Arquivado para Buzz
Quer um case no Instagram? Então toma!
Muito se discute sobre o uso de plataformas e ferramentas emergentes em ações de marketing, principalmente pelo fato de que podem não representar um meio potencial para atingir alcance e frequência desejável. Mas, como tudo na vida, o sucesso do uso delas depende de diversos fatores.
Entre essas ferramentas emergentes que chamam atenção do mercado ao mesmo tempo que também proporcionam essa desconfiança por ainda serem incipientes e segmentadas demais, está o Instagram.
Em Cingapura, paÃs onde a maioria dos jovens são conectados e possuem smartphones, independente da classe social deles, a Johnson & Johnson não recusou ativar sua marca Neutrogena no hypado aplicativo de fotos. E se deu bem.
Na ocasião de conscientizar os jovens do paÃs asiático sobre a importância dos cuidados com a pele em dias de sol – por meio da linha Neutrogena Ultra Sheer, que protege 3 vezes mais da radiação UV – foi selecionado o famoso usuário do Instagram, @AikBengChia, dono de mais de 600 mil seguidores, para engajar o maior número de pessoas.
A campanha, então, aconteceu sob o tema: “Let your skin have a little more fun in the sun” (“Deixe sua pele se divertir um pouco mais ao sol”).
Ford presente no Google Plus: Estratégia ou tática?
Uma das grandes expectativas pós lançamento do Google Plus era em relação a possibilidade de marcas apostarem na plataforma como meio de comunicação. E não demorou muito para surgir a primeira.
Após cerca de uma semana, a montadora Ford criou um perfil institucional da marca na rede social do Google.
Ainda é cedo pra criticar a forma de atuação de uma marca ali, até porque a plataforma é muito nova e está em fase beta, prometendo constantes reformulações e updates ao longo dos próximos dias, a fim de atender a demanda e ganhar espaço no competitivo mercado de redes sociais, puxado principalmente pelo lÃder incansável, o Facebook.
Até o presente momento, a atuação da Ford se baseia muito em uma presença “morna” na forma de um perfil, apenas para disponibilizar conteúdos institucionais, e a interação ainda é pequena. No entanto, a rápida movimentação ao investir no Google Plus faz com que a Ford ganhe uma importante percepção ligada à inovação, além do enorme buzz que está sendo gerado pelo fato de ela defender ser a primeira marca a apostar na plataforma. Até aÃ, pontos positivos pra marca.
Agora, me questionando se a aposta da Ford foi mais pensada na tecnologia pela tecnologia, ou seja, muito tática, cheguei na seguinte conclusão:
Se a marca tivesse baixa relação com o digital e as mÃdias sociais, o investimento no Google Plus não faria muito sentido. Mas, se tratando da Ford, que globalmente investe em ações e campanhas com grande foco no digital, comunidades e usuários de redes sociais, podemos dizer que foi, sim, uma estratégia que reflete positivamente na marca.
MÃdias sociais, inclusive, parece fazer parte do core business da Ford. Vide a frase da bio da marca no Google Plus: “Founded by Henry Ford in 1903, we make automobiles. And we like social media.”
Inovação é business. Não é tecnologia.
Marcas são feitas com as pessoas
Co-criação, redes sociais, interatividade, anúncio de televisão e internet. Nada disso é novo, certo?!
O que não é assim tão comum são as possibilidades de conseguir mesclar esses formatos, tendências e inovações.
Alguém uma vez comentou que o Facebook era a nova Rede Globo, devido ao grande número de marcas e anunciantes estarem investindo em um espaço com um nÃvel importante de audiência.
Mas a grande diferença de um Facebook para uma Rede Globo é a possibilidade de interação e engajamento. Algo que uma emissora de televisão, e não importa qual seja ela, ainda não consegue fazer.
Em uma rede social qualquer como o Facebook, a mensagem da marca pode ser reverberada, passada a diante e viralizada.
Vantagens como essa tornam o Facebook, a única grande rede social capaz de suportar presenças efetivas de marcas e ativações de marketing, essa Rede Globo da internet.
Outro modelo de envolvimento de marca com consumidores é a co-criação, mas que também não é nova.
