Nas minhas habituais andanças pela web descobri mais um fato
interessantíssimo, que jamais tinha visto antes.
Um novo grupo de pessoas que abriram mão dos gastos e partiram para o lixão
literalmente, consumindo desde então, restos e sobras de alimentos.
Poderia parecer mais comum se estivéssemos falando de mendigos,
mas estamos falando de pessoas comum, iguais a nós…são empresários,
executivos e demais pessoas que por vontade própria e que defendem
suas razões, alegando que não querem depender de produtos que
gastam recursos, danificam o meio ambiente entre outros fatores.

Leiam abaixo um trecho retirado do blog Ginga Blah:

…Para o almoço no seu apartamento modesto, Madeline Nelson preparou
uma salada de cenouras raladas e alface que ela tirou de um lixão de um
hortifruti. Temperou a salada com pó de missô que encontrou no lixo de
uma esquina em Chinatown. Assou um pão com fermento retirado do lixo
de um mercado árabe.
Nelson, 51, uma ex-executiva que pode bancar restaurantes 4 estrelas.
Mas prefere transformar lixo em refeições gourmet sem gastar um centavo.
[…] Já chegou a receber salários de 6 dígitos como diretora de comunicação
da Barnes em Noble. Cansada de representar uma empresa multimilionária,
ela largou o emprego em 2005 e se tornou uma “freegan” - a palavra
combinando vegan com free - uma subcultura crescente de pessoas que
reduziram seus gastos e vivem de lixo de consumo.

O artigo completo foi retirado do Los Angeles Times