Não é nenhum segredo que os jogos se tornaram ainda mais populares entre os consumidores que procuram maneiras de se divertir durante a recessão, principalmente nos Estados Unidos.
Uma recente pesquisa da PricewaterhouseCoopers sugere que publicidade em games crescerá, anualmente, cerca de 13% durante os próximos cinco anos.
A publicidade em games, que gerou USD 30 milhões na América do Norte em 2004, vai chegar a USD 886 milhões este ano e saltar para USD 1,4 bilhões em 2013, segundo a PwC.
Embora a Nintendo ainda não permita publicidade em seus jogos, de acordo com a PwC, a Sony começou a permitir a publicidade em alguns jogos durante meados de 2008. Já a Microsoft tem colocado anúncios em seu Xbox 360 há algum tempo, e abre cada vez mais espaço para este tipo de plataforma. Bons ventos fluindo neste mercado. E muito do mérito se deve ao IAB (Interactive Advertising Bureau) que está sempre analisando, pesquisando e apresentando métricas e guias sobre o universo interativo. Dias atrás eles anunciaram um novo guia de regras especial para a ferramenta In Game Ad. Nossa missão é torcer para que essa tendência chegue o mais rápido possível e com mais força aqui no Brasil.
Slumdog Millionaire não é só o vencedor do Oscar de melhor filme e outras sete estatuetas, este ano. A obra de Danny Boyle também foi destacada como o tema “cinematográfico” mais visto e comentado na rede.
Bem, não chega a ser um espanto para a todos nós, levando em conta que a película já havia sido mencionada em todas as apostadas como a vencedora do Oscar.
Segundo o estudo da Visible Measures, que mostra o gráfico com o volume de acesso a vídeos relacionados ao conteúdo de palavras-chave derivadas do Academy Awards, Slumdog Millionaire ficou em 1º lugar, seguido de Robert Pattinson, o ator que protagoniza o vampiro de Twilight (Crepúsculo).
Slumdog também domina a categoria “comentários”. Analisando as mais de 11 milhões de opiniões geradas na rede, relacionadas ao Oscar, Slumdog está presente em 2,2 milhão delas.
O filme é um retrato real da Índia miserável. A receita que misturou romance + realidade fez merecer alguns Oscars.
Podemos até caracterizar Slumdog Millionaire como uma espécie de “Cidade de Deus/Tropa de Elite” com pitadas a mais de especiarias. Talvez não seja o “the best” para levar o Oscar de melhor filme, mas mereceu levar prêmios como “Direção”, “Trilha Sonora” e outros.
No Brasil, o filme estréia no dia 6 de março.
Abaixo, você pode assistir (em High Definition) o trailer original de Slumdog Millionaire.
:: Leia mais sobre o estudo da Visible Measures (aqui).
Assim como o Superbowl, o Oscaré um evento “televisivo” que atrai um número grandioso de telespectadores. Por esse motivo, as emissoras de televisão que detém os direitos de transmissão destes programas, costumam cobrar (com razão) muito caro para veiculação de comerciais publicitários durante os eventos.
A rede americana ABC, canal oficial da transmissão do Oscar teve que inverter seu caminho tradicional de alavancar os custos de veiculação, salientando o recesso econômico que assolou os Estados Unidos.
No ano passado, a ABC vendeu espaços de 30” por US$1,8 mi. Agora, com a crise, a emissora foi obrigada a fazer uma inédita redução das suas taxas.
Os espaços (individuais) foram vendidos por US$ 1,4 mi à US$ 1,7 mi, dependendo da negociação feita com as agências e os anunciantes. Entre eles: Hyundai, Coca-Cola Diet, McD, Frito-Lay (reveja aqui), entre outros.
Para nós, que olhamos dos “bastidores” - pode não parecer uma mudança estrondosa, mas para os cofres da emissora isso trará um choque um tanto quanto inesperado.
Segundo um estudo da TNS Media Intelligence, isso trará uma queda de 21% no total das receitas da ABC, em comparação com o ano passado, que obteve uma média de US$81 milhões em ganhos. Este ano, o valor do crédito não deve ultrapassar a faixa dos US$67 milhões.
O evento será transmitido oficialmente pela ABC amanhã (domingo) dia 22 de fevereiro. Aqui no Brasil ficaremos apenas com a cobertura via TNT(canal pago), ao vivo, a partir das 22h.
