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Unilever: Experimentar é Vital e muito mais
Nasceu o novo Portal Vital da Unilever!
Para quem não conhece, Vital funciona como uma plataforma de relacionamento com consumidores, através de conteúdos, serviços e experiências.
Além da nova interface mais clean e organizada, e o melhor dinamismo social de Vital, que agora está mais democrático com todo o conteúdo branded e unbranded aberto, outras grandes novidades vão dar frutos importantes para a Unilever.
O programa Experimentar É Vital, por exemplo, é um serviço de Tryvertising onde os usuários podem encomendar produtos da Unilever para os receberem, de graça, em suas casas. Isso mesmo, sem custo algum.
A proposta tem uma importante visão de negócios para a beneficiar não somente o consumidor como também a Unilever, pois junto com o produto que a pessoa receber vai um código que ela tem que cadastrar no Portal para responder uma pesquisa de opinião sobre aquele produto solicitado. Somente assim a pessoa vai conseguir retirar outro produto dessa vitrine virtual. E assim por diante.
Com isso, a Unilever ganha com informações valiosas sobre satisfação dos produtos para poder desenvolver melhor todo o seu portfólio. Vejam abaixo o vídeo de apresentação do “Experimentar é Vital”:
E este é só o começo. Ainda estão para acontecer outras grandes novidades, entre eles o TV Vital e o mais importante de todos, Vitais.
Vitais será o grande core de toda a nova concepção do Portal. Os usuários cadastrados vão acumulando pontos de acordo com o engajamento em torno do conteúdo e as ferramentas disponíveis, sendo recompensados com experiências exclusivas da Unilever (on e off), de acordo com o nível de interação.
Com o novo Portal Vital e todas suas novas propostas que estão nascendo a partir de hoje, a Unilever constrói uma nova e diferenciada relação dos consumidores com uma marca de bens de consumo.
Portal Vital é um projeto da agência F.biz.
Test-drive interativo no Youtube. E…?
A usabilidade e a própria execução poderiam ser melhores para prover uma experiência ainda mais realista com o carro, mas nem mesmo assim eu acho que este tipo de ideia faz muito sentido enquanto ação de marketing quando a tecnologia/interatividade tem, no contexto, maior importância do que qualquer outra função que poderia, também, exaltar diferenciais do carro.
Críticas de lado, aqui está o que a Audi diz ser o primeiro test-drive interativo no Youtube. Tire suas conclusões!
Burberry lança perfume exclusivo para os mais de 7 milhões de fãs no Facebook

Mais uma marca está apostando suas fichas no engajamento de fãs no Facebook para ativar a experimentação por meio do lançamento de produto.
A marca em questão é a Burberry, grife que conquista milhões de brand lovers no mundo todo pela sofisticação e qualidade que só fortalece a aspiração.
O sucesso também entre os mais jovens é tanto que a fanpage da marca chega a ultrapassar os 7 milhões de fãs. Não é pouca coisa para uma grife nada democrática.
Para estabelecer uma relação mais íntima com essa legião de brand lovers, a Burberry lança em primeira mão a nova linha de perfume Body no Facebook, com direito a vídeo do CCO da marca convidando os fãs a experimentar a novidade.
No começo do ano foi a vez da marca de catchup Heinz ativar o sampling exclusivo de produto na sua fanpage. Foi uma das primeiras marcas a realizar este tipo de ativação online.
A superficialidade das “marcas digitais”
Os desafios presentes em todas as perspectivas da web colocam as marcas diante de um cenário social competitivo: Competir por fãs, seguidores, likes, comentários, opiniões e etc.
Ao observar os movimentos do mercado, percebo que a quantidade dessas interações parecem ser mais valorizadas do que a qualidade das mesmas. Ter muitos fãs no Facebook não significa que sua marca é legal.
Em primeiro lugar, a quantidade de pessoas envolvidas com uma marca na web, ou onde quer que seja, não significa muita coisa se ela não se relaciona bem com todas essas pessoas a ponto de construir um percepção positiva e, mais do que isso, duradoura.
O engajamento por parte do consumidor que segue ou é fã de uma marca está no nível de conexão com ela e a qualidade do conteúdo e experiências trocado por ambos: consumidor e marca. Isso sim é sinônimo de engajamento.
Em segundo lugar, as marcas precisam entender que vivem diferentes momentos e possuem diferentes posicionamentos.
São dois os cenários: o da aspiração e o da transpiração. Neste último, a marca precisa entender que demanda muito tempo e esforços estratégicos para ela construir um posicionamento capaz de gerar uma positiva identificação por parte do seu consumidor e, com isso, conquistar as pessoas de forma natural, na web.
Para uma marca aspiracional, que consegue organicamente atingir inúmeras pessoas no ambiente digital, é uma coisa. Outra coisa – muito diferente – é uma marca que deseja alcançar o mesmo volume gigantesco de interações sociais, mesmo não sendo ela aspiracional. E, assim, é que começa a surgir aquilo que eu chamo de superficialidade na presença e postura de uma marca no ambiente digital.
O problema é que são muitas as marcas que não entendem a existência desses dois cenários bastante distintos, o que as fazem criar estratégias que, a primeira vista, parecem geniais mas, no fundo, apenas geram buzz sem construir marca. Por outro lado, alguns consumidores curtem e seguem páginas por motivos banais e realimentam a ilusão de que aquele número é importante. Pensando nisso, até que ponto vale a pena continuar sendo mais uma marca que procura ter um milharal de fãs no Facebook?
Os profissionais de marketing das empresas estão vendados pela inovação. E isso os fazem querer competir por aquilo que não significa quase nada para a sua empresa, enquanto branding.
Por exemplo: Se o seu concorrente está no Twitter, não significa que você também precisa estar. Às vezes, você não nem deve estar ali.
Enquanto não houver um objetivo claro e bem definido (briefing), que colabore com posicionamento, as atuações de uma marca na web realmente não terão significado.
Ford presente no Google Plus: Estratégia ou tática?
Uma das grandes expectativas pós lançamento do Google Plus era em relação a possibilidade de marcas apostarem na plataforma como meio de comunicação. E não demorou muito para surgir a primeira.
Após cerca de uma semana, a montadora Ford criou um perfil institucional da marca na rede social do Google.
Ainda é cedo pra criticar a forma de atuação de uma marca ali, até porque a plataforma é muito nova e está em fase beta, prometendo constantes reformulações e updates ao longo dos próximos dias, a fim de atender a demanda e ganhar espaço no competitivo mercado de redes sociais, puxado principalmente pelo líder incansável, o Facebook.
Até o presente momento, a atuação da Ford se baseia muito em uma presença “morna” na forma de um perfil, apenas para disponibilizar conteúdos institucionais, e a interação ainda é pequena. No entanto, a rápida movimentação ao investir no Google Plus faz com que a Ford ganhe uma importante percepção ligada à inovação, além do enorme buzz que está sendo gerado pelo fato de ela defender ser a primeira marca a apostar na plataforma. Até aí, pontos positivos pra marca.
Agora, me questionando se a aposta da Ford foi mais pensada na tecnologia pela tecnologia, ou seja, muito tática, cheguei na seguinte conclusão:
Se a marca tivesse baixa relação com o digital e as mídias sociais, o investimento no Google Plus não faria muito sentido. Mas, se tratando da Ford, que globalmente investe em ações e campanhas com grande foco no digital, comunidades e usuários de redes sociais, podemos dizer que foi, sim, uma estratégia que reflete positivamente na marca.
Mídias sociais, inclusive, parece fazer parte do core business da Ford. Vide a frase da bio da marca no Google Plus: “Founded by Henry Ford in 1903, we make automobiles. And we like social media.”
Inovação é business. Não é tecnologia.
Yes, We Tweet!

