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Scion Toyota testa plataforma musical integrada ao iTunes

Por Gabriel Jacob  |  18.12.2009

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Algumas vezes mencionada no ADivertido (aqui e aqui), a Scion é uma subsidiária da Toyota dos Estados Unidos voltada para um público mais jovem.
A força do seu target possibilita criar iniciativas inimagináveis para uma marca da categoria automobilística.
Desde 2002 a marca aposta em três grandes pilares: arte, música e comportamento.
Nessa semana apresentou sua nova plataforma, a Scion Audio Visual (Scion A/V).

A plataforma é constituída por uma série de vídeos musicais de gravadoras independentes, através de uma variedade de gêneros como metal, hip-hop e electro, que serão distribuídos pelo iTunes, canais de mídias sociais e pelo recém lançado site ScionAV.com. Alguns vídeos também serão postados no Vimeo e oferecidos em DVDs promocionais.

O novo ScionAV.com dispõe de um streaming de música e vídeo chamado “Scion Rádio 17“, uma espécie de branded online radio com músicas indie bem novas. A novidade não acaba aqui. A Scion ainda lançou um aplicativo mobile chamado Scion AV Radio. Ele pode ser baixado na Apple App Store. O aplicativo gratuito oferece acesso a todo conteúdo do ScionAV.com.

Criar uma afinidade com os jovens é tarefa empolgante para a Scion. Há um universo ‘lifestyle’ definitivamente carimbado no seu DNA.

The Cube Store, a ‘pop-up store’ da Nissan

Por Gabriel Jacob  |  02.12.2009

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Após cativar os japoneses com o seu design arrojado, a terceira geração do Nissan Cube chegará à Europa no início do próximo ano.

Dentro de sua estratégia promocional, a Nissan está abrindo lojas temporárias, popularmente conhecidas como ‘pop-up stores’, em Londres, Paris e Berlim, desenhadas para refletir o curioso e moderno design do icônico carro nipônico.
Em todos os lugares onde a loja está instalada, haverá exposições de arte, festas, eventos e performances musicais, tornando-se um novo e experimental ponto de encontro entre consumidores e artistas, e um intercâmbio vivo entre o ocidente e o oriente.
As ‘pop-up stores’ foram desenhadas por famosos arquitetos e decoradores europeus, e os carros, expostos nas “Cube Stores’, se impõem como uma peça de arte, muito mais do que um simples automóvel.

Os consumidores podem conhecer a agenda e todas as festas, além de colaborar com a programação das ‘pop-up stores’ através do site: www.cubelist.co.uk.
Assista abaixo uma vídeo-reportagem direto da inauguração da loja londrina:

Mais do que agregar vendas, o principal objetivo das ‘pop-up stores’ é gerar buzz em torno da marca. Elas não só chamam a atenção da mídia, como criam um novo entusiasmo e proporcionam uma nova experiência ao consumidor. Em um molde parecido de ‘brand experience’, a Knorr também começou a apostar em seus espaços físicos.
Este tipo de iniciativa também é utilizada para demonstrar um sinal de vitalidade e inovação ao mercado.
Geralmente as pop-up stores são criadas para lançar uma nova coleção ou vender produtos em edição limitada.

3M | The Visual Attention Service

Por Gabriel Jacob  |  19.11.2009

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Sim, você leu bem, a 3M, conhecida em todo mundo por produtos como a fita adesiva Scotch, as esponjas Scotch Brite e o famoso Post-It, lançou um serviço dirigido a anunciantes e agências que permite pré-testar a eficácia da criatividade de peças visuais.
Se trata de um serviço centralizado em um site que mede o impacto visual de um anúncio, uma página na internet ou um desenho desde o início do processo criativo. Batizado de The Visual Attention Service, o serviço prevê quais os elementos de uma cena visual são mais propensos a receber atenção, o que permite aos designers validar o seu trabalho antes de produzi-lo.
Fazendo o registro no site, os usuários podem subir a imagem do seu trabalho e solicitar o pré-teste. Depois de receber a resposta com a análise, o serviço indica os hot points da cena em que os consumidores (espectadores) tendem a ver com mais frequência.

A própria 3M, que sempre inova com a criação de novos produtos, serviços e campanhas originais, afirma que o The Visual Attention Service pode ser usado por criativos de diferentes tipos de anúncios, comerciais de televisão, outdoor, sites, embalagens e até mesmo banners.
Atualmente há uma versão beta gratuita. No entanto, o serviço vai começar a ser cobrado em muito breve.

Televisão, a velha forma de fazer publicidade

Por Gabriel Jacob  |  23.09.2009

Este comercial sobre a eficiência da publicidade na televisão, foi feito para a Thinkbox, uma empresa britânica de comercialização de espaços na TV para o mercado publicitário, que descobri navegando na internet.

