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Arquivado para Curiosidades

A culpa é do Ronald McDonald?

Por Gabriel Jacob  |  01.04.2010

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Você sabia que uma em cada três crianças americanas corre o risco de desenvolver diabetes?

Esse é um dos argumentos do movimento iniciado a poucos dias, que pede a “aposentadoria” do mais icônico mascote do mundo: Ronald McDonald.

De acordo com a organizadora do movimento Retire Ronald, faz mais de 50 anos que o palhaço tem atraído e influenciado crianças e jovens para hábitos alimentares com consequências terríveis ao longo da vida. Então a Corporate Accountability International, a mesma que empurrou Joe Camel para o calabouço, também quer colocar um ponto final na trajetória do mascote feliz e sem graça.

Protestos nas ruas e na internet (aqui e aqui) só alimentam a seriedade desta mobilização, e sensibilizam mais e mais pessoas em favor dessa causa (?)

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Eu poderia me estender muito com este post, mas prefiro deixar na mão de vocês.

O que vocês acham disso tudo? Ronald McDonald é um produto de marketing inofensivo, ou ele pode, sim, ser considerado o novo “palhaço assassino”?

Brand stretching: Sneaker da Volkswagen?

Por Gabriel Jacob  |  29.03.2010

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É importante a gente saber que existem potenciais para uma marca exercer sua magia em novos produtos (até então não explorados).

Buscar expandir o conceito de suas causas, campanhas e ações, em produtos e/ou serviços extraordinários, torna-se uma interessante alternativa de rentabilidade.

Neste sentido, existem duas opções: Brand extension (extensão de marca) e Brand stretching (expansão ou elasticidade de marca).

No caso do VW Polo 444, temos um exemplo de Brand stretching. Ou seja, é a marca apostando em um segmento totalmente paralelo ao seu “core business”.

A edição limitada do sneaker inspirado no novo VW Polo, lançado na Holanda, aumenta, sim, a notoriedade da marca, assim como também a rejuvenesce junto ao público de interesse, que são os jovens.

Confiram o belo hotsite promocional do VW Polo 444, criado pela Achtung!, para divulgar o novo trabalho do designer Hing Yueng.

Na sequência, leiam o que parece ser é as melhores definições das opções na qual comentei no início do post (Brand extension e Brand stretching).

  • Brand extension

  • Brand extension refers to the use of a successful brand name to launch a new or modified product in a same broad market.
  • A successful brand helps a company enter new product categories more easily.
  • For example, Fairy (owned by Unilever) was extended from a washing up liquid brand to become a washing powder brand too.
  • The Lucozade brand has undergone a very successful brand extension from children’s health drink to an energy drink and sports drink.
  • Brand stretching.

  • Brand stretching refers to the use of an established brand name for products in unrelated markets.
  • For example the move by Yamaha (originally a Japanese manufacturer of motorbikes) into branded hi-fi equipment, pianos and sports equipment.
  • When done successfully, brand extension can have several advantages:
  • Distributors may perceive there is less risk with a new product if it carries a familiar brand name. If a new food product carries the Heinz brand, it is likely that customers will buy it
  • Customers will associate the quality of the established brand name with the new product. They will be more likely to trust the new product.
  • The new product will attract quicker customer awareness and willingness to trial or sample the product
  • Promotional launch costs (particularly advertising) are likely to be substantially lower.

Brand stretching é certamente menos caro do que construir uma nova marca a partir do zero. Se uma marca tem capital forte e uma massa estabelecida de clientes, a extensão corre menos risco de não ser bem sucedida. O problema surge quando as empresas “esticam” suas marcas de uma forma que não faz sentido. O que não é o caso do Volkswagen, na minha humilde opinião.

O Rap da Procter&Gamble

Por Gabriel Jacob  |  17.03.2010

Outra marca que apostou em conteúdo diferenciado é a P&G.

Nos Estados Unidos, a multinacional recorreu à música para promover sua marca de rolos de papel Bounty.

Foi colocado no YT um videoclipe protagonizado por dois cantores cômicos de rap que “entoam” uma canção chamada “Bring It“. Entre os dois minutos de rimas e gírias, eles mostram a qualidade e a resistência do produto, colocando bolas de bilhar e água sobre uma fina folha de papel Bounty. É tudo tão fora do convencional que você dificilmente associa com uma “peça publicitária”.

