Em uma discussão na semana passada aqui na agência, falamos sobre a tendência irreversível que muitos executivos encontraram para facilitar ainda mais a sua vida.
A velha forma de trabalho excessivo, onde os trabalhadores varavam noites e não iam para casa para ficar madrugando nos escritórios, está dando lugar para os chamados “home offices” ( moradia / escritório ).
Seria e já está sendo uma ótima alternativa para executivos que queiram fugir e ajudar à aliviar o trânsito das grandes cidades, reduzir gastos com um imóvel a mais, passar mais tempo com a família, escapar de tensões tradicionais de trabalho, entre outros fatores que só tendem a facilitar seu dia a dia.
E cá entre nós… o lance de ter que marcar ponto na empresa é algo muito ultrapassado, e não vejo a necessidade de o funcionário estar presente na empresa, sendo que hoje, a internet facilitou e muito nossos processos, com os mensageiros istantaneos, e-mails, intra e extranets, comunidades e até mesmo discadores online.
E para ir mais além, nesta última sexta feira, estava eu voltando para casa, por volta das 20h da noite. Pra variar demorei uma média de 1 hora para chegar no meu “oásis”, sendo que levo geralmente 15 minutos. Todos os motoristas estavam estressados, emburrados e o buzinasso era ensurdecedor, até que veio aquele insight na minha cabeça, e pensei…
… já que nossos políticos não se preocupam mesmo com essa caótica situação, graças aos lindos helicópteros que os levam para onde quiserem na maior tranquilidade, pensei seriamente no caso de estimular esse conceito do “trabalhe em casa”.
Hoje, existem multinacionais que investem e muito nesse conceito, como a Mastercard, que testou há alguns anos atrás em alguns funcionários, a praticidade do escritório doméstico [ veja a matéria completa aqui ].

A certeza da praticidade que tornará a vida do executiva é fato, mas todos tendem a se acostumar, já que o processo é absolutamente diferente da rotina.

Alguém mais acredita nessa tendência, que nos EUA já agrada milhões de pessoas ?