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O futuro dos filmes

Por Bruno Delfino  |  07.11.2011

É impressionante como é grande o número de notícias sobre o universo de filmes que tenho visto ultimamente. Não sobre os filmes em sí como Batman, Tropa de Elite ou Gigantes de Aço. Estou falando sobre a forma como assistimos filmes e seriados.

Foi-se o tempo onde íamos a locadora, alugávamos uma fita VHS, assistíamos em casa e depois disso rebobinávamos para entregar no dia seguinte. Hoje em dia existem milhares de canais e meios para se assistir filmes. E isso tem revolucionado o mercado e preocupado muitas as empresas e estúdios. A briga começou.

Quer assistir um filme? Você pode alugar na locadoras do bairro ou pela internet, assistir na TV Paga, ir ao cinema, assistir utilizando o videogame, assistir pelo streaming, baixar filmes, comprar no camelô, assistir no tablet e por aí vai.

Com a chegada da Netflix no Brasil as pessoas estão conhecendo e explorando ainda mais o serviço de streaming de filmes on-line, um mercado que está expandindo muito ultimamente. Aqui no Brasil o serviço também é oferecido pela NetMovies, que também conta com aluguel e delivery de DVDs.

Lá fora, a Netflix perdeu 800 mil assinantes depois de uma tentativa de criar outra marca para o serviço de entrega de DVDs. Isso fez com que outros serviços concorrentes ganhassem mais mercado, entre eles a Amazon Prime Instant Video, Blockbuster On Demand, Hulu e iTunes.

Além dessas grandes movimentações no mercado, duas outras notícias me chamaram a atenção essa semana.

Primeiro, o fato de que o Youtube está experimentando uma página de canais com conteúdos exclusivos, em parceria com artistas, cantores e outras empresas de entretenimento. E na minha opinião, se o Youtube entra nessa briga, ele vai destruir todo mundo com uma bomba atômica.

E já não bastasse tudo isso, os estúdios de cinema não querem ficar para trás e estão tomando medidas para não perder mercado. Os estúdios Warner Bros., Lionsgate, Universal, Miramax e Paramount estão criando aplicativos para o Facebook e distribuindo seus filmes de várias formas através da rede social.

A internet mudou a forma como nós assistimos filme. E ainda vai mudar muito. David Hsieh, VP de Marketing, Vídeo e Tecnologias Emergentes da Cisco disse que os vídeos serão responsáveis por 90% do tráfego da internet em 3 anos. Os vídeos fazem parte dos usuários de internet do mundo inteiro, e vai ser cada vez mais presente na vida deles.

Nessa nova onda de filmes, tecnologias, canais e serviços, quem não se adaptar e inovar vai ficar para trás. Acredito que muita coisa vai surgir e já está surgindo por aí.

Mas as perguntas que ficam são: qual o futuro da industria do entretenimento cinematográfico? O que será que vai acontecer? Quem vai se dar bem? Como os anunciantes podem tirar vantagem disso?

Toda essa história ainda vai dar um filme.

Test-drive interativo no Youtube. E…?

Por Gabriel Jacob  |  13.10.2011

A usabilidade e a própria execução poderiam ser melhores para prover uma experiência ainda mais realista com o carro, mas nem mesmo assim eu acho que este tipo de ideia faz muito sentido enquanto ação de marketing quando a tecnologia/interatividade tem, no contexto, maior importância do que qualquer outra função que poderia, também, exaltar diferenciais do carro.

Críticas de lado, aqui está o que a Audi diz ser o primeiro test-drive interativo no Youtube. Tire suas conclusões! ;)

Burberry lança perfume exclusivo para os mais de 7 milhões de fãs no Facebook

Por Gabriel Jacob  |  19.08.2011

Mais uma marca está apostando suas fichas no engajamento de fãs no Facebook para ativar a experimentação por meio do lançamento de produto.

A marca em questão é a Burberry, grife que conquista milhões de brand lovers no mundo todo pela sofisticação e qualidade que só fortalece a aspiração.

O sucesso também entre os mais jovens é tanto que a fanpage da marca chega a ultrapassar os 7 milhões de fãs. Não é pouca coisa para uma grife nada democrática.

Para estabelecer uma relação mais íntima com essa legião de brand lovers, a Burberry lança em primeira mão a nova linha de perfume Body no Facebook, com direito a vídeo do CCO da marca convidando os fãs a experimentar a novidade.

No começo do ano foi a vez da marca de catchup Heinz ativar o sampling exclusivo de produto na sua fanpage. Foi uma das primeiras marcas a realizar este tipo de ativação online.

Quer um case no Instagram? Então toma!

Por Gabriel Jacob  |  17.08.2011

Muito se discute sobre o uso de plataformas e ferramentas emergentes em ações de marketing, principalmente pelo fato de que podem não representar um meio potencial para atingir alcance e frequência desejável. Mas, como tudo na vida, o sucesso do uso delas depende de diversos fatores.

Entre essas ferramentas emergentes que chamam atenção do mercado ao mesmo tempo que também proporcionam essa desconfiança por ainda serem incipientes e segmentadas demais, está o Instagram.

Em Cingapura, país onde a maioria dos jovens são conectados e possuem smartphones, independente da classe social deles, a Johnson & Johnson não recusou ativar sua marca Neutrogena no hypado aplicativo de fotos. E se deu bem.

