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Gucci Connect

Por Gabriel Jacob  |  31.08.2010

Uma tendência um pouco mais nova do que o e-commerce, os e-events são muito utilizados por grifes internacionais que, através de seus sites e/ou redes sociais, provêm imagens exclusivas de eventos como desfiles, por exemplo. A maior exclusividade, no entanto, está na transmissão ao vivo desses eventos.

Com a plataforma Gucci Connect, recém lançada para comemorar a nova estratégia de presença digital da Gucci, a grife italiana espera “democratizar” a moda de uma maneira inovadora.

O primeiro evento transmitido pelo Gucci Connect será o desfile da nova sua coleção primavera-verão, realizado em Milão, através do site e do Facebook.

Várias câmeras estarão espalhadas pelo espaço do evento, sugerindo que o usuário escolha qual o melhor ângulo para assistir o desfile. Além disso, os usuários também poderão comentar, através de suas webcams, o que acham do desfile e das apresentações – o que torna evento muito mais interativo.

Altoids: Tune Out

Por Gabriel Jacob  |  31.08.2010

Para ajudar os usuários a superar a sobrecarga de informações, a Altoids criou Tune Out, um aplicativo de Facebook disponível para Android, iPhone e desktops.

De acordo com a Big Spaceship, agência responsável pela criação do aplicativo, quem utilizar o Tune Out vai poder filtrar conteúdos para, por exemplo, receber apenas a atualização dos amigos favoritos.

Nada melhor do que assinar um serviço pertinente, ainda mais hoje que as estratégias tradicionais já não resolvem. Oferecer ferramentas capazes de simplificar e/ou melhorar a vida dos consumidores, é um dos caminhos para quem quer gerar uma percepção positiva diante da enorme concorrência onde a diferenciação por produtos é cada vez mais difícil.

Leia também: Branded Services

MyMajlis: Social advergame para muçulmanos

Por Gabriel Jacob  |  29.08.2010

Tenho comentado muito sobre marcas que utilizam as redes sociais para hospedar aplicativos baseados em serviços e entretenimento, como forma de expandir, e até melhorar, a sua relação com os consumidores em um universo mais interativo. E o investimento em “social games”, como mencionamos em posts anteriores, se tornou um caminho interessante não só para grandes marcas do Ocidente. Vejam este exemplo do MyMajlis.

Durante este Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, a TBWA\RAAD criou uma game no Facebook para um importante banco de Dubai, o Standard Chartered, onde os usuários podem criar uma tenda e convidar seus amigos para visitar. As tendas com mais visitantes ganham prêmios semanais, além de progredir em 3 levels, aumentando a tenda e as opções de móveis disponíveis, que podem ser comprados usando os cartões de crédito do banco (maior o level, melhor o cartão e maior o limite de compras). Fora isso,   os usuarios que clicam em “like” ganham créditos extra para decorar a tenda.

O mês do Ramadã é uma época muito especial nos países muçulmanos, e você vê tendas espalhadas pelas cidades onde as pessoas recebem seus amigos no final do dia para quebrar o jejum.

Segundo a TBWA\RAAD, a ideia foi simplesmente recriar essas tendas de forma virtual, decoradas pelos usuários para receber seus amigos no Facebook durante o dia, enquanto estão de jejum em casa. Ou seja, convergir serviços para o ambiente digital não é, ou nunca foi, uma questão cultural.

Coca-Cola: Rumble Bug

Por Gabriel Jacob  |  25.08.2010

Uma das diferenças na comunicação contemporânea é a possibilidade de colocar o consumidor para participar das campanhas. A internet, por exemplo, como um dos meios digitais propícios para reforçar a presença de uma campanha no ambiente virtual, pode abrigar diversas formas de interação, em diferentes pontos de contato. Os games online são um exemplo.

Esta semana, na Irlanda, a Coca-Cola apresentou um game online inspirado no comercial “Heist“, lançado em 2009.

Pode até ter sido lançado um pouco atrasado, é verdade, mas o game “Rumble Bug“, hospedado no Facebook, contribui para que o consumidor participe da campanha. Embora este já seja um bom incentivo, a maior atração deste game online é a chance de ganhar gifts pra lá de especiais, como é o caso dos créditos telefônicos e iPods touch.

Antes de terminar o post, eu precisava lembrar vocês do que a Coca-Cola havia anunciado recentemente, no Reino Unido: A partir de agora, as redes sociais seriam o principal ponto de contato com os consumidores na internet, graças ao potencial de interação provida pelas comunidades. E este game online é só mais uma prova disso.

Via AdLand.

Komdom08: Sex & Musik

Por Gabriel Jacob  |  25.08.2010

Sexo combina com música, assim como música também combina com sexo. E todo mundo tem alguma sugestão quando lhe perguntam: “qual a melhor música para se ouvir durante o sexo?”. Porém, nunca houve um espaço convidativo que centralizasse opiniões de qualquer um que estivesse interessado em compartilhar essas sugestões. Foi a partir deste “insight” que uma marca de preservativos da Suécia lançou uma campanha dedicada a “tangibilizar” esta relação: sexo e música.

Além de estampar novas embalagens limitadas de preservativos com imagens de capas de cds e fotos de bandas e músicos famosos, e distribuir estes preservativos em concertos, festivais e universidades, um site colaborativo – criado em parceria com o serviço de música streaming, Spotfy – reúne posts de vários blogueiros convidados, que sugerem as melhores músicas para ouvir durante a “hora h”.

Qualquer pessoa que visitar o site também pode indicar alguma música, ou favoritar uma faixa que já foi inserida em uma playlist. Quem estiver participando, seja indicando ou simplesmente favoritando uma música, concorre a uma conta premium no Spotfy.

Agora fica a(s) pergunta(s): Qual outro meio poderia estender tão bem este tipo de envolvimento emocional com os consumidores, a não ser a internet? E você, que música iria sugerir? :)

Abaixo, um dos videoclipes postados no site: “Take on me”, dos noruegueses do A-Ha.

Dica do leitor Fabricio Richelli.

O 3D continua discutível

Por Gabriel Jacob  |  23.08.2010

Este mundo de revoluções tecnológicas e “pseudo-inovações” muda tão rapidamente que fica complicado analisar as estratégias de quem está dando passos largos.

Depois de muito experimento em torno da sua função e efetividade, o 3D começa a ser adaptado pelos mais importantes veículos e provedores de conteúdo. Na última semana, o Youtube, maior portal de vídeos do mundo, começou a adicionar a opção 3D em alguns dos vídeos publicados pelos usuários, como podemos ver no print acima, retirado deste vídeo.

Quem também está apostando no 3D são os veículos de comunicação impressa (jornais e revistas).

O maior jornal da Europa, o alemão Bild, vai começar a ser vendido em formato tridimensional, além de sortear pares de óculos para os leitores verem fotos e anúncios, informou o jornal Brasil Econômico.

Na versão online do jornal alemão, os videoclipes, os filmes e os jogos também estarão disponíveis em 3D. Com a novidade, o Bild junta-se ao jornal britânico The Sun e o Le Dernière Heure, de Bruxelas.

Aqui no Brasil, o Estadão, através do caderno de informática Link, realizou um experimento adicionando um formato tridimensional ao conteúdo visual do caderno. Porém, este experimento era acessível apenas para assinantes, e não durou mais de um dia.

Enquanto uns experimentam, outros efetivam as apostas com a finalidade de criar destaque entre a concorrência, antecipar e popularizar tendências e funcionalidades que, antes, eram apenas acessíveis de forma exclusiva. Refletindo mais um pouco, me pergunto se este é mesmo o melhor caminho? Será que muitos envolvidos nessa história não estão caindo naquela armadilha de usar a tecnologia simplesmente por medo de não revolucionar ou inovar em sua categoria?!

Mesmo com estes novos exemplos, continuo considerando o 3D muito discutível, principalmente quando a tecnologia é empregada em conteúdos impressos, onde a experiência não é das melhores. E, para ser mais claro, o 3D como conhecemos hoje pode não sobreviver se não houver um aprimoramento da usabilidade e da qualidade como forma de gerar algum tipo de diferencial, que até agora, sinceramente, não consegui encontrar.

Heineken Green Alert

Por Gabriel Jacob  |  23.08.2010

O principal benefício ao investir nas mídias interativas é a possibilidade de colocar a marca em contato com o consumidor, sem que ela seja inconveniente. Bom, mas disso todos nós já sabemos, não é mesmo?! Sim, mas nem todo mundo consegue entender que para conseguir este bom envolvimento com o consumidor, não é necessário investir muito da verba, muito menos criar ações que durem muito tempo.

As ideias mais simples, de rápidas execuções, também conseguem construir uma boa percepção em relação a marca, pois, quando se trata de interatividade, o consumidor deixa de ser mero espectador, para participar e contribuir com o processo da campanha ou ação, sendo, assim, emocionalmente impactado.

O aplicativo de iPhone Green Alert, da Heineken, criado pela AKQA Amsterdam, ilustra essa minha introdução.

Gratuito para iPhone e iPod touch, o novo aplicativo da Heineken já está disponível na loja de aplicativos da Apple.

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