As eleições presidenciais dos Estados Unidos se aproximam, e, com elas, começam a aparecer as novas genialidades estratégicas de marketing do presidente Barack Obama, candidato a reeleição.
Em 2008, Barack Obama e seus assessores de RP e comunicação foram responsáveis por instituir inovadoras táticas de marketing político, que serviram de referência para os mais diversos candidatos a cargos públicos, inclusive no Brasil.
Em geral, as estratégias eram concentradas na internet e outras plataformas digitais.
Não sendo diferente, a nova onda de ideias comunicativas para aproximar os eleitores do presidente, também candidato, Barack Obama, se voltam para o universo digital com novos e importantes ensinamentos.
A mídia reportou neste último final de semana o fato de Barack Obama estar pessoalmente, agora, por trás dos posts realizados em seu perfil no Twitter.
Para alguns, isso pode parecer não significar muito. Porém, prestem atenção em uma coisa:
Depois que Barack Obama inspirou milhares de políticos do mundo todo, que seguiram modelos similares de estratégia de presença e relacionamento na internet, não há como negar que, quando o assunto é comunicação, o presidente Obama tem um enorme potencial influenciador sobre demais políticos e executivos. Ou seja, esta nova e brilhante estratégia de se colocar como mentor de seus tweets no microblog, pode, sim, ser mais uma tática de marketing político capaz de se popularizar, e não somente nos Estados Unidos.

Como mencionado por diversos veículos internacionais e a própria assessoria de RP do presidente norte-americano, a partir de agora, todos os tweets do @BarackObama que forem assinados com “BO” são os escritos pelo próprio Obama.
Isso faz parte da nova estratégia da campanha política, que já começou no Partido Democrata, para a eleição presidencial a ser realizada em 2012.
Barack Obama vai expor suas opiniões pessoas sobre os mais diversos assuntos, sem ter que passar pelos seus assessores, únicos responsáveis por este Twitter antes dessa mudança.
Agora, Barack Obama fará mais uma escola, ensinando todos os políticos que a humanização da comunicação faz aumentar a empatia do público eleitor, que prioriza, como nunca, os candidatos mais transparentes.
O edifício colaborativo da Gafisa
Dando continuidade no que foi abordado no último post sobre marcas que são feitas com as pessoas, recebi uma dica bacana de outra referência que vale destacar.
Aqui no Brasil, a construtora Gafisa deu um passo adiante no processo de consolidação da sua presença digital, criando uma projeto colaborativo, centralizado no Facebook.
Na primeira fase do projeto, qualquer pessoa poderá sugerir, através da fanpage, o nome do prédio que será construído.
Na próxima etapa serão sugeridas ideias para os apartamentos, para as áreas de lazer, sobre sustentabilidade e também sobre tecnologia. Algumas dessas sugestões serão testadas no programa “Testando grandes ideias”. Serão vinte programas veiculados no Discovery Channel a partir de julho.
O projeto terá seu fim em setembro quando as todas as ideias selecionadas serão encaminhadas para a área de projetos da Gafisa, para concepção desse edifício.
Depois de mostrar ao mundo o poder da co-criação na produção de um carro colaborativo, com o projeto nacional do Fiat Mio, o Brasil é mais uma vez protagonista de uma estratégia que ilustra a força do envolvimento de consumidores com as marcas, através do digital.
A dica é do Renan Abranches