Assista abaixo o comercial oficial da ABC, que promove o 81º Oscar:
Não é só de incríveis efeitos especiais e conceitos invejáveis que vive a publicidade. Todos sabemos que tem muita coisa ruim circulando por ai, principalmente na televisão.
Por isso resolvi fazer diferente do que nós, blogueiros de publicidade, estamos acostumados: exaltar as belas propagandas que cobrimos todos os dias.
Se você é daqueles que sente vergonha alheia quando assiste um comercial “tosco” na TV, prepare-se para desabafar.
Em “Os Piores Comerciais de 2008″, você leitor, tem a voz ativa para destacar quais são essas pérolas.
Não tem regra. Apenas envie para o e-mail do ADivertido (aqui) até 3 comerciais (nacionais), veiculados na televisão este ano, e que você repudia. Seria legal se cada um falasse o porque da indicação daquela propaganda.
Não deixe de participar! Logo menos eu colocarei aqui a compilação com os “Piores Comerciais de 2008″.
Lendo o caderno de Economia do jornal Estado de São Paulo, nesta manhã, me deparo com mais uma pesquisa que mostra o aumento da audiência na internet brasileira. Não é só mais uma pesquisa que apenas reafirma tudo aquilo que já sabemos: “Brasileiro é o usuário que mais acessa a internet e blá blá blá…”
Segundo a mais nova pesquisa, encomendada pela F/Nazca para o Instituto Datafolha, o Brasil tem 64,5 milhões de internautas.
Um dado significativo, levando em conta que as estratégias e propostas de comunicação, terão uma fonte de argumentos muito maior e mais impactante. Sem falar no que nós, publicitários, sabemos, o público da internet é muito mais participativo. É na web que está a chance do anunciante “conversar” e interagir com seu target, de forma efetiva.
A pesquisa, feita com 3 mil brasileiros, concluiu que mais de 53% da população já incluiu algum conteúdo na rede, alguma vez na vida. Outros 26% publicaram opiniões sobre algum assunto específico e 20% fizeram reclamações de empresas.
Foi revelado também, que 48% dos internautas levam em consideração a opinião de outros internautas antes da compra.
Em relação os motivos de acesso, a grande maioria entra na internet para buscar informações (51%).Para relacionamento (23%), para entretenimento (20%) e apenas (3%) para trabalhar.
Opa, dá para clientes e agências refletirem bastante sobre isso, não?
Por essas e outras, empresas como Petrobrás e Penalty, criaram áreas específicas somente para monitorar o que está sendo falado deles na internet.
“As redes sociais são hoje em dia relevantes e tiram do nosso controle a dinâmica do processo de comunicação. A nossa equipe acompanha sites como YouTube, Facebook, Orkut, entre outros, para ver como as notícias da companhia repercutem. Ficamos atentos para qualquer ação de neutralização em caso de críticas ou notas negativas” disse a gerente de Multimeios da Petro, Patrícia Fraga.
O portal de mídia e marketing dos Estados Unidos, Glam Media, está promovendo um concurso bem bacana.
Colocou no site 10 fotos de executivos de mídia de agências locais, ao lado de celebridades que supostamente seriam parecidos com eles.
Qualquer pessoa pode entrar e votar. Após a votação, o visitante deve deixar cadastrado o e-mail para concorrer à um cartão Visa recheado com $500,00 de crédito.
O objetivo é simples: Anunciar a chegada do seu novo canal on-line de variedades, estilo e comportamento, o Brash.com, voltado exclusivamente para executivos do sexo masculino.
Dificilmente coloco cases de insucesso neste blog. Acredito que esse espaço serve para compartilhar mais alternativas vencedoras e coisas bacanas que estão acontecendo no mundo da comunicação. No caso da situação que irei mencionar neste post, o fato é que não servirá como um case, mas sim uma situação a ser discutida.
Durante a recente transmissão do jogo Santos x Chivas, pela Fox Sports Internacional, um mosaico na tela de transmissão foi produzido para gerar a chamada “campanha invasiva“( aquela que invade e retém sem permissão, a atenção do receptor ). Neste caso, o produto ofertado era da Toyota, que vendia seu Corolla 2009.
Reparem no vídeo abaixo, que o jogo não é interrompido, porém a atenção do telespectador é alternada ao momento em que os novos frames vão subindo na tela. É um efeito divertido, mas gerou uma certa repercussão negativa em alguns países.
Ame ou odeie, expressa bem o sentimento que a maioria dos expectadores têm ao passarem por essa experiência. Intrusiva ou divertida? Deixem seus pitacos nos comentários