já foi falando em casamento, que foi um contentamento para os dois que admirados lhe ouviam.
Assim nasce o oratório do Menino Deus, todo ornamentado, simples e bem cuidado pelo amor de Maria.
De Francisco Xavier da estrada o seu estado, um lindo sobrado, pensava, as posses de sua esposa a obra construía em 1831, A Fazenda logradouro seu oásis possuía. Da fazenda para a venda uma nova história nascia, pois no grito de Paulinho Nogueira, na soleira do sobrado o nome Aurora surgia. A Velha história se esconde, pois a cratense Aurora Leite Teixeira dá um basta à hipocrisia, revelando o seu romance com o coronel que na rua da vala nascia, um amor que não podia, assim veio para a venda, ergueu também uma capela, criando uma contenda, nasceu logo uma desavença entre sobrinha e tia.
O Padre sabiamente, delimitou bem ligeiro, a área de atuação, destas duas heroínas uma ficou o nome a outro o padroeiro.
O Tempo jogado no espaço a esperar um luzeiro, em novembro de 2009 José Cícero é o obreiro, na secretaria de cultura, num passo firme e certeiro, ao consultar o estado, que foi muito hospitaleiro, finalmente na linha do tempo pisado, o sobrado é tombado, ao povo da Terra do Menino Deus é repassado e ao povo de Aurora agraciado com o seu primeiro prédio feito em alvenaria.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – CE.
Concurso Público é Investimento.
Luiz Domingos de Luna*
A tradição no Brasil sempre a carregar costumes que estão fora do processo de desenvolvimento, assim, este gigante pela própria natureza fica transfigurado num anão quando os agentes públicos, servidores em esferas: municipal, estadual, federal são escolhidos por critérios subjetivos, parentescos, amizade, e qualquer outro, que não tenha como foco o conhecimento. Esta prática tem feito a felicidade de uns em detrimento do bom funcionamento do Estado Democrático de Direito.
A Constituição de 1988, sabiamente, focou esta luz que posta na prática de forma intensiva e abusiva vai aparelhando o estado para uma nova roupagem de ações concretas por profissioaniais que estão em serviço por mérito, sem a preocupação de estar agradando ao desagradando à alguém, afinal, o objetivo do funcionário é servir e servir bem ao estado e por conseguinte a sociedade como um todo.
É mister afirmar que: a premissa parte do todo, da totalidade, do conjunto maior, do colegiado que forma a sociedade, assim, os interesses, ou indicações ,ou subjetividade são dissolvida no bem maior o bem estar da sociedade como um todo.
Quanto maior e mais transparentes forem às ações do estado maior será à força de coesão da sociedade; nisto, reside o principio da civilidade, tão necessária para a harmonia do conjunto heterogêneo, e de: ter a aptidão para o convívio com as diferenças e com os diferentes sem o uso do etnocentrismo, praga que ceifa todo o processo civilizatório, força que emperra e embrutece o processo de socialização, tão necessário, para o bom convívio dos seres humanos no espaço tempo.
Quando uma instituição, prima pela seriedade, compromisso social, sempre dentro de uma ética exemplar passa para a sociedade estes princípios ativos, todos os integrantes do contrato social são beneficiados, pois, o processo é possuidor de lisura, de lealdade, de coesão social, o corpo a exercer a nova função foi escolhido dentro de padrões característicos de atitudes que dão a credibilidade necessária para o exercício da atribuição; pois, todo o processo, deste o surgimento foi balizado no mérito por meios constitucionais, legais, com a devida probidade, universalidade e, principalmente, com meios de civilidade e transparência, ficando no consciente coletivo, o modelo a ser seguido, o norte a ser desenhado, o objetivo a ser alcançado, a meta a ser cumprida; assim, a chama da cidadania faz aflorar um novo mundo, uma nova luz.
A seriedade e a transparência vetores de esperança de toda uma gama de jovens desta e das futuras gerações.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – (CE)
Minha volta a Aquarius
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia, não sei bem precisar o motivo, me bateu uma saudade de meu berço natal Aquarius, depois de muito refletir, vi que não era importante a viagem, a cultura, o modo de vida tudo diferente, e, o fato maior de já estar acostumado aqui na terra, na verdade, me sinto mais a vontade como terrestre do que com o Aquariano.
Talvez o motivo real seja outro, ou seja: o medo de não poder mais retornar a terrinha, que, apesar dos conflitos humanos, das limitações, tem um charme muito especial que é o bairrismo, com certeza o que caracteriza o Planeta Terra é o bairrismo, algo muito difícil de encontrar em outro.
