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KLM: Meet & Seat
Imagine que você vai fazer uma viagem e gostaria de aproveitar melhor o tempo de vôo, quem sabe para fazer novos contatos profissionais ou até mesmo novos negócios. Então, pensando nisso a companhia aérea franco-holandesa KLM desenvolveu a plataforma interativa Meet & Seat.

O KLM Meet & Seat permite aos clientes vincularem suas reservas de viagem aos seus perfis do Facebook ou LinkedIn. Ao fazerem isso, verificam também os perfis de outros viajantes do mesmo vôo, podendo, por exemplo, escolher ao lado de quem irão sentar. Com isso, a KLM torna-se a primeira companhia aérea a integrar redes sociais aos seus voos.
O sistema facilita o contato entre viajantes que tenham as mesmas preferências ou interesses, tornando a viagem mais agradável e inspiradora. Por meio da ferramenta, os passageiros poderão saber se alguém conhecido estará no mesmo voo, se outro passageiro irá para o mesmo evento ou conferência, fazer novos contatos de negócios, combinar para dividir um táxi, etc.
Este pioneiro serviço, que cria um diferencial importante para a companhia, tem inÃcio com os voos de Amsterdã para São Paulo, Nova York e São Francisco. Brevemente, será estendido para outros destinos intercontinentais.
Fanta: Entretenimento além do impacto
Melhorar a percepção de marca é um dos objetivos mais comuns da comunicação.
Os resultados são pouco tangÃveis, e, quase sempre, alcançados mais a longo prazo.
Para cumprir este objetivo, antes, impactar era a principal atividade. Passado o tempo, as mÃdias interativas introduziram uma outra atividade, o envolvimento.
Como forma de ilustrar que o impacto por si só não funciona como antes, separei para este post uma ação realizada pela Fanta em Dubai.
Na ocasião, a marca projetou em um edifÃcio cenas lúdicas do universo da marca. Até aÃ, nada de novo, embora tenha sido um super produção. O que vale destacar, neste caso, é o fato da apresentação ser assinada pela marca acompanhada do endereço de um game que representa uma continuação do conteúdo projetado (www.facebook.com/fantachase).
Se a ação tivesse terminado ali, na projeção, as pessoas seriam apenas impactadas, ia gerar uma reação positiva dos espectadores, mas não haveria o tal envolvimento que só mesmo o game é capaz de ativar.
Este é mais um exemplo de que o entretenimento, hoje, pode e deve ir além do impacto, engajando mais as pessoas e, claro, melhorando a percepção delas com a marca.
Outra boa razão de incluir o exemplo desta ação neste post, é que ela ilustra bem as possibilidades de quebra da barreira entre o real e o virtual, para contar uma história.
Se as marcas precisam contar histórias, que elas façam isso envolvendo as pessoas.
Unilever: Share Happy Interactive Machine
Olhos voltados para o Cannes Lions. Um bom momento para as marcas provarem que estão mais aptas a inovar, trazendo novidades que podem surpreender quem está por lá, acompanhando “in loco” o evento, ansiosos por novidades e boas inspirações.
Quem chamou a atenção da imprensa e dos participantes hospedados na Riviera, esta semana, foi a Unilever, com o seu Share Happy Machine, uma vending machine interativa que reconhece o sorriso da face dos usuários e dá dicas do sorvete mais adequado com a intensidade da alegria de quem está utilizando a plataforma.
A vending machine também se integra com as redes sociais, permitindo enviar as fotos divertidas para o Facebook.
Ainda existe uma expectativa sobre quando a máquina vai chegar ao comércio tradicional. Mas o que realmente importa, por enquanto, é perceber que existe mesmo um movimento a favor da inovação no ponto de venda. Afinal, os maiores anunciantes do mundo estão testando novidades incrÃveis ultimamente (aqui, aqui e aqui).
Battery Icon Media
Neste mundinho onde a concorrência entre as centenas de milhares de marcas não tem mais limite algum, inovar é quase que uma obrigação. E quando uma marca cria uma nova mÃdia, ao invés de se apropriar de alguma já existente, a gente percebe que ainda há muito que explorar.
Para estabelecer um novo tipo de contato com o público e informá-los sobre o lançamento de suas novas barrinhas energéticas, Energy Bar, a Strauss Food Group pediu para a Y&R de Tel Aviv, Israel, criar um ação um tanto quando inovadora.
Foi a partir deste briefing que eles resolveram criar um aplicativo inteligente para notebooks, que transforma Ãcones que indicam a quantidade de bateria restante, numa mÃdia (ou melhor, num serviço).
A mecânica é muito simples: Ao fazer o download do aplicativo, a pessoa não será mais pega desprevenida, já que, quando a bateria estiver nos “finalmentes”, salta na tela do usuário um aviso da Energy Bar.
Touchscreen Taxi Advertising
Sempre considerei a mÃdia indoor em táxi um meio chamativo e capaz de entreter o passageiro que aguarda chegar ao destino. Mas, para ser ainda mais atrativa, uma empresa chinesa desenvolveu uma plataforma touchscreen, dando aos anunciantes desta mÃdia, uma opção extra de interatividade e distração.
Ao visitar o blog Trend Planner, descobri que, em Xangai, na China, a moda destes televisores touchscreen realmente pegou. Pelo visto, há possibilidades do anunciante criar botões personalizados que, quando tocados, habilitam conteúdos referentes à marca. Agora, aquela perguntinha clichê: Será que algo parecido vai chegar ao Brasil?
Cerveza Andes: Teletransporter
Machista, divertida e extremamente criativa, como toda boa campanha de cerveja. Estou falando da piração criada pela Saatchi & Saatchi para a marca de cervejas argentina, Andez.
Foram instalados alguns “teletransporters” em bares, que servem para salvar os marmanjos de uma ligação indesejada da namorada, enquanto eles estão na gandaia. Afinal, pra que mentir se você pode se “teletransportar”?
:: Dica do @Klozz
Audi | Interactive Wind Tunnel
Uma instalação interativa precisa ser muito mais do que uma simples instalação interativa. Inicialmente, ela precisa ser divertida e óbvia. Ela tem que fazer as pessoas quererem passar mais tempo com elas, sem que a empresa deixe de mostrar as propriedades da tecnologia e features do(s) produto(s) ou serviço(s) que deve ser ressaltado ali na tela.
A boa instalação interativa também é auto explicativa. A pessoa logo identifica como deve proceder para se envolver com a peça exposta. Um exemplo que eu gostei bastante é o do túnel interativo da Audi, colocado no evento automotivo Goodwood Festival of Speed.
Ao passar em frente da instalação openFrameworks, os transeuntes podiam interagir facilmente com uma espécie de vento que simula velocidade. Uma experiência colaborativa concebida pela HCM Interactive. Muito legal!











