Espanol
English
Brasil
Rss

Arquivado para Buzz

Quer um case no Instagram? Então toma!

Por Gabriel Jacob  |  17.08.2011

Muito se discute sobre o uso de plataformas e ferramentas emergentes em ações de marketing, principalmente pelo fato de que podem não representar um meio potencial para atingir alcance e frequência desejável. Mas, como tudo na vida, o sucesso do uso delas depende de diversos fatores.

Entre essas ferramentas emergentes que chamam atenção do mercado ao mesmo tempo que também proporcionam essa desconfiança por ainda serem incipientes e segmentadas demais, está o Instagram.

Em Cingapura, país onde a maioria dos jovens são conectados e possuem smartphones, independente da classe social deles, a Johnson & Johnson não recusou ativar sua marca Neutrogena no hypado aplicativo de fotos. E se deu bem.

Na ocasião de conscientizar os jovens do país asiático sobre a importância dos cuidados com a pele em dias de sol – por meio da linha Neutrogena Ultra Sheer, que protege 3 vezes mais da radiação UV – foi selecionado o famoso usuário do Instagram, @AikBengChia, dono de mais de 600 mil seguidores, para engajar o maior número de pessoas.

A campanha, então, aconteceu sob o tema: “Let your skin have a little more fun in the sun” (“Deixe sua pele se divertir um pouco mais ao sol”).

Foram fotografadas pelo @AikBengChia miniaturas em forma de pessoas colocadas sobre uma pele humana, criando a ilusão de que aquilo seriam pessoas na praia em um dia ensolarado.
Durante três dias, 32 fotos como essa foram enviadas para a sua timeline. E, somente no final, foi adicionada a hashtag #Neutrogena_Ultra_Sheer que, ao ser clicada, direcionava para uma única montagem que simulava a imagem de um sol.
A imagem era seguida da mensagem: ”Deixe a sua pele se divertir um pouco mais no sol. Neutrogena Ultra Sheer com 3x mais proteção UV”.
Também foi convocado um popular blogueiro de Cingapura para amplificar a campanha.
Os resultados mostram que a campanha conseguiu alcançar o sucesso desejado: Somente no Instagram, foram 6.792 likes nas fotos e cerca de 500 comentários positivos. Além dos mais de 800 mil usuários do mesmo aplicativo impactados.
Com o uso do Instagram como centro e hub da campanha, me surpreende ver tamanho sucesso.
Talvez seja a primeira vez que vejo resultados nesse nível de uma campanha de marca que se apropriou desse aplicativo mobile. Mas não podemos ignorar que o uso do blogueiro, que amplificou a campanha através de suas redes sociais, foi muito importante para o alcance da mensagem.
Anyway, essa campanha se consagra como case em plataformas emergentes. Inovar é arriscar mesmo.
A criação foi da agência Tribal DDB.

Ford presente no Google Plus: Estratégia ou tática?

Por Gabriel Jacob  |  05.07.2011

Uma das grandes expectativas pós lançamento do Google Plus era em relação a possibilidade de marcas apostarem na plataforma como meio de comunicação. E não demorou muito para surgir a primeira.

Após cerca de uma semana, a montadora Ford criou um perfil institucional da marca na rede social do Google.

Ainda é cedo pra criticar a forma de atuação de uma marca ali, até porque a plataforma é muito nova e está em fase beta, prometendo constantes reformulações e updates ao longo dos próximos dias, a fim de atender a demanda e ganhar espaço no competitivo mercado de redes sociais, puxado principalmente pelo líder incansável, o Facebook.

Até o presente momento, a atuação da Ford se baseia muito em uma presença “morna” na forma de um perfil, apenas para disponibilizar conteúdos institucionais, e a interação ainda é pequena. No entanto, a rápida movimentação ao investir no Google Plus faz com que a Ford ganhe uma importante percepção ligada à inovação, além do enorme buzz que está sendo gerado pelo fato de ela defender ser a primeira marca a apostar na plataforma. Até aí, pontos positivos pra marca.

Agora, me questionando se a aposta da Ford foi mais pensada na tecnologia pela tecnologia, ou seja, muito tática, cheguei na seguinte conclusão:

Se a marca tivesse baixa relação com o digital e as mídias sociais, o investimento no Google Plus não faria muito sentido. Mas, se tratando da Ford, que globalmente investe em ações e campanhas com grande foco no digital, comunidades e usuários de redes sociais, podemos dizer que foi, sim, uma estratégia que reflete positivamente na marca.

Mídias sociais, inclusive, parece fazer parte do core business da Ford. Vide a frase da bio da marca no Google Plus: “Founded by Henry Ford in 1903, we make automobiles. And we like social media.

Inovação é business. Não é tecnologia.

Marcas são feitas com as pessoas

Por Gabriel Jacob  |  16.06.2011

Co-criação, redes sociais, interatividade, anúncio de televisão e internet. Nada disso é novo, certo?!

O que não é assim tão comum são as possibilidades de conseguir mesclar esses formatos, tendências e inovações.

Alguém uma vez comentou que o Facebook era a nova Rede Globo, devido ao grande número de marcas e anunciantes estarem investindo em um espaço com um nível importante de audiência.

