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MTV: Screen Generation

Por admin  |  01.12.2010

Na manhã de hoje, fui ao evento de divulgação do novo Dossiê MTV: Universo Jovem, que tinha “Screen Generation” como título, uma referência aos jovens que consomem conteúdo de forma fragmentada nos mais variados tipos de telas: computador, televisão, celular e etc.

O vídeo-documentário, com um pouco mais de 1h30 de duração, abordou temas comportamentais através de entrevistas (qualitativas e quantitativas) com jovens e especialistas. No entanto, antes da apresentação do vídeo, a diretora geral da MTV fez uma introdução contando um pouco sobre alguns insights que surgiram após as pesquisas, e lembrou que, para os jovens, não existe o offline e o online, pois o que interessa é o conteúdo.

Ela também comentou sobre o fato dos jovens aceitarem mais a web quando podem participar dela. Ou seja, ela simplesmente confirmou uma tendência que discutimos há um bom tempo: o poder da colaboração e o anseio dos jovens em interagir com o conteúdo e com os outros usuários.

Outra coisa que não podemos preterir, de forma alguma, é a capacidade que o jovem tem de consumir diferentes tipos de meios em um mesmo momento.

“Eles estão na internet com a televisão ligada, com o fone, ouvindo música e estudanto. É uma forma muito louca de consumir mídia”, destaca um profissional de mídia.

Entretanto, os profissionais de mídia entrevistados relembram que os jovens estão presentes nas novas mídias, mas também nas mídias tradicionais – o que nos faz refletir sobre um velho preconceito de adaptação de meios diante deste público. Nós, comunicólogos, não podemos ter nenhum tipo de preconceito. E isso ficou mais claro depois da apresentação deste material.

Sobre mobilidade, a pesquisa destacou o meio mobile como algo básico para este público. Os jovens de hoje não conseguem viver sem o celular. Aliás, um gráfico desta nova edição do Dossiê indica que o celular é o meio que mais cresceu.

De 2008 a 2010, houve um aumento de 14% no número de jovens com celular.

A internet também evoluiu em 3% no mesmo período, mas a televisão continua sendo o principal meio.

Apesar de não haver muitas informações reveladoras e surpreendentes, eu concluo que , quando o assunto é os jovens de hoje, precisamos dar uma atenção especial, pois ele é diferente de qualquer outro público. Um público que, por sua natureza, é multitarefa e capaz de receber muitas informações ao mesmo tempo. Além do mais, o jovem anseia por novidade o tempo todo.

Tal comportamento faz com que eles se percam facilmente no meio do caminho, podendo não se envolverem com mais profundidade em uma plataforma ou um conteúdo. Por isso a importância de estarmos muito atentos as suas reais necessidades e as formas de como aproxima-los mais daquilo que queremos passar à eles.

Next Generation Media

Por Gabriel Jacob  |  16.04.2010

Mais um vídeo super interessante revela no que as constantes transformações da mídia implicam na vida das pessoas, no conteúdo e nas tecnologias a nível mundial.

O vídeo foi produzido pela Aegis Media em parceria com a Carat, Isobar e a britânica Vizeum.

10 Key Learnings: Marcas x Twitter

Por Gabriel Jacob  |  07.04.2010

twitterinsight.jpgA agência digital Razorfish divulgou suas recomendações para ajudar executivos a assumir o controle de suas marcas no Twitter e estabelecer uma presença bem sucedida na rede social.

Não é só mais orientação oportunista sobre o microblog. São reflexões pertinentes para todos nós, comunicólogos, que sabemos da importância do Twitter como ferramenta de marketing.

Vale ficar atento (sempre!)

  1. Familiarize-se com o Twitter através de uma análise das marcas de sucesso como a Dell (dell.com/twitter), Zappos (twitter.com/Zappos) e Comcast (twitter.com/comcastcares)
  2. Veja o que está sendo dito no Twitter sobre a sua marca.
  3. Identifique os objetivos iniciais para usar o Twitter, incluindo o que se possa qualificar como uma história de sucesso do Twitter para a sua marca.
  4. Observe atividades competitivas e potenciais considerações legais, especialmente se já existe uma conta de Twitter que usa o nome de sua marca ou outra propriedade intelectual associada a ela.
  5. Pesquise antes de decidir como apropriar uma oportunidade – fazer ofertas ou construir uma comunidade, tom de voz e método de conversação baseados no engajamento  – que pode ser bom para sua marca.
  6. Mesmo se a sua empresa está utilizando o Twitter apenas para ouvir, é necessário monitorar as conversas e os concorrentes.
  7. Mapear um plano para o conteúdo que irão compartilhar, incluindo o conteúdo inicial valioso par para despertar o interesse do usuário.
  8. Integrar sua conta do Twitter em toda a sua experiência em marketing, incorporando-o como um feed no site da empresa, incluindo a sua URL em outros pontos de comunicação e assim por diante.
  9. Manter a dinâmica, responder a perguntas e participar de conversas sem seguir um “sistema de marketing orientado”.
  10. Transpor o valor de sua marca no discurso através de seus tweets, ouvir continuamente, aprender e aperfeiçoar suas atividades no Twitter.

Estes são alguns aprendizados a serem seguidos. Mas, como em todas as mídias sociais, as marcas estão mais imunes. Por isso é importante é compreender as próprias atitudes no Twitter, para que a marca não acabe manchando sua reputação. Por outro lado, as marcas que usaram o Twitter com a atitude correta, estão colhendo recompensas formidáveis. É o caso da Dell, que utilizou o microblog para promover descontos e em poucos dias gerou mais de 2 milhões de seguidores. Veja mais exemplos postitivos, aqui.

