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Redes sociais para portadores de doenças

Por Gabriel Jacob  |  08.04.2010

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Começou a surgir uma tendência entre as empresas do setor fármaco, em criar ou patrocinar redes sociais, ricas em conteúdos orientados especialmente para portadores de doenças. Dessa forma, as pessoas/usuários podem trocar experiências entre si, além de obter uma relação menos distante com as empresas.

Exemplos:

Psoriasis The Naked Truth“: A Wyeth criou uma comunidade online para reunir histórias e fotos de pessoas portadoras de Psoríase, numa forma de amenizar o problema.

Children with Diabetes“: Comunidade online para crianças e adultos se familiarizarem com questões relacionadas a cura da diabetes, desenvolvida pela Johnson&Johnson em parceria com duas ONGs.

CFvoice“: Um espaço lúdico de motivação, incentivo e relacionamento para portadores de Fibrose Cística. Um produto da Novartis.

The PatientsLikeMe Transplants Community“: A Novartis, em parceria com a PatientsLikeMe, também patrocina uma rede social para transplantados, que mesmo em versão beta, já contabiliza mais de 820 membros.

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Estas redes sociais ajudam a proporcionar um menor preconceito entre os próprios portadores de doenças que, muitas vezes, acham que são diferentes, únicos, e acabam se sentindo excluídos.

Os problemas sociais são amenizados quando existe um espaço como uma comunidade virtual onde elas podem compartilhar problemas e soluções. Motivação de pessoa para pessoa. É o futuro!

Visitantes do Santander são guiados por robôs

Por Gabriel Jacob  |  07.04.2010

Quem visitar o centro financeiro do Santanter em Madri vai ser guiado por um robozinho vermelho. A proeza ficou a cargo da portuguesa YDreams, responsável por soluções e experiências interativas.

As soluções tecnológicas revolucionárias que foram instaladas no espaço de recepção do complexo da ‘Cuidad Santander‘ têm como função oferecer aos visitantes formas inovadoras de interagir com a história e a presença do grupo no mundo, os mercados financeiros e a própria “cidade financeira”.

É bom ver que existem empresas de setores distintos apostando na inovação tecnológica como auxiliar no relacionamento experiencial com os clientes.

A inovação tecnológica deve fazer parte dos processos de desenvolvimento de qualquer empresa, não importa qual for o seu setor. É ela (a inovação) um dos principais fatores que determinam a competitividade no mercado.

“Very Good Trip” com a Renault

Por Gabriel Jacob  |  07.04.2010

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Gostei tanto da campanha online do Ford Fiesta, que boto fé nessa estratégia de online reality game da Renault.

Apesar do formato não ser nenhuma grande novidade, eu sempre acredito pra caramba no sucesso de campanhas que possibilitam a participação ativa dos consumidores, sempre com foco no engajamento e no maior envolvimento deles com as marcas e seus produtos.

Neste caso, oito equipes de duas pessoas (selecionadas por um concurso online) vão percorrer a Europa a bordo de dois novos modelos da montadora Renault: Coupé Cabrio e Renault Wind. Todo percurso será filmado e publicado no site da campanha “Very Good Trip“.

Toda a campanha é baseada na Europa e apoiada por várias redes sociais. Sem contar as divulgações na emissora de televisão proprietária, RenaultTV.

10 Key Learnings: Marcas x Twitter

Por Gabriel Jacob  |  07.04.2010

twitterinsight.jpgA agência digital Razorfish divulgou suas recomendações para ajudar executivos a assumir o controle de suas marcas no Twitter e estabelecer uma presença bem sucedida na rede social.

Não é só mais orientação oportunista sobre o microblog. São reflexões pertinentes para todos nós, comunicólogos, que sabemos da importância do Twitter como ferramenta de marketing.

Vale ficar atento (sempre!)

  1. Familiarize-se com o Twitter através de uma análise das marcas de sucesso como a Dell (dell.com/twitter), Zappos (twitter.com/Zappos) e Comcast (twitter.com/comcastcares)
  2. Veja o que está sendo dito no Twitter sobre a sua marca.
  3. Identifique os objetivos iniciais para usar o Twitter, incluindo o que se possa qualificar como uma história de sucesso do Twitter para a sua marca.
  4. Observe atividades competitivas e potenciais considerações legais, especialmente se já existe uma conta de Twitter que usa o nome de sua marca ou outra propriedade intelectual associada a ela.
  5. Pesquise antes de decidir como apropriar uma oportunidade – fazer ofertas ou construir uma comunidade, tom de voz e método de conversação baseados no engajamento  – que pode ser bom para sua marca.
  6. Mesmo se a sua empresa está utilizando o Twitter apenas para ouvir, é necessário monitorar as conversas e os concorrentes.
  7. Mapear um plano para o conteúdo que irão compartilhar, incluindo o conteúdo inicial valioso par para despertar o interesse do usuário.
  8. Integrar sua conta do Twitter em toda a sua experiência em marketing, incorporando-o como um feed no site da empresa, incluindo a sua URL em outros pontos de comunicação e assim por diante.
  9. Manter a dinâmica, responder a perguntas e participar de conversas sem seguir um “sistema de marketing orientado”.
  10. Transpor o valor de sua marca no discurso através de seus tweets, ouvir continuamente, aprender e aperfeiçoar suas atividades no Twitter.

Estes são alguns aprendizados a serem seguidos. Mas, como em todas as mídias sociais, as marcas estão mais imunes. Por isso é importante é compreender as próprias atitudes no Twitter, para que a marca não acabe manchando sua reputação. Por outro lado, as marcas que usaram o Twitter com a atitude correta, estão colhendo recompensas formidáveis. É o caso da Dell, que utilizou o microblog para promover descontos e em poucos dias gerou mais de 2 milhões de seguidores. Veja mais exemplos postitivos, aqui.

Nestlé: Chocolate Insurance

Por Gabriel Jacob  |  06.04.2010

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Por ter sido lançada bem na véspera do “Dia da Mentira” (April Fool’s), até que esta promo tinha muito potencial para ser considerada só mais uma brincadeira, mas não.

Acontece que a Nestlé dos Estados Unidos fechou parceria com uma importante empresa de seguros, para garantir a “integridade” das barras de chocolate com creme de amendoim, Butterfinger.

É isso mesmo que você leu.

Caso aconteça alguma ameaça, do tipo ter a barrinha roubada, ou simplesmente tocada por alguém, a pessoa pode registrar uma reclamação formal, no site: www.butterfinger.com/barinsurance. Sendo assim, ela poderá receber uma barrinha extra, novinha. Além disso, se o site alcançar 100 mil reclamações serão sorteados muitos prêmios entre os participantes.

Eu não quero entrar nos méritos da ação em si. Se ela vai vingar, eu não sei. Só fiz este post por admirar a coragem de uma marca em criar uma iniciativa tão incomum como essa.

No mais, vale lembrar que não é de hoje que a Nestlé trabalha uma comunicação diferenciada para promover Butterfinger. Ano passado, por exemplo, ela pediu para os jovens irem até as barbearias desenhar, com um spray, no couro cabeludo, o logo da marca (veja aqui).

O iPad e a necessidade de inovar

Por Gabriel Jacob  |  06.04.2010

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Bem vindos a nova fase de aplicativos mobile: os iPad Branded Apps (ou aplicativo de marcas para iPad).

Assim como acompanhamos a onda de aplicativos de marcas para iPhone e iPod, um terceiro elemento chega para cumprir os planos de inovação incessante da Apple.

O incansável Steve Jobs, antônimo de acomodação, sabe da importância dos aplicativos desenvolvidos por empresas parceiras para criar a tão aguardada “mágica” desta nova plataforma.

Grande parte dos desenvolvedores de aplicativos ainda não teve nem a oportunidade de tocar em um iPad, mas isso não quer dizer que eles não estão trabalhando na criação de softwares para a mais recente criação da Apple.

Alguns deles são marcas de fama e reconhecimento internacional.

A Gap, por exemplo, uma das grifes mais importantes do mundo, mergulhou de cabeça no novo produto da Apple, lançando um aplicativo gratuito que trará informações sobre a campanha global da marca, vídeos de desfiles, informações, entrevistas com respeitados estilistas do mundo da moda, além da possibilidade de fazer compras através do device.

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Na última semana, rodou o mundo a notícia que o Netflix e a Marvel haviam sido as primeiras empresas em apostar no iPad. Ao contrário do que muitos afirmavam o Brasil não está muito atrasado em relação aos outros países. Ontem mesmo postei no Twitter a matéria informando sobre o lançamento do aplicativo do Estadão para o iPad. Já é o segundo veículo de comunicação nacional que investe nesta nova plataforma, depois do O Globo.

E por falar em O Globo, o veículo carioca comemorou a venda de sua primeira cota de patrocínio da versão para o iPad. A Fiat, através da Agência Click, foi quem esteve por trás desta parceria.

Parcerias como esta são vistas com bons olhos, principalmente nos Estados Unidos, onde o New York Times, pioneiro no lançamento de um aplicativo otimizado para iPad, anunciou que a Chase Sapphire, uma empresa de cartões de crédito, comprou o inventário de espaço comercial no iPad do título para os primeiros dois meses, enquanto que marcas como a FedEx, Buick, Unilever, Toyota e Oracle estão planejando comprar espaço nos aplicativos para iPad de jornais como Wall Street Journal, Newsweek, Time e a Reuters. Certamente, tudo isto acontece porque as empresas sentem a necessidade de inovar.

Atrair todo este desejo por um produto como o iPad, faz parte da histórica estratégia da Apple. Afinal, que outra marca consegue gerar tanto buzz em torno do lançamento de seu novo produto?

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Citröen se rende ao conceito “Video in Print”

Por Gabriel Jacob  |  05.04.2010

Untitled from INfluencia on Vimeo.

A tecnologia adaptada para a nova campanha da Citröen é de total responsabilidade da Americhip, a mesma que em 2009 apresentou ao mundo o primeiro uso do conceito “Video in Print”, numa criação para a Pepsi.

A Amerchip se autodenomina “líder em marketing multisensorial”, e está disposta a surpreender anunciantes e veículos de comunicação com seus constantes desenvolvimentos.

No caso do “Video in Print“, está é a segunda montadora a utilizar a tecnologia, depois da Renault.

Via Culture Buzz

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