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Arquivado para Vídeos Virais

Please ReTweet Me

Por Gabriel Jacob  |  04.01.2011

Muito boa a estratégia da fundação Meningitis Trust para gerar maior conscientização do público sobre a meningite e as prevenções da doença, aliando bom humor e seriedade.

Em um vídeo publicado no Youtube, um coral de senhores canta uma versão reformulada do clássico “Release Me“, uma canção de Engelbert Humperdinck, famosa nos anos 40.

A reformulação da canção é  hilária, e se aproveita do conceito das redes sociais. Ao final, o vídeo traz o endereço do site da fundação, que, na verdade, é a página no Facebook, cheia de informações para as pessoas ficarem atentas sobre os sinais e sintomas, juntamente com um link para download da música e cadastro para doação.

Abaixo, a versão original da canção “Release Me”.

O Natal sensual e interativo da La Senza

Por Gabriel Jacob  |  03.12.2010

Para celebrar o Natal ao mesmo tempo em que apresenta sua coleção de lingeries, a canadense La Senza criou um vídeo musical onde lindas garotas, cada uma representando uma nota, formam, juntas, uma tradicional canção natalina. Detalhe: todas estão semi-nuas, vestindo apenas as lingeries da coleção. :-)

No hotsite criado pela Karmarama, elas aparecem com o mesmo “traje”, porém, quem comanda as notas, ou melhor, as meninas, é o próprio usuário, criando, assim, uma canção personalizada.

Outro detalhe: é possível comprar qualquer uma das lingeries vestidas pelas garotas do site, em apenas um clique.

O skate, a piscina e o “viral”

Por Gabriel Jacob  |  22.04.2010

Não se pode chamar um conteúdo de “viral” sem antes conhecer o impacto que ele causou. Mas, infelizmente, ainda tem gente que denomina qualquer vídeo engraçadinho de “viral”. E este erro é muito comum. Uma pena, porque tem gente aprendendo errado o conceito dessa tática, e aplicando rotineiramente. Afinal, o que de fato faz um “viral” é o potencial criativo e emocional da idéia. Simples (?)

O vídeo acima, feito para divulgar uma marca de desodorantes, conseguiu mais de 25 mil views em menos de 10 dias de publicação. É um resultado satisfatório. Claro, não é o maior viral da história; Longe disso. Só que ele é uma boa referência de que a idéia – criativa - aliada com o conceito da marca/produto, pode interessar muita gente.

O “assassino” do Chatroulette

Por Gabriel Jacob  |  24.03.2010

Brincadeira de mau gosto, eu sei. Mas nada é de verdade. São apenas atores muito bem treinados “brincando” de assassinos e vitimas na frente da webcam.

Esta é a bizarra fórmula encontrada pelo canal de terror Buzz TV, que tem por objetivo transmitir toda a sua intensidade (e fazer juz ao seu próprio nome?).

São reações diversas de quem se depara com a “brincadeira” criada pela McCann Erickson Madrid, como se pode ver no vídeo acima.

Queria a sua opinião.

Me fala, o que você achou?

O Rap da Procter&Gamble

Por Gabriel Jacob  |  17.03.2010

Outra marca que apostou em conteúdo diferenciado é a P&G.

Nos Estados Unidos, a multinacional recorreu à música para promover sua marca de rolos de papel Bounty.

Foi colocado no YT um videoclipe protagonizado por dois cantores cômicos de rap que “entoam” uma canção chamada “Bring It“. Entre os dois minutos de rimas e gírias, eles mostram a qualidade e a resistência do produto, colocando bolas de bilhar e água sobre uma fina folha de papel Bounty. É tudo tão fora do convencional que você dificilmente associa com uma “peça publicitária”.

De acordo com brand manager da P&G para os EUA, o rap “Bring It” é apenas o primeiro de uma série de vídeos que a marca pretender colocar no Youtube a fim de ensinar o público, de maneira irreverente, sobre os benefícios de Bounty.

Em poucos dias de publicação, o vídeo já alcançou a faixa de 370 mil acessos.

:: Via The Big Fat Marketing

Nescafé lança campanha 100% digital

Por Gabriel Jacob  |  11.02.2010

Outra marca abandonou todas as “mídias tradicionais” para apostar, unicamente, nos meios digitais.

Criada pela McCann Erickson Barcelona, a nova campanha de Nescafé na Espanha é centrada no preço ridiculamente baixo de uma xícara de café: 5 centavos de euros.

Entre as ações, um game e uma página no Facebook, um canal no Youtube e um microsite. Tudo baseado em uma tradicional brincadeira onde a pessoa tem que atirar uma moeda e acertar dentro do alvo (uma xícara, no caso).

Confira abaixo um vídeo colocado no YT, com o objetivo de “viralizar” na rede e chamar a atenção das pessoas.

Não quero entrar nos méritos da qualidade da campanha, apenas reforçar que grandes marcas continuam depositando forte confiança nos meios digitais.

Pringles: Xtreme Gladiatoral Challenge

Por Gabriel Jacob  |  10.02.2010

pringlesxtreme.jpg

É comum hospedar games em redes sociais, na Holanda. Não sendo diferente, a Pringles de lá resolveu chamar a atenção dos mais jovens com um advergame hospedado na Hyves, a rede social mais popular do país.

O “Xtreme Gladiatoral Challenge” serve como suporte para a campanha de uma linha de novos sabores (muito mais “hot”) de seu viciante snack.

Caso o usuário seja membro da rede social, ele é transportado para uma arena ao estilo “Street Fighter“, onde terá que lutar contra 4 diferentes gladiadoras, cada uma representando um dos novos sabores de Pringles.

pringles2.jpg

Eu tive que me tornar membro da Hyves só para testar o game. A experiência foi um pouco desastrosa, principalmente por não entender absolutamente nada de ‘dutch’.

Apesar dele não oferecer uma jogabilidade surpreendente, o “Xtreme Gladiatoral Challenge” dá a chance de compartilhar funções e pontuações com outros membros da rede social. E quem pontuar mais ganha um passeio de skydive, o que é um bom incentivo.

Enfim, o que vale mesmo é a intenção da marca em prover uma plataforma adicional e divertida aos consumidores.

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