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Arquivado para Mídia e Consumo dos Meios

Google Maps: Brand Logos

Por Gabriel Jacob  |  03.09.2010

O Google se prepara para introduzir novos features em seu serviço Maps. Entre eles um que permitirá que anunciantes paguem para inserir o logotipo em pontos determinados. Atualmente, o Google Maps apenas mostra ícones genéricos que indicam o tipo de negócios no mapa, mas com os ícones patrocinados, as empresas podem se promover com os seus logos quando o usuário for dar zoom em uma área durante a pesquisa.

Ainda de acordo com o próprio Google, os anunciantes não serão capazes de pagar para aumentar sua visibilidade, nem aparecer fora do contexto de busca de localização que o usuário esta fazendo.

Disponível para o serviço online padrão e o aplicativo de iPhone, este novo feature do Google Maps vai ser apenas adaptado para mapas dos Estados Unidos. Por enquanto.

Com fonte do Google Lat and Long Blog.

O 3D continua discutível

Por Gabriel Jacob  |  23.08.2010

Este mundo de revoluções tecnológicas e “pseudo-inovações” muda tão rapidamente que fica complicado analisar as estratégias de quem está dando passos largos.

Depois de muito experimento em torno da sua função e efetividade, o 3D começa a ser adaptado pelos mais importantes veículos e provedores de conteúdo. Na última semana, o Youtube, maior portal de vídeos do mundo, começou a adicionar a opção 3D em alguns dos vídeos publicados pelos usuários, como podemos ver no print acima, retirado deste vídeo.

Quem também está apostando no 3D são os veículos de comunicação impressa (jornais e revistas).

O maior jornal da Europa, o alemão Bild, vai começar a ser vendido em formato tridimensional, além de sortear pares de óculos para os leitores verem fotos e anúncios, informou o jornal Brasil Econômico.

Na versão online do jornal alemão, os videoclipes, os filmes e os jogos também estarão disponíveis em 3D. Com a novidade, o Bild junta-se ao jornal britânico The Sun e o Le Dernière Heure, de Bruxelas.

Aqui no Brasil, o Estadão, através do caderno de informática Link, realizou um experimento adicionando um formato tridimensional ao conteúdo visual do caderno. Porém, este experimento era acessível apenas para assinantes, e não durou mais de um dia.

Enquanto uns experimentam, outros efetivam as apostas com a finalidade de criar destaque entre a concorrência, antecipar e popularizar tendências e funcionalidades que, antes, eram apenas acessíveis de forma exclusiva. Refletindo mais um pouco, me pergunto se este é mesmo o melhor caminho? Será que muitos envolvidos nessa história não estão caindo naquela armadilha de usar a tecnologia simplesmente por medo de não revolucionar ou inovar em sua categoria?!

Mesmo com estes novos exemplos, continuo considerando o 3D muito discutível, principalmente quando a tecnologia é empregada em conteúdos impressos, onde a experiência não é das melhores. E, para ser mais claro, o 3D como conhecemos hoje pode não sobreviver se não houver um aprimoramento da usabilidade e da qualidade como forma de gerar algum tipo de diferencial, que até agora, sinceramente, não consegui encontrar.

A desafiadora integração das mídias mobile e exterior

Por Gabriel Jacob  |  12.07.2010

Os celulares e smartphones, dispositivos mobile que estão conosco em qualquer lugar e a qualquer hora, podem nos ajudar a reconhecer e ampliar a nossa relação com conteúdos físicos e estáticos, veiculados através de mobiliários urbanos ou outdoors, por exemplo, dando vida a conteúdos mortos (aqueles que, sozinhos, não sofrem nenhum tipo de ação). Por essa e outras razões, caracterizo a integração da mídia mobile e exterior como uma das mais desafiadoras.

O advento de tecnologias como o QR Code e a Realidade Aumentada, colocaram este tipo de integração entre os cases mais premiados em importantes festivais de marketing e publicidade do mundo.

Mas, conforme costumo dizer, a tecnologia não substitui as (boas) ideias. Ela traz novas formas de envolver os consumidores. Portanto, esqueça de fazer qualquer tipo de ação bacaninha se o seu objetivo for agradar jurados de festivais. Pense no consumidor, no usuário, nas pessoas.

Seja simples. Simples como a Calvin Klein, que não abordou o consumidor de forma invasiva, convidando-o a interagir para conhecer mais detalhadamente a sua nova campanha.

O desafio está lançado! ;-)

Interatividade offline, por que não?

Por Gabriel Jacob  |  06.07.2010

Quem disse que existe uma “lei” alertando sobre a não existência de interatividade na mídia impressa ou qualquer outra mídia, que não digital? Afinal, o que você entende por interatividade? Se você tem uma boa resposta, logo vai compreender o contexto deste post-reflexão.

Muita gente sabe que, hoje em dia, fica difícil conquistar um consumidor se não propor a ele uma participação mais ativa. Por isso a importância de buscar ideias que entretém de forma interativa o consumidor, e não importa qual é a mídia ou o formato.

Na capa da revista britânica Design Week deste mês, o leitor pode recortar o desenho de uma barba e de um bigode, para depois se divertir com aqueles adornos.

Assim como a Esquire, a Design Week é uma revista que está constantemente inovando com abordagens diferenciadas, tanto no formato quanto no conteúdo. Para a sobrevivência destes meios, a importância de envolver o leitor de forma criativa, chega a ser uma obrigação.

Nike: Write Your Headline

Por Gabriel Jacob  |  21.06.2010

Uma boa ilustração do que acabei de escrever neste post, é a nova campanha institucional da Nike.

Write the Future” apresentou ao mundo um apelo emocional muito forte em conexão com a Copa do Mundo e seus principais protagonistas. E a cada dia se mostra mais surpreendente.

Após o sucesso do filme com os astros da bola, a W+K criou agora uma interessante ação misturando realidades distintas.

Um painel gigante de LED foi instalado no edifício Life Centre em Joanesburgo, África do Sul, que todas as noites transmite imagens de jogadores. Mas o mais bacana mesmo não é o gigantismo da exposição. A inovação fica por conta da possibilidade dos consumidores poderem enviar mensagens personalizadas para o painel, e escolher qual dos jogadores vai “escrever o futuro”.

Para ver sua ‘manchete’ no painel, basta utilizar a hashtag #NikeFuture no Twitter, ou acessar este aplicativo do Facebook, e torcer para que ela seja uma das escolhidas.

Dica do Leandro Macedo.

Rádio Bradesco

Por Gabriel Jacob  |  10.06.2010

Música. Desde os primórdios, este foi um ativo de grande importância para os anunciantes reforçarem o lado emocional de sua comunicação com o público. Até hoje a música continua com a sua relevância, ainda mais quando o objetivo é alcançar uma audiência jovem – como foi comentado neste post sobre a Rádio Skol.

A internet e os demais meios digitais, como o mobile, possibilitaram novas maneiras de levar música ao público-alvo, fomentando a interatividade através de plataformas inovadoras.

É o caso também da Rádio Bradesco.

Esta nova branded radio foi lançada ontem – disponível (aqui), e nos principais portais do país, além de ser acessado pelo iPhone, BlackBerry e outros smartphones.

A princípio, será possível selecionar músicas e ouvir informações sobre produtos do banco. Mas a rádio pode incluir futuramente entrevistas e indicadores financeira.

Para uma instituição financeira, esta iniciativa é um grande passo a frente diante da concorrência.

Volkswagen: Digital Automotive Space

Por Gabriel Jacob  |  27.05.2010

Seguindo a onda de algumas marcas que começaram a apostar em estratégias de presença no requisitado tablet da Apple, a Volkswagen decidiu lançar uma e-Branded Magazine (revista virtual da marca) especialmente desenhada para o iPad. O título da nova publicação digital é DAS, as siglas de “Digital Automotive Space“.

O aplicativo, cujos conteúdos se atualizarão a cada três meses, abrigará informações sobre a VW que não são conhecidas habitualmente pela grande massa de consumidores. A primeira edição da DAS será dedicada ao modelo Touareg, tendo como principal objetivo proporcionar uma nova experiência de interação da montadora com seus clientes mais especiais.

A agência holandesa Readerhouse Brand Media foi a encarregada de desenvolver o aplicativo, direcionado para todo o mercado europeu.

Via W&V

Update:

Enfim, o vídeo com a demonstração do funcionamento e algumas características importantes do aplicativo. Enjoy!

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