Na ocasião de conscientizar os jovens do país asiático sobre a importância dos cuidados com a pele em dias de sol – por meio da linha Neutrogena Ultra Sheer, que protege 3 vezes mais da radiação UV – foi selecionado o famoso usuário do Instagram, @AikBengChia, dono de mais de 600 mil seguidores, para engajar o maior número de pessoas.

A campanha, então, aconteceu sob o tema: “Let your skin have a little more fun in the sun” (“Deixe sua pele se divertir um pouco mais ao sol”).

Foram fotografadas pelo @AikBengChia miniaturas em forma de pessoas colocadas sobre uma pele humana, criando a ilusão de que aquilo seriam pessoas na praia em um dia ensolarado.
Durante três dias, 32 fotos como essa foram enviadas para a sua timeline. E, somente no final, foi adicionada a hashtag #Neutrogena_Ultra_Sheer que, ao ser clicada, direcionava para uma única montagem que simulava a imagem de um sol.
A imagem era seguida da mensagem: ”Deixe a sua pele se divertir um pouco mais no sol. Neutrogena Ultra Sheer com 3x mais proteção UV”.
Também foi convocado um popular blogueiro de Cingapura para amplificar a campanha.
Os resultados mostram que a campanha conseguiu alcançar o sucesso desejado: Somente no Instagram, foram 6.792 likes nas fotos e cerca de 500 comentários positivos. Além dos mais de 800 mil usuários do mesmo aplicativo impactados.
Com o uso do Instagram como centro e hub da campanha, me surpreende ver tamanho sucesso.
Talvez seja a primeira vez que vejo resultados nesse nível de uma campanha de marca que se apropriou desse aplicativo mobile. Mas não podemos ignorar que o uso do blogueiro, que amplificou a campanha através de suas redes sociais, foi muito importante para o alcance da mensagem.
Anyway, essa campanha se consagra como case em plataformas emergentes. Inovar é arriscar mesmo.
A criação foi da agência Tribal DDB.

ToyToyota

Por Gabriel Jacob  |  15.07.2011

Incrível a ideia desse aplicativo de iPhone que a Toyota no Japão apresentou essa semana para entreter crianças que ficam no banco traseiro do automóvel durante longas viagens.

Utilizando o GPS, o divertido aplicativo mantém a rota real do automóvel e permite que a garotada ganhe pontos durante o trajeto lúdico e cheio de surpresas.
O aplicativo Backseat Driver é o primeiro projeto da ToyToyota, plataforma de entretenimento para crianças que a montadora lançou exclusivamente no mercado japonês.

QR Code na tela da BBC

Por Gabriel Jacob  |  12.07.2011

O uso do QR Code é sempre polêmico, ainda mais aqui no Brasil, onde a tecnologia não está enraizada na cultura como acontece principalmente no Japão, país de origem do código bi-dimensional.

Mas, em alguns países do primeiro mundo, com uma grande parcela da população detentora de smartphone e gadgets mais avançados, o QR Code ganha maior importância.

Nesta semana, a emissora britânica BBC apresentou uma nova série culinária com um diferencial: durante a apresentação da receita de cada prato, um QR Code aparece na tela convidando os espectadores a ter uma experiência além daquela obtida na televisão.

Ao fotografar o código com o aparelho celular, mais informações sobre a receita são disponibilizadas em um mobile site customizado para ocasião, bem como os ingredientes, métodos e dicas sobre a preparação do prato.

Uma solução inteligente para quem gosta de acompanhar a receita completa na televisão e somente depois anotar os ingredientes.

Independente da popularização da tecnologia por aqui, fico imaginando essa aplicação em anúncios publicitárias na televisão.

Se você estiver pensando em oferecer essa ideia para o seu cliente, saiba que não será o primeiro a fazer: www.adivertido.com/banco-belga-poe-qr-code-em-comercial-de-tv

Com fonte do blog 2dCode.

Xbox Kinect e o futuro da comunicação

Por Gabriel Jacob  |  27.06.2011

Não é o digital que me fascina. É a interatividade.

Ela está formando o sucesso de estratégias de comunicação neste mundo em que as pessoas não recebem mais a publicidade como antes.

Interação é envolvimento, e não há nada melhor do que isso para gerar um apelo emocional no consumidor.

Em um discurso realizado no Festival Internacional Cannes Lions, a Microsoft apresentou uma nova ferramenta chamada NUads.

Com esta ferramenta, em muito breve, os usuários do console Microsoft Xbox Kinect poderão interagir mediante a voz e movimento com a publicidade que aparecer no jogo, como também informou o The New York Times.

Este tipo de publicidade usará o mesmo sistema de captação de movimento que a Microsoft desenvolveu para o Kinect.

A empresa ainda afirmou que os mesmos anúncios utilizados para televisão poderão ser incluídos no console, com o valor agregado de realizar ações durante o tempo em que o usuário estiver sendo exposto a essa publicidade.

Apesar de eu dar um destaque importante para esta novidade, ela só é um exemplo que ilustra para onde a comunicação está caminhando.

A tecnologia nunca foi tão importante para o mercado da comunicação, que depende dela para sobreviver nestas constantes transformações e mudanças de hábitos do consumidor da atualidade.

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