Diante da minha decisão de retorno ou não, vi que estava agindo como um terrestre, pois, o grande paradoxo dos humanos é também o meu paradoxo. Algo que me deixou perplexo e angustiado, ao saber que o amor a terra é também motivo de agressão a mesma, uma equação pensante muito contraditória, pois, como amar o planeta e viver eternamente pensando, abusando, ferindo, explorando, consumindo, poluindo e pelando a bolinha tão frágil e tão pequenina no espaço sideral.
Para os terrestres, talvez a minha reflexão, não contivesse o cerne da racionalidade, vez que: como os habitantes da bolinha ainda azulada poderiam chegar a tal conclusão? Se eles não conhecem outro referencial, para mim, isto é muito natural, porém para eles o meu questionamento pode nem fazer parte de seu campo pensamental. Por que faria?
Descobri que sem um diferencial, ou outro referencial, fica muito difícil de chegar ou compreender o plano existencial, racional, lógico, real e plausível a arte cara de existir, numa ação tão renovada, quanto à existência do próprio homem no planeta terra.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE)
http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
Terra que mata
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia eu me encontrei com um Aquariano, foi uma verdadeira festa falamos de nossos costumes, nossa cultura, enfim foi um reencontro que há muito esperava, porém de difícil acesso, devido à falta de comunicação que nós temos uns para com os outros.
Como a minha memória aquariana está muito fraca, já posso ser considerado um terráqueo de verdade, então perguntei para o colega-O Planeta terra assassina a vida?– sim. - O planeta faz isto por quê? -As espécies existentes estão sempre evoluindo, enquanto que a natureza não e, cada espécie que atinge um estágio superior assassina a anterior, o planeta está sempre em guerra consigo mesmo.
Afinal, o aquecimento Global vai ou não destruir o planeta Terra? – Sim, com certeza, não tenha dúvidas sobre isto – Como? - Realmente, quem tem o controle do poder existencial na bolinha ainda azulada são as bactérias, assim, estes minúsculos seres são responsáveis pela massa gasosa tanto nos oceanos como nos espaços geográficos sólidos, porém quando há um alinhamento destes minúsculos seres para a proliferação de um tipo de gás letal para os seres vivos, muitas espécies são extintas, caso a harmonia seja plena neste complô bacteriano, a vida dos seres vivos pode ser tornar inviável. – O Que já aconteceu em eras anteriores, embora de forma não tão bem elastificada em todas as regiões de forma e intensidade contínua e permanente, a ponto de criar uma destruição total da vida dos seres vivos, porém, tal possibilidade em teoria seja algo que possa ser aplicado na prática
As Bactérias são as controladoras do gás carbônico na biosfera, que tanta mata em excesso ou na falta. -Como assim? - A taxa de gás carbônico dissolvida no ar é quem define se existe vida ou não, se as taxa for apta todos vivem, ou todos morrem, ou, senão todos, pelos menos parte, o que de já, um grande prejuízo para humanidade dado o processo de globalização e por que não dizer do efeito estufa, neste instante. o grande aliado e queridinho das bactérias assassinas
Entendeu?
-Não
Mas é assim que a coisa funciona.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra- Aurora – (CE)
O Surgimento da vida- Luz Invasora!
Luiz Domingos de Luna*
O Planeta terra gira no espaço sideral, perdido na infinitude da existência, um show apoteótico no cosmo, surge à vida, nasce um problema, se o planeta terra propiciou condições para o surgimento da vida, fonte de vida, fica os seres vivos como terminal do processo existencial, assim, o planeta depende da vida e a vida do planeta – Certo – Errado. Como errado?
A extinção da vida no planeta terra, não significa a extinção do planeta em si, mas, somente a vida como processo existencial no espaço tempo.
- Qual o interesse do planeta terra em criar a vida para depois extingui-la, de forma tão cruel e violenta. Se a própria bola sideral pode sobreviver sem o sopro vital.
- O Planeta Terra não é idiota.
Como?
- A vida invadiu a terra, todo o processo existencial, no silêncio cósmico teve que se dobrar aos caprichos dos seres vivos no planeta dos humanos, mas isto não quer dizer que esta luz invasora existe somente aqui.
Qual á dúvida?
- Os elementos químicos que formam a massa universal são constantes, coesos e unos, a probabilidade de se ter ou não vida é apenas uma questão dados amostrais, em seqüência, ou não.
Qual a certeza?
- Se o cálculo da mediana do processo químico interativo for apto a vida surge do contrário, não, logo, tudo é somente uma questão de seqüenciamento de elementos químicos em tempo e espaço em doses bem determinas e num percentual de exatidão exata.
- Entendeu
Não
- Por que, sendo assim, a vida poderia surgir em qualquer parte do universo curvo em expansão.
-Exatamente isto!!!!
Entendeu
-Não
Mas é assim que a coisa funciona.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE)
http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com