Mas a grande diferença de um Facebook para uma Rede Globo é a possibilidade de interação e engajamento. Algo que uma emissora de televisão, e não importa qual seja ela, ainda não consegue fazer.

Em uma rede social qualquer como o Facebook, a mensagem da marca pode ser reverberada, passada a diante e viralizada.

Vantagens como essa tornam o Facebook, a única grande rede social capaz de suportar presenças efetivas de marcas e ativações de marketing, essa Rede Globo da internet.

Outro modelo de envolvimento de marca com consumidores é a co-criação, mas que também não é nova.

Mas o que é a co-criação na sua essência? É um ato social que contempla a participação de pessoas na produção/criação de alguma coisa que é, na realidade, executado por uma corporação.

Agora, imagina como pode ser valioso para uma marca juntar co-criação e rede social para potencializar o envolvimento com as pessoas, ou melhor, com os consumidores. É o social intrínseco à marca, de verdade.

É exatamente isso que a Volkswagen está fazendo no Canadá.

Ela foi ao Facebook, se aproveitou da sua fanpage regional e inseriu ali uma campanha que convida os consumidores a ajudarem na criação de um novo comercial da montadora.

Mesmo ainda na primeira fase da campanha, a Volkswagen está conseguindo receber muitas participações por facilitar o processo de envolvimento, que ocorre de forma orgânica na rede social.

Vamos pegar esse exemplo para tê-lo como aprendizado.

As pessoas são feitas de estímulos, e as marcas, hoje, são feitas com as pessoas.

E um site feito de chocolate?

Por Gabriel Jacob  |  16.06.2011

A Sagres, marca de cerveja líder em Portugal, lançou recentemente no mercado uma cerveja preta com sabor de chocolate. Até aqui, nenhuma grande novidade.

O fato curioso é que, para promover o lançamento da nova linha, foi criado um site feito de chocolate.

Como? O making of, ou melhor, o “baking of” desta gastronomia cibernética mostra todos os detalhes, e pode ser visto abaixo:

O curioso fato da produção do site faz com que um buzz seja gerado em torno do novo lançamento da marca, simplesmente por envolver uma produção inusitada e nada convencional.

Sampling e envolvimento no Facebook

Por Gabriel Jacob  |  13.06.2011

É perceptível o avanço das estratégias de F-Commerce. Algumas mais ousadas, outras menos: Vendas diretas, compras coletivas e até Tryvertising aparece por lá. São provas de que esse novo modelo de varejo online já é uma realidade.

Mas o que vale compartilhar aqui sãs as boas ideias, como esta da promo lançada pela rede de fast-food libanesa B2B (Breakfast to Breakfast), de Beirute.

No mural da página da B2B no Facebook, eram postadas fotos de lanches e os fãs da página eram convidados a “marcar” as fotos. Os que primeiro “marcavam” as fotos, ganhavam a oferta. Essa é a razão do nome da promo: “Tag & Win”.

Enquanto realizava a promo, que há pouco foi encerrada, as pessoas ajudavam a viralizar a marca e promover a FanPage da B2B para seus amigos, naturalmente.

Assim que eu gosto! Por isso costumo dizer que a simplicidade é a melhor amiga do engajamento.

Topshop: Instagram Gallery

Por Gabriel Jacob  |  03.06.2011

A loja de departamentos londrina, Topshop, preparou um mimo para seus clientes neste verão: Uma sessão de maquiagem seguida de uma sessão de fotos tiradas pelo Instagram.

Os participantes podem escolher o filtro e estilizar suas próprias imagens, que seguem para impressão em cartões postais e a possibilidade de serem postadas na galeria de fotos da fanpage da Topshop no Facebook, ou diretamente nas fotos dos perfis de cada um, na rede social.

Não é uma novidade ver uma marca apostando no Instagram. Alguns exemplos, inclusive, já foram postados aqui e aqui. Só que, dessa vez, a Topshop mostrou que também é possível recompensar seus clientes mais fiéis com o bom uso da ferramenta, sem que eles sejam necessariamente usuários ou hipsters.

Kia Check-In

Por Gabriel Jacob  |  30.05.2011

Check in Kia from BerntzonBylund on Vimeo.

Na Suécia, a montadora Kia queria estimular o envolvimento dos consumidores com a sua marca nas redes sociais. Como solução, criou uma ação baseada no Facebook Places, ferramenta de geolocalização do Facebook, em que os visitantes de suas concessionárias podiam fazer “ckeck-in” em alguns modelos de carros expostos. As primeiras 25 pessoas que fizeram “check-in” ganhavam um voucher para acessar, durante um mês, o conteúdo premium do Spotfy.

Em apenas um dia, mais 4.500 pessoas foram impactadas no Facebook. Sendo a maioria dessas pessoas, amigas das que postaram os “check-ins” em seus murais virtuais.

Com baixo investimento e em muito pouco tempo, essa campanha pontual gerou um resultado significante para uma marca que estava apagada nas redes sociais.

« Posts Anteriores

 

 

Fan Page

ADivertido on Facebook

Charts of the Week

del.icio.us

Twitter Express