Observe que um psiquiatra mergulha no subconsciente do paciente, e descobre que não há nada além de anúncios clássicos de televisão. O contexto deste cômico anúncio parece representar a velha maneira do marketing se aproximar das pessoas, como um canal de comunicação de via única, onde as marcas simplesmente empurravam as suas mensagens ao seu público.

Esse anúncio teria sido perfeito antes do aparecimento dos canais de mídia digital, pois todos sabemos que enquanto o investimento em publicidade na televisão e nas outras mídias tradicionais cai assustadoramente, o investimento em mídias digitais cresce com frequência. O motivo é simples, e foi diversas vezes dito aqui no blog: os consumidores já não são mais tolos, e sabem quando certo conteúdo está ali apenas para vender alguma coisa. Com tantas tecnologias novas surgindo, o consumidor se tornou parceiro das marcas, produzindo, editando, colaborando de diversas formas – a favor de uma relação duradoura e recíproca – marca x consumidor.

Os tweens e as marcas

Por Gabriel Jacob  |  30.08.2009

Visit msnbc.com for Breaking News, World News, and News about the Economy

Os tweens (8 à 12 anos) representam cerca de USD 40 bilhões/ano em poder de compra. Responsáveis por esta representativa participação no consumo, eles foram alvos de um focus group organizado por Martin Lindstrom, autor do livro “Buyology – Truth and Lies About Why We Buy“. A pesquisa, envolvendo meninos e meninas, foi transmitida pela emissora americana NBC em seu programa Today Show, no início de agosto.

As crianças foram convidadas a realizar diversas tarefas e identificar as marcas que iam sendo apresentadas, usando a audição, a identificação, o olfato e alguns outros sentidos.

Concluiu-se que os tweens são altamente críticos e conhecem muito bem as marcas, até mais do que os próprios pais (escondidos atrás de uma janela de vidro) imaginavam.

Será que sua marca está pensando corretamente sobre como influenciar este poderoso público consumidor?

A publicidade não salva mais os veículos

Por Gabriel Jacob  |  28.08.2009

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Não há como negar que os veículos de comunicação precisam buscar novos formatos publicitários, e, claro, de receita, para desafiar a constante perda de grana, devido à falta de interesse dos anunciantes e outras tantas razões.

Portais de conteúdo, principalmente os de veículos tradicionais como WSJ, The Economist, NYT, Estadão.com, entre outros, são os que mais sofrem com a nova realidade. São eles que precisam provar que investir em internet é uma forma rentável, já que a audiência toda está migrando (ou já migrou) para esse ambiente.

Para complicar ainda mais, as velhas formas de publicidade não são validas no novo cenário. Não adianta simplesmente migrar de plataforma.

Como o leitor – cada vez mais desconfiado e impaciente – já não quer ser interrompido, os portais de conteúdo sofrem para encontrar a poção mágica que tornará seus veículos rentáveis e altamente sustentáveis.

No último dia do Digital Age 2.0, o co-fundador do YouTube, Chad Hurley, afirmou  que “conteúdos diferentes exigem formatos publicitários diferentes”, implicando que o grande lance é diversificar as formas de rentabilizar o seu conteúdo, e não se prender a um único formato ou a uma única plataforma. Uma colocação tão reflexiva quanto a frase: “The best advertising is not advertising“, dita pelo fundador da agência AKQA, Ajaz Ahmed.

Mas e aí?

Além de buscar outras formas não-publicitárias para reverter a situação, como cobrar por conteúdo específico ou pacotes de acesso diferenciado (Premium, por exemplo), os veículos já não podem focar apenas em formatos de publicidade tradicional como nós a conhecemos. Publicidade com cara de publicidade já não é mais a bola da vez. Uma das coisas que devem ser feitas é buscar maneiras de inserir a marca dentro do conteúdo, de forma relevante, sem que ela seja taxada de imprópria e intrusiva. Uma tafera difícil, isso sim. Mas que deve ser considerada desde sempre.

Converse Scenes

Por Gabriel Jacob  |  26.08.2009

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Para quem acompanha o blog, sabe que eu já falei algumas vezes (aqui e aqui) sobre o posicionamento da Converse.

Totalmente conectada aos seus consumidores mais jovens, a marca sempre cria iniciativas ligadas à arte, à música e ao entretenimento em geral.

Em seu novo site, criado pela sueca Perfect Fools, podem ser vistas várias fotos de festivais, concertos e eventos por toda a Europa. Ao som de bandas mais independentes, a navegação pelo site proporciona uma boa interatividade, e os visitantes podem fazer upload de suas fotografias, bem como procurar imagens deste grande mural virtual através de uma filtragem por localização, tribos comportamentais e modelos de calçados da Converse. Vale a visita ;-)

:: http://converse-eu.com/

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