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MyMajlis: Social advergame para muçulmanos

Por Gabriel Jacob  |  29.08.2010

Tenho comentado muito sobre marcas que utilizam as redes sociais para hospedar aplicativos baseados em serviços e entretenimento, como forma de expandir, e até melhorar, a sua relação com os consumidores em um universo mais interativo. E o investimento em “social games”, como mencionamos em posts anteriores, se tornou um caminho interessante não só para grandes marcas do Ocidente. Vejam este exemplo do MyMajlis.

Durante este Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, a TBWA\RAAD criou uma game no Facebook para um importante banco de Dubai, o Standard Chartered, onde os usuários podem criar uma tenda e convidar seus amigos para visitar. As tendas com mais visitantes ganham prêmios semanais, além de progredir em 3 levels, aumentando a tenda e as opções de móveis disponíveis, que podem ser comprados usando os cartões de crédito do banco (maior o level, melhor o cartão e maior o limite de compras). Fora isso,   os usuarios que clicam em “like” ganham créditos extra para decorar a tenda.

O mês do Ramadã é uma época muito especial nos países muçulmanos, e você vê tendas espalhadas pelas cidades onde as pessoas recebem seus amigos no final do dia para quebrar o jejum.

Segundo a TBWA\RAAD, a ideia foi simplesmente recriar essas tendas de forma virtual, decoradas pelos usuários para receber seus amigos no Facebook durante o dia, enquanto estão de jejum em casa. Ou seja, convergir serviços para o ambiente digital não é, ou nunca foi, uma questão cultural.

Coca-Cola: Rumble Bug

Por Gabriel Jacob  |  25.08.2010

Uma das diferenças na comunicação contemporânea é a possibilidade de colocar o consumidor para participar das campanhas. A internet, por exemplo, como um dos meios digitais propícios para reforçar a presença de uma campanha no ambiente virtual, pode abrigar diversas formas de interação, em diferentes pontos de contato. Os games online são um exemplo.

Esta semana, na Irlanda, a Coca-Cola apresentou um game online inspirado no comercial “Heist“, lançado em 2009.

Pode até ter sido lançado um pouco atrasado, é verdade, mas o game “Rumble Bug“, hospedado no Facebook, contribui para que o consumidor participe da campanha. Embora este já seja um bom incentivo, a maior atração deste game online é a chance de ganhar gifts pra lá de especiais, como é o caso dos créditos telefônicos e iPods touch.

Antes de terminar o post, eu precisava lembrar vocês do que a Coca-Cola havia anunciado recentemente, no Reino Unido: A partir de agora, as redes sociais seriam o principal ponto de contato com os consumidores na internet, graças ao potencial de interação provida pelas comunidades. E este game online é só mais uma prova disso.

Via AdLand.

Social advergames

Por Gabriel Jacob  |  16.08.2010

O fato de vivermos em um mundo onde há um avassalador crescimento de usuários em redes sociais -  com anseios cada vez maiores por se relacionar e se entreter – faz com que a gente fique muito mais atento na nova onda chamada Social Games.

No final do ano passado, eu escrevi um post sobre essa nova tendência da web. E como tudo na web acontece muito rápido, nesse meio tempo já apareceram várias usos da plataforma como ferramenta de comunicação.

A exemplo de joginhos sociais de sucesso, como Farmville, Fishville, Social City e Café World, nasceu o Purina Pet Resort, da Nestlé, pelas mãos da Playdom, comprada pela Disney, semana passada.

O jogo é um simulador, como os demais, que permite criar e gerenciar um resort para animais de estimação.

Por enquanto é habilitado apenas para usuários residentes nos Estados Unidos.

Em meados do ano passado, a principal companhia aérea neozelandesa também lançou o seu próprio Social Game, integrado ao Facebook, tornando-se uma das pioneiras na apropriação dessa plataforma online.

Battle of the Cheetos

Por Gabriel Jacob  |  28.07.2010

Cheetos deu vida aos seus crocantes salgadinhos, nessa divertida ação online criada pela Goodby, Silverstein & Partners.

Como o nome já diz, você precisa escolher qual exército quer comandar: Crunchies ou Puffs, para depois iniciar uma batalha com outro usuário online, ambientada em populares sites e blogs da web como o Gizmodo, Boing-Boing, Mashable, entre outros. Você pode, inclusive, incluir seu site/blog na lista de locações das batalhas.

Battle of the Cheetos é mais do que um advergame bacaninha, pois conseguiu utilizar os veículos da chamada mídia social não apenas como mero portadores de mensagens “publicitárias”. Enjoy! :)

Social Games, a nova “mídia” da General Mill’s

Por Gabriel Jacob  |  26.07.2010

Apesar de eu não achar muita graça, o Farmville tem sido o ponto focal do universo de social games, que, com seus milhões de usuários, instiga muitas marcas a intervir neste ambiente virtual com presenças relevantes (ou não).

Mais recentemente, a Zynga, produtora de vários jogos para redes sociais, entre eles o Farmville, anunciou a parceria com a Cascadian Farm, uma empresa da norte-americana General Mill’s, conhecida por plantar e comercializar produtos orgânicos.

A partir de agora, os usuários poderão plantar produtos da Cascadian Farm que, além de serem bastante vantajosos em tempo de crescimento e economicamente, podem dar origem a mais benefícios dentro do jogo.

Via: New York Times

Até que ponto o real e o virtual se complementam?

Por Gabriel Jacob  |  22.07.2010

Até que ponto o real agrega valor ao virtual, e vice-versa? Ser pertinente, nessas horas, é fundamental.

Em um esforço para tornar a Kmart mais relevante para o público jovem, os executivos da varejista norte-americana decidiram lançar uma iniciativa focando a comunidade de gamers.

Um convite foi feito para que os gamers possam escrever comentários sobre jogos, no site MyKmart.com. Os trechos dos melhores comentários/reviews serão adesivados nas prateleiras das lojas físicas, ao lado dos próprios jogos.

Não acredito que a iniciativa venha a atrair novos consumidores: gamers, jovens ou qualquer outro perfil que seja.

Imagino que esta ação só seria mesmo interessante se fosse realizada para chamar a atenção sobre o novo departamento de games da Kmart. But…

Nos games, novas inspirações para patrocínio

Por Gabriel Jacob  |  05.07.2010

Neste último final de semana comprei o meu PlayStation 3. Fazia tempo que eu esperava por esse momento, pois já estava na hora de me atualizar.

Como eu sou extremamente curioso e gosto de analisar todo tipo de detalhe, além dos gráficos, jogabilidade e outros features, também acabo desempenhando meu papel de publicitário para buscar alguma referência bacana no que diz respeito a marcas que utilizam a plataforma de games para fortalecer seu marketing.

Meu primeiro jogo não podia ser outro: 2010 Fifa World Cup, o game oficial da Copa do Mundo da África do Sul, licenciado pela Fifa. É ótimo! E não estou falando só dos features, mas também de algumas opções de conteúdos extras como o ‘Story of Qualifing‘, que permite reverter jogadas históricas de campeonatos passados, e é patrocinado pela Coca-Cola, além do ‘Adidas Ultimate Eleven Team‘, uma seleção com os jogadores mais craques da atualidade, que só pode ser utilizada quando a gente alcança uma maior pontuação no jogo.

Ambos os casos são uma forma diferente de patrocínio, ou in-game-adverting, como alguns preferem chamar. Mas, acima de tudo, são mais alternativas que podem vir a ser relevantes para muitas das marcas que pretendem fortificar suas percepções.

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