Nos Estados Unidos, a multinacional recorreu à música para promover sua marca de rolos de papel Bounty.
Foi colocado no YT um videoclipe protagonizado por dois cantores cômicos de rap que “entoam” uma canção chamada “Bring It“. Entre os dois minutos de rimas e gÃrias, eles mostram a qualidade e a resistência do produto, colocando bolas de bilhar e água sobre uma fina folha de papel Bounty. É tudo tão fora do convencional que você dificilmente associa com uma “peça publicitária”.
Atenta a isso, a Toyota resolveu recorrer ao Twitter para reforçar a sua imagem corporativa, sofrida após um escândalo provocado pela descoberta de falhas de segurança em seus carros - um problema que ameaça a imagem da marca.
Visitando o The Moodie Report, neste domingo, acabei conhecendo uma nova iniciativa da LVMH (Louis Vuitton Möet Hennessy). A marca de luxo está decidida em apostar em conteúdo sem esquecer-se de entregar uma experiência mais democrática, mais livre aos seus consumidores.
Aos que visitam o novo site da LVMH, será permitida uma experiência personalizada, graças a um software adaptado ao site que detecta os maiores interesses dos usuários.
Trata-se de uma plataforma de conteúdos especializados para auxiliar no combate ao stress, criado exclusivamente para mulheres (residentes nos Estados Unidos).
As interessadas em obter um apoio para melhorar seu bem-estar, precisam apenas se inscrever no site e definir os pacotes de acesso ilimitado ao serviço.
Em tempos onde o marketing e a publicidade tradicional não tem a mesma força e importância de antes, se apoiar em três pilares, como serviço, relevância e conteúdo, concede à marca novas chances de fortalecer sua presença na vida das pessoas.
Felizmente, encontrei um exemplo bem novo e muito interessante para ilustrar a real utilidade do “neuromarketing“, considerado uma chave para o entendimento da lógica de consumo, que visa entender os desejos, impulsos e motivações das pessoas.
Eu acredito que, com tantas mudanças na forma de consumir, o “neuromarketing” seja percebido como uma ferramenta altamente eficaz para detectar razões e emoções dos consumidores.Se desejamos a preferência deles, temos que, no mÃnimo, conhecê-los cada vez melhor.