O trânsito ontem aqui na região do Itaim, estava caótico ( para variar ).
Foi esse um dos motivos que me fez desviar o caminho.
Acabei pegando um táxi, em um ponto próximo aqui da agência.
E pela primeira vez, me deparei com um taxi na qual vinha aqueles televisores acoplados no encosto do banco traseiro. No primeiro momento, o televisor estava desligado. Mas como sou pouco curioso, pedi para o motorista ligar o sinal para que eu pudesse conhecer aquela, que para mim, era uma mídia pouco conhecida. Eu já sabia de sua existência, mas nunca tinha presenciado ela de perto.
À primeira vista, é bem interessante, até porque foi algo novo.
Esse é um tipo de mídia que se precisa de muito uso da cuca, fritação de cérebro mesmo para que essa seja uma ferramenta bastante útil e inteligente.
Infelizmente, não sei se a tecnologia de transimissão do vídeo é real time, mas se for, com certeza a brincadeira pode ir muito além.

Imagine poder criar uma interação com o celular, para captação no vídeo, ou algo parecido.

Digo isso, porque em um primeiro momento, essa ferramenta não me proporcionou muita curiosidade em relação ao conteúdo. Até porque, o som ficava apenas abafado dentro do televisor, e não rolava uma ligação direta com as caixas de som do carro.
Em relação à imagem, não tenho o que reclamar. Imagem digital, sem interferências… bem bacana.

Criar uma estratégia, entre o momento na qual o passageiro está focado no conteúdo, com uma mensagem, de preferência, relevante ao receptor, pode transformá-la em uma mídia com uma ótima visibilidade.
…É saber explorar as suas funções.

Até tirei uma foto, meio tosca, eu já sei, mas é só para retratar mais ou menos como é essa maquininha.