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Não podemos ser apenas interativos

Por Gabriel Jacob  |  05.08.2010

O mercado está desesperado. Não sabe como, onde e quando é hora de investir em inovação.

Vejo muitas marcas criando aplicativos mobile apenas para se apropriar da plataforma. É a tecnologia pela tecnologia, que até pode divertir no primeiro momento, mas acabam esquecidas, logo depois.

Não podemos esquecer que o que vale é a ideia como forma de gerar interesse e envolvimento duradouro. Precisamos ser realmente úteis. E, quando tratamos de digital, não podemos achar que a única coisa que importa é a interação com a ferramenta. Ela até pode ser um fator importante, mas, se depender da maioria das necessidades, ela, a interatividade, não sobrevive sozinha.

Ela deve vir acompanhada de um serviço relevante, centralizada nos usuários, que clamam pelo relacionamento quando estão na internet ou qualquer outra mídia interativa. No mais, é a utilidade que vai ser decisiva para o sucesso daquela sua ideia.

Coloque-se sempre no lugar do usuário. ;-)



4 Respostas Adicione seu Comentário

  1. Iuren 06.08.2010
    em 12:37 pm

    Concordo =)
    É assim com os viraizinhos, guerrilhazinhas e qualquer coisa que passa a ser a nova moda de comunicação.
    Tem que ter algo a acrescentar e não estar lá por estar lá. =)

  2. Felipe Teixeira 06.08.2010
    em 1:10 pm

    Concordo(2)

    Além de ser algo que além de relevante, que acrescente e seja interessante, tem que ser pertinente com o posicionamento e nicho da empresa e seu consumidor nesse contexto.

    Abçs

  3. Felipe Dulinski 10.08.2010
    em 6:27 pm

    Olá Gabriel, como vai?

    Achei muito interessante seu post, pelo fato de que acredito que tenha sido um dos primeiros posts que li sobre esta questão de “não sermos apenas interativos”. Acredito que não só na plataforma mobile, mas, também, na web, a criação de ferramentas interativas e virais tem se tornado a grande batalha entre empreendedores que atuam nestes mercados, principalmente pelo fato de que a grande maioria destes é desenvolvedor e atua diretamente com tecnologia. Sinto que a grande maioria das ferramentas que hoje são criadas, seja aqui no Brasil ou fora dele, têm pouca relevância. Digo isto no sentido de que, sob meu ponto de vista, uma ferramenta é relevante ou se torna relevante quando ela realmente propõe e realiza alguma mudança no mercado e que os usuários/consumidores realmente sintam que ela realmente proporciona diferença seja em suas relações profissionais ou pessoais. Um bate-papo sobre esta questão seria muito interessante.

    Abraço,

    Felipe Dulinski

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