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StickyBits Marketing
A exemplo do QR Code, ou códigos bi-dimensionais, o StickyBits converge conteúdos físicos e digitais através da plataforma mobile – só que de uma maneira muito mais simples e divertida.
Lançado há pouco tempo, mais precisamente na edição 2010 do SXSW, o Stickybits permite que você anexe arquivos digitais, como fotos, vídeos, músicas, textos – enfim, qualquer coisa – a códigos de barra nos mais variados objetos. Pra descobrir o conteúdo escondido é só usar o smartphone e escanear o código, utilizando a câmera. As possibilidades são inúmeras (como podemos ver nesta página do Reddit).
Por conta da interação com qualquer código de barra físico, o Styckybitis abre um novo caminho para o marketing promocional. No entanto, por ser uma tecnologia ainda muito incipiente, podemos considerar que estratégias utilizando o serviço são, na verdade, experimentais.
Entre as principais marcas de bens de consumo que estão experimentando a novidade está a Coca-Cola, a Pepsi, a Frito-Lay e a Cambpell’s. Todas baseadas nos Estados Unidos, que é onde a start-up nasceu e continua a desenvolver seus aprimoramentos.
A última entre as referências, a Cambpell’s, lançou uma promoção baseada no ponto de venda e no ambiente digital, na qual prêmios em dinheiro são sorteados entre usuários do StickyBits que fotografam códigos de barra coladas nas novas embalagens das suas sopas.
Assim como acontece quando outros serviços e tecnologias são lançados, surgem várias dúvidas sobre a eficácia de uma estratégia de marketing diferente, como, por exemplo: As necessidades da marca serão atendidas? O main target vai ser impactado? Os consumidores serão incentivados para baixar e utilizar a ferramenta? Dúvidas como essas sempre devem vir antes da gente definir qualquer solução. Afinal de contas, nós, publicitários, trabalhamos respondendo perguntas, ou seja, resolvendo problemas.
Social Games, a nova “mídia” da General Mill’s

Apesar de eu não achar muita graça, o Farmville tem sido o ponto focal do universo de social games, que, com seus milhões de usuários, instiga muitas marcas a intervir neste ambiente virtual com presenças relevantes (ou não).
Mais recentemente, a Zynga, produtora de vários jogos para redes sociais, entre eles o Farmville, anunciou a parceria com a Cascadian Farm, uma empresa da norte-americana General Mill’s, conhecida por plantar e comercializar produtos orgânicos.
A partir de agora, os usuários poderão plantar produtos da Cascadian Farm que, além de serem bastante vantajosos em tempo de crescimento e economicamente, podem dar origem a mais benefícios dentro do jogo.
Via: New York Times
Cerveja espanhola patrocina entrevista interativa com David Villa, no Facebook

A exemplo de muitas marcas que organizam e transmitem eventos ao vivo através da internet, a marca de cerveja espanhola Mahou reuniu centenas de milhares de espanhóis no Facebook, convidando eles para assistir uma entrevista com o David Villa, craque da seleção campeã da última Copa do Mundo, feita por uma famosa videoblogger local.
Os espanhóis puderam não só assistir a entrevista, como também interagir e enviar perguntas para serem lidas pela entrevistadora.
O evento online faz parte de uma campanha muito legal da Mahou, que defende o 11 de julho, dia em que a seleção espanhola foi campeã mundial, como feriado nacional.
Ao todo, cerca de 28 mil pessoas “curtem” a página da marca na rede social.
Sampling no Facebook
A marca Campbell, famosa por suas canned goods, deu um passo adiante em sua estratégia digital com uma ação da sampling em que promove sua nova linha de bebidas a base de frutas, vegetais, vitaminas e chá.
A marca decidiu sortear mil garrafas de V8 V-Fusion entre os seguidores do seu perfil no Facebook, que residem nos Estados Unidos.
Para ultrapassar os 10 mil fãs da página do produto no Facebook, a marca não revelou qual foi a solução. Mas o fato dela conseguir levar para o ambiente digital uma ação de marketing tradicional, abre a nossa cabeça sobre as possibilidades adicionais para aumentar a nossa presença e o nosso relacionamento na internet.
Algumas das vantagens do sampling virtual:
- Monitoramento e feedbacks instantâneos;
- Interatividade potencializada;
- Não contratação/treinamento de pessoal (promotores);
- Otimização de logística (não deslocamento até os pontos de distribuição/promoção).
Ou seja, dependendo do objetivo de seu negócio, utilizar a internet como ponto de contato para efetuar atividades como essa, contribui, e muito, na sua estratégia.
Tour de France: HTC monitora ciclistas patrocinados com tecnologia baseada no Google Maps
Os ciclistas patrocinados pela HTC, no Tour de France, estão percorrendo o trajeto da competição com um GPS acoplado em um smartphone colocado embaixo do banco da bike.
Esse smartphone/GPS recebe todos os dados do SRM (computador de bordo), e manda para o satélite do Google estas informações, que, por sua vez, mostra virtualmente, através do Google Maps, todas as informações referentes a cada ciclista da equipe HTC Columbia, como local do percurso em que o mesmo esta, velocidade, distância, batimentos cardíacos, potência e etc. Tudo, absolutamente tudo em tempo real.
É a tecnologia desempenhando um papel importante na complicada tarefa de encaixar um simples patrocínio no pilar de inovação.
Brand Utility. Só mais um bullshit?

Quando a gente lembra das mudanças nos hábitos dos consumidores, pensamos em diferentes formas de abordagem que a nossa marca deve se adequar, para melhor chegar até o target. Pode ser por meio do entretenimento ou da utilidade. Ou até mesmo por meio das duas ou mais.
Eu quero dizer que, diante de um cenário muito mais complexo, reina quem melhor conseguir agradar os consumidores que estão extremamente reticentes ao modelo tradicional da publicidade.
O papel da comunicação, hoje em dia, vai muito além de simples anúncios, informativos em formato de varejo e comerciais divertidos na televisão. Razão essa que fez nascer mais um termo: Brand Utility.
Em poucas palavras, Brand Utility se designa quando marcas adicionam valor à vida das pessoas para suprir suas necessidades, sejam elas reais ou emocionais.
Você pode chamar como quiser, e até mesmo considerar só mais um bullshit. Mas o que importa mesmo é saber do que estamos falando, para que a gente possa explorar melhor diferentes territórios e caminhos a serem tomados numa estratégia de comunicação.
Uma famosa frase do co-fundador da Barbarian Group, Benjamin Palmer, afirmava: “pelo mesmo dinheiro que se gasta nos modelos atuais de publicidade, poderíamos criar algo mais tangível, útil e reutilizável, que tivesse um papel mais importante na vida dos consumidores“. Eureka! Poucas frases são tão inspiradoras e reflexivas como essa.
Aproveito a reflexão para colocar aqui uma ótima apresentação sobre Brand Utility, criada e compartilhada pelo estrategista holandês, Ingmar De Lange. Com bons exemplos, este material é ainda melhor para você compreender mais a fundo o que estamos discutindo.
Nos games, novas inspirações para patrocínio
Neste último final de semana comprei o meu PlayStation 3. Fazia tempo que eu esperava por esse momento, pois já estava na hora de me atualizar.
Como eu sou extremamente curioso e gosto de analisar todo tipo de detalhe, além dos gráficos, jogabilidade e outros features, também acabo desempenhando meu papel de publicitário para buscar alguma referência bacana no que diz respeito a marcas que utilizam a plataforma de games para fortalecer seu marketing.
Meu primeiro jogo não podia ser outro: 2010 Fifa World Cup, o game oficial da Copa do Mundo da África do Sul, licenciado pela Fifa. É ótimo! E não estou falando só dos features, mas também de algumas opções de conteúdos extras como o ‘Story of Qualifing‘, que permite reverter jogadas históricas de campeonatos passados, e é patrocinado pela Coca-Cola, além do ‘Adidas Ultimate Eleven Team‘, uma seleção com os jogadores mais craques da atualidade, que só pode ser utilizada quando a gente alcança uma maior pontuação no jogo.
Ambos os casos são uma forma diferente de patrocínio, ou in-game-adverting, como alguns preferem chamar. Mas, acima de tudo, são mais alternativas que podem vir a ser relevantes para muitas das marcas que pretendem fortificar suas percepções.