De acordo com brand manager da P&G para os EUA, o rap “Bring It” é apenas o primeiro de uma série de vídeos que a marca pretender colocar no Youtube a fim de ensinar o público, de maneira irreverente, sobre os benefícios de Bounty.

Em poucos dias de publicação, o vídeo já alcançou a faixa de 370 mil acessos.

:: Via The Big Fat Marketing

Oportunidade ou gerenciamento de crise?

Por Gabriel Jacob  |  16.03.2010

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Como a maioria de vocês devem ter acompanhado, no último domingo aconteceu a tumultuada corrida de rua SP Indy 300, em São Paulo. Além dos diversos acidentes, outro assunto virou pauta no Twitter: a comemoração do vencedor com uma tal caixa de leite.

Pra quem não sabe, a comemoração com leite, ao invés do tradicional champagne, é normal nas etapas da Indy nos EUA, e foi adaptada para o Brasil. Muitas pessoas tiraram sarro da situação, enquanto alguns veículos elogiaram a inusitada comemoração. O fato é que deu o que falar. E agora acabo de saber em primeira mão que a Bom Gosto, uma marca gaúcha de laticínios, que hoje é líder no mercado nacional de leite UHT, criou tudo isso como uma ação de oportunidade (ou seria de gerenciamento de crise?) e vai leiloar a caixa polêmica com um autografo do Will Power, vencedor da etapa.

O site do leilão já está no ar. Os burburinhos no Twitter tendem a continuar, ainda mais depois disso. E agora, será que a Bom Gosto fez certo jogando mais lenha na fogueira? O certo mesmo é que nunca falaram tanto dela em redes sociais.

Currículo no Google Maps?

Por Gabriel Jacob  |  09.03.2010

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Um currículo é o seu principal meio de “promoção pessoal”. É nele que você agrega todas as informações pertinentes sobre sua vida pessoal e carreira, numa tentativa de convencer alguém que você é o melhor a ser contratado.

Nesse meio em que trabalhamos (publicidade e marketing), mostrar os nossos diferenciais é o fator mais importante.

Um redator britânico se mostrou bastante criativo, não por criar qualquer campanha surpreendente, mas por ter pensado em um meio inovador de se promover.

Ed Hamilton criou um currículo baseado no Google Maps, colocou seus dados pessoais e pontuou todos os pontos no mapas por onde ele já percorreu.

A idéia é tão original que a estratégia de Hamilton está circulando pela internet. Quanto tempo será que vai demorar para ele ser contratado novamente?

Mad Hatter Yourself

Por Gabriel Jacob  |  08.03.2010

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Você agora pode se transformar em um “Chapeleiro Maluco“, graças ao novo aplicativo de Facebook que a Disney lançou especialmente para marcar o lançamento do filme “Alice in Wonderland“.

O filme, dirigido pelo Tim Burton, acabou de estrear nos Estados Unidos com arrecadação de US$ 41 milhões, outro sucesso emblemático da indústria cinematográfica.

Além do “Mad Hatter Yourself“, você também pode jogar outros dois games (“Wonderland’s Hidden Secrets” e “Adventures in Wonderland“) que estavam inacessíveis até pouco tempo, quando escrevi este post.

Aqui no Brasil, o filme deve estrear em 23 de abril. Então podemos ir se preparando para mais uma experiência 3D (só espero que não seja tão cansativa como a com “Avatar“).

O futuro dos jornais, segundo o El Mundo

Por Gabriel Jacob  |  04.03.2010

Veículos de comunicação do mundo inteiro estão reinventando seus modelos de negócio para, pelo menos, atingir uma aceitação positiva por parte dos leitores deste século XXI.

As formas de consumir conteúdo mudaram muito, principalmente após a democratização e a “commoditização” da informação por meio da internet.

Nesta semana, o periódico El Mundo, da Espanha, anunciou o lançamento de uma inovadora plataforma de conteúdo digital e interativa.

O Orbyt será um produto adicional que trará um maior valor agregado aos conteúdos fornecidos pelos editores, jornalistas e articulistas do El Mundo.

Todos os serviços adicionais servirão como argumento para que o El Mundo cobre pelo acesso ao Orbyt (€ 14,99 por mês ou € 0,60 por dia).

O próprio jornal afirma que este modelo será perpetuado e futuramente adaptado para suprir todas as novas demandas dos usuários do serviço.

No mais, o El Mundo afirma que, por enquanto, não vai mexer em nada no seu tradicional meio impresso e online.

Assista no vídeo a apresentação oficial do Orbyt.

:: Com fonte do Yorokobu

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