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Heineken: Social Networking since 1873

Por Gabriel Jacob  |  14.01.2011

Esse anúncio da TBWA\ de Amsterdã diz muita coisa, sem precisar dizer quase nada.

Interatividade offline, por que não?

Por Gabriel Jacob  |  06.07.2010

Quem disse que existe uma “lei” alertando sobre a não existência de interatividade na mídia impressa ou qualquer outra mídia, que não digital? Afinal, o que você entende por interatividade? Se você tem uma boa resposta, logo vai compreender o contexto deste post-reflexão.

Muita gente sabe que, hoje em dia, fica difícil conquistar um consumidor se não propor a ele uma participação mais ativa. Por isso a importância de buscar ideias que entretém de forma interativa o consumidor, e não importa qual é a mídia ou o formato.

Na capa da revista britânica Design Week deste mês, o leitor pode recortar o desenho de uma barba e de um bigode, para depois se divertir com aqueles adornos.

Assim como a Esquire, a Design Week é uma revista que está constantemente inovando com abordagens diferenciadas, tanto no formato quanto no conteúdo. Para a sobrevivência destes meios, a importância de envolver o leitor de forma criativa, chega a ser uma obrigação.

Citröen se rende ao conceito “Video in Print”

Por Gabriel Jacob  |  05.04.2010

Untitled from INfluencia on Vimeo.

A tecnologia adaptada para a nova campanha da Citröen é de total responsabilidade da Americhip, a mesma que em 2009 apresentou ao mundo o primeiro uso do conceito “Video in Print”, numa criação para a Pepsi.

A Amerchip se autodenomina “líder em marketing multisensorial”, e está disposta a surpreender anunciantes e veículos de comunicação com seus constantes desenvolvimentos.

No caso do “Video in Print“, está é a segunda montadora a utilizar a tecnologia, depois da Renault.

Via Culture Buzz

Renault estréia conceito “Video in Print” na Europa

Por Gabriel Jacob  |  22.02.2010

A Renault de Portugal é a primeira marca na Europa a utilizar a nova plataforma de comunicação “Video in Print“, a mesma tecnologia apresentada, primeiramente, pela Pepsi nos Estados Unidos.

Numa iniciativa realizada em conjunto com a OMD Portugal, foi criado um encarte em papel que permite a visualização de vídeos que visam transmitir a nova assinatura da marca, “Drive the Change“. A novidade foi apresentada na última quinta-feira num encarte limitado de exemplares da Revista Sábado. O encarte trouxe seis vídeos no qual os consumidores puderam interagir elegendo, através de botões, qual eles queriam assistir.

Os vídeos apresentam os novos modelos Mégane RS e Laguna Coupé, bem como um making of do comercial do Renault Mégane Coupé, criado pela Publicis.

Os leitores também puderam participar de um passatempo e concorrer a um fim de semana em uma pousada.

:: Via Meios & Publicidade

3M | The Visual Attention Service

Por Gabriel Jacob  |  19.11.2009

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Sim, você leu bem, a 3M, conhecida em todo mundo por produtos como a fita adesiva Scotch, as esponjas Scotch Brite e o famoso Post-It, lançou um serviço dirigido a anunciantes e agências que permite pré-testar a eficácia da criatividade de peças visuais.
Se trata de um serviço centralizado em um site que mede o impacto visual de um anúncio, uma página na internet ou um desenho desde o início do processo criativo. Batizado de The Visual Attention Service, o serviço prevê quais os elementos de uma cena visual são mais propensos a receber atenção, o que permite aos designers validar o seu trabalho antes de produzi-lo.
Fazendo o registro no site, os usuários podem subir a imagem do seu trabalho e solicitar o pré-teste. Depois de receber a resposta com a análise, o serviço indica os hot points da cena em que os consumidores (espectadores) tendem a ver com mais frequência.

A própria 3M, que sempre inova com a criação de novos produtos, serviços e campanhas originais, afirma que o The Visual Attention Service pode ser usado por criativos de diferentes tipos de anúncios, comerciais de televisão, outdoor, sites, embalagens e até mesmo banners.
Atualmente há uma versão beta gratuita. No entanto, o serviço vai começar a ser cobrado em muito breve.

A moda da Harvey Nichols

Por Gabriel Jacob  |  22.06.2009

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Ditar uma moda não se restringe apenas ao mundo fashion. A marca de roupas britânica, Harvey Nichols, sempre promoveu campanhas super criativas e não convencionais, se comparadas às demais campanhas de varejo de moda. Seus anúncios sempre sugerem “lutas” entre mulheres por causa de suas liquidações. É basicamente essa a moda na comunicação da marca. Os últimos anúncios formam uma paródia ao game “Mortal Kombat“. Mas o que difere realmente a comunicação da Harvey Nichols, além de seu visual e conceito inovador, é a sua proposta como um todo. Dificilmente é colocado preço nos anúncios. E todos eles contam alguma história, lúdica geralmente. É assim que a marca acredita chamar atenção do público-alvo.

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As peças vistas na sequência formam a campanha CatFight criada para eles em 2007. De lá pra cá, a agência DDB de Londres vêm fazendo todo esse trabalho criativo se tornar referência no todo mundo.

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:: Via NotCot e Nostars.biz

Estadão | Qual o valor do seu Conhecimento?

Por Gabriel Jacob  |  18.06.2009

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Antes de dar continuidade no artigo, quero deixar claro que este não é um publieditorial. Acontece que, no horário do almoço, peguei o jornal O Estado de São Paulo para dar uma folheada. Uma capa falsa logo me chamou atenção. A nova campanha do jornal – “Qual o valor do seu Conhecimento?” é uma das mais bem amarradas e coerentes dos últimos tempos, realizadas no Brasil. Simples saber o porquê. O difícil é compreender profundamente a tão complexa situação que a mídia e os veículos estão enfrentando com o advento da internet e das mídias interativas, cada vez mais presentes em nosso dia-a-dia. Para um veiculo originário do meio impresso e com grande credibilidade, como o Estadão, a tarefa de se adaptar perfeitamente aos hábitos de consumo da informação de seus leitores/assinantes, é algo além da integração e da convergência dos meios. É necessário entender e contemplar estas pessoas. O Estadão assume que sabe que informação, hoje em dia, é gratuita. Por isso, questiona: Qual o valor do seu Conhecimento? Ou seja, do que vale toda a informação gratuita que você coleta, se não te agrega conhecimento.
Por isso, a capa falsa do jornal, veiculado hoje apenas para assinantes, vêm com um cupon para ser recortado e levado até o Masp (Museu de Arte de São Paulo). Neste cupom, o assinante tem de dizer “quanto vale uma visita ao Masp”. Sim, quanto você acha que é necessário pagar para obter todo aquele conhecimento que será adquirido ao visitar o museu que está com uma fantástica programação cultural: Vik Muniz, Manuel Vilariño e Arte na França são algumas das atrações atuais.
O verso da capa revela por quais os meios você pode obter o conteúdo – como, quando e onde você estiver. Fica claro que a qualidade do trabalho e do conceito é pura integração de criação + planejamento na arquitetura desta campanha. Na sequência, você pode ver o verso do anúncio, conforme contei agora. estadao2.jpgA campanha também envolve meios como: rádio e televisão. Confira abaixo o comercial, também muito bem executado. A criação é da Y&R.

É, no mais, um dos primeiros conceitos que não tratam o jornal apenas como um veículo, mas sim como uma plataforma de comunicação.

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