Mas o que é a co-criação na sua essência? É um ato social que contempla a participação de pessoas na produção/criação de alguma coisa que é, na realidade, executado por uma corporação.
Agora, imagina como pode ser valioso para uma marca juntar co-criação e rede social para potencializar o envolvimento com as pessoas, ou melhor, com os consumidores. É o social intrÃnseco à marca, de verdade.
É exatamente isso que a Volkswagen está fazendo no Canadá.
Ela foi ao Facebook, se aproveitou da sua fanpage regional e inseriu ali uma campanha que convida os consumidores a ajudarem na criação de um novo comercial da montadora.
Mesmo ainda na primeira fase da campanha, a Volkswagen está conseguindo receber muitas participações por facilitar o processo de envolvimento, que ocorre de forma orgânica na rede social.
Vamos pegar esse exemplo para tê-lo como aprendizado.
As pessoas são feitas de estÃmulos, e as marcas, hoje, são feitas com as pessoas.
E um site feito de chocolate?
A Sagres, marca de cerveja lÃder em Portugal, lançou recentemente no mercado uma cerveja preta com sabor de chocolate. Até aqui, nenhuma grande novidade.
O fato curioso é que, para promover o lançamento da nova linha, foi criado um site feito de chocolate.
Como? O making of, ou melhor, o “baking of” desta gastronomia cibernética mostra todos os detalhes, e pode ser visto abaixo:
O curioso fato da produção do site faz com que um buzz seja gerado em torno do novo lançamento da marca, simplesmente por envolver uma produção inusitada e nada convencional.
Sampling e envolvimento no Facebook

É perceptÃvel o avanço das estratégias de F-Commerce. Algumas mais ousadas, outras menos: Vendas diretas, compras coletivas e até Tryvertising aparece por lá. São provas de que esse novo modelo de varejo online já é uma realidade.
Mas o que vale compartilhar aqui sãs as boas ideias, como esta da promo lançada pela rede de fast-food libanesa B2B (Breakfast to Breakfast), de Beirute.
No mural da página da B2B no Facebook, eram postadas fotos de lanches e os fãs da página eram convidados a “marcar” as fotos. Os que primeiro “marcavam” as fotos, ganhavam a oferta. Essa é a razão do nome da promo: “Tag & Win”.
Enquanto realizava a promo, que há pouco foi encerrada, as pessoas ajudavam a viralizar a marca e promover a FanPage da B2B para seus amigos, naturalmente.
Assim que eu gosto! Por isso costumo dizer que a simplicidade é a melhor amiga do engajamento.
Topshop: Instagram Gallery

A loja de departamentos londrina, Topshop, preparou um mimo para seus clientes neste verão: Uma sessão de maquiagem seguida de uma sessão de fotos tiradas pelo Instagram.
Os participantes podem escolher o filtro e estilizar suas próprias imagens, que seguem para impressão em cartões postais e a possibilidade de serem postadas na galeria de fotos da fanpage da Topshop no Facebook, ou diretamente nas fotos dos perfis de cada um, na rede social.
Não é uma novidade ver uma marca apostando no Instagram. Alguns exemplos, inclusive, já foram postados aqui e aqui. Só que, dessa vez, a Topshop mostrou que também é possÃvel recompensar seus clientes mais fiéis com o bom uso da ferramenta, sem que eles sejam necessariamente usuários ou hipsters.
Kia Check-In
Check in Kia from BerntzonBylund on Vimeo.
Na Suécia, a montadora Kia queria estimular o envolvimento dos consumidores com a sua marca nas redes sociais. Como solução, criou uma ação baseada no Facebook Places, ferramenta de geolocalização do Facebook, em que os visitantes de suas concessionárias podiam fazer “ckeck-in” em alguns modelos de carros expostos. As primeiras 25 pessoas que fizeram “check-in” ganhavam um voucher para acessar, durante um mês, o conteúdo premium do Spotfy.
Em apenas um dia, mais 4.500 pessoas foram impactadas no Facebook. Sendo a maioria dessas pessoas, amigas das que postaram os “check-ins” em seus murais virtuais.
Com baixo investimento e em muito pouco tempo, essa campanha pontual gerou um resultado significante para uma marca que estava apagada nas redes sociais.