Branded Content: Por que é a prática do futuro?

Por Gabriel Jacob  |  04.01.2010

brandedcontent.jpg

Entendemos por Branded Content a prática por vincular conteúdos a uma marca (e vice-versa). Uma forma sutil e criativa de cultivar laços entre uma marca e o consumidor.

Não é nenhum segredo que, com a evolução digital, muitas marcas aproveitaram o espaço livre e democrático da internet para espalhar a sua mensagem, dar conselhos e até mesmo medir a reação dos consumidores. Mas em 2009 foi feito ainda mais com Branded Content. Vimos vários exemplos aqui no ADivertido, e segundo o último relatório do Custom Publishing Council (CPC), os gastos com Branded Content duplicaram em 2009.

Falando de Estados Unidos, o gasto total com Branded Content foi, em média, US$ 1,8 milhões por empresa. Pouco mais da metade (51%) foi investido em publicações impressas, 27% em internet e quase 1/4 (22%) em televisão e rádio. A estimativa é que, em 2010, quase 60% das marcas devem duplicar os números de 2009.

O estudo também constatou que:

  • 61% das marcas acreditam que o Branded Content é “mais eficaz” que a mala direta.
  • Um pouco mais da metade (54%) usam o Branded Content para educar os consumidores.
  • As marcas destinaram quase um terço (32%) dos orçamentos em Branded Content.
  • 24% pretendem aumentar os gastos de conteúdo de marca em 2010.
  • 78% dos entrevistados relataram que o Branded Content é mais eficaz do que a própria publicidade.

Estes dados mostram um crescimento substancial desta disciplina. Por quê? Você só precisa refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje e entender que ele não quer mais ser incomodado com mensagens interruptivas, por isso opta por um conteúdo mais pertinente e que, em muitas vezes, pode ser assinado por alguma marca. Só depende da agência e do anunciante na hora de interpretar no briefing a demanda por algum tipo de conteúdo capaz de reter a atenção do target. No mais, a criatividade continua sendo o maior e principal ingrediente.

Sendo assim, vou continuar monitorando aquilo que virá com tudo em 2010.

:: Com fonte do BizReport e MediaPost

Obama Digital

Por Gabriel Jacob  |  04.12.2009

Fiz questão de postar o vídeo-documentário “Obama Digital“, uma criação brasileira executada como trabalho de conclusão de curso dos jornalistas: Pedro Sorrentino, Rodrigo Vitiulli, Vinicios Viana e Julia Reina. Dá orgulho ver uma galera jovem produzindo conteúdo ‘profissional’ sobre um dos momentos mais importantes da política e da comunicação mundial. Você verá um rico resumo dos fatos sobre a influência das mídias digitais na eleição do primeiro candidato negro da história dos Estados Unidos.

Pedro Sorrentino (@pedrosorren), editor responsável pelo projeto, me disse que, durante sua viagem aos Estados Unidos, em 2008, percebeu uma grande diferença de abordagem por parte do até então candidato à presidência, após se cadastrar em alguns serviços do partido democrata. Seus inúmeros questionamentos o levaram a produzir o incrível documentário.

Reserve alguns minutos dessa sua sexta-feira para assistir ;)

Televisão, a velha forma de fazer publicidade

Por Gabriel Jacob  |  23.09.2009

Este comercial sobre a eficiência da publicidade na televisão, foi feito para a Thinkbox, uma empresa britânica de comercialização de espaços na TV para o mercado publicitário, que descobri navegando na internet.

Observe que um psiquiatra mergulha no subconsciente do paciente, e descobre que não há nada além de anúncios clássicos de televisão. O contexto deste cômico anúncio parece representar a velha maneira do marketing se aproximar das pessoas, como um canal de comunicação de via única, onde as marcas simplesmente empurravam as suas mensagens ao seu público.

Esse anúncio teria sido perfeito antes do aparecimento dos canais de mídia digital, pois todos sabemos que enquanto o investimento em publicidade na televisão e nas outras mídias tradicionais cai assustadoramente, o investimento em mídias digitais cresce com frequência. O motivo é simples, e foi diversas vezes dito aqui no blog: os consumidores já não são mais tolos, e sabem quando certo conteúdo está ali apenas para vender alguma coisa. Com tantas tecnologias novas surgindo, o consumidor se tornou parceiro das marcas, produzindo, editando, colaborando de diversas formas – a favor de uma relação duradoura e recíproca – marca x consumidor.

Future Consumer will be Digital Focused

Por Gabriel Jacob  |  02.09.2009

Como eu havia prometido no Twitter, trago aqui pra vcs o gráfico que foi apresentado pela Maria Mandel, sócia e diretora executiva de inovação digital da Ogilvy One, EUA, durante sua palestra sobre “vídeos online“, neste primeiro dia de ProXXIma. Na minha opinião, este gráfico é um dos mais catequistas e conclusivos entre todos os demais gráficos que pipocam por aí tentando defender as mídias digitais.

De acordo com dados da Carat, de 2008, as plataformas digitais serão responsáveis por 66% do uso de mídia em 2010, um total que se eleva para 80% até 2020. Se espera que a internet cresça cada vez mais proeminente durante este período.

Bom, então está aí pra você evangelizar mais um pouco seu cliente (se é que ainda precisa :) ).

Future Consumer will be Digital Focused

mediaconsumerinsight.jpg

:: Continue acompanhando o meu Twitter e as novidades do ProXXIma.
Prometo que até o final da semana eu preparo um resumão sobre